Marketing de Conteúdo x Inbound Marketing

mkt de conteúdo

Você sabe diferenciar Marketing de Conteúdo x Inbound Marketing? Hoje vamos esclarecer esta dúvida que está na cabeça de quase todo mundo que começa a explorar o marketing digital.

Quando iniciamos a nossa trajetória na comunicação digital, impossível não acharmos inúmeros conteúdos sobre dicas e técnicas infalíveis para alavancarmos as nossas marcas e aumentarmos as nossas vendas. E temos certeza de que 9 em cada 10 dicas oferecem soluções envolvendo Marketing de Conteúdo e/ou Inbound Marketing.

Mas você sabe como estas técnicas surgiram e quais são os motivos que as tornaram tão famosas? Mais que isso, você sabe por que muitos ainda se perguntam se elas competem entre si ou se complementam? Vamos estudar um pouco mais hoje, então. Bora!

Escola de Cleveland x Escola de Boston

Parece que essa mania de competição nunca vai acabar, não é mesmo? A gente nem curte tanto, mas sabemos que ela existe, chama a atenção e por isso deixamos o título assim mesmo =D. Vamos ao que importa: o desenvolvimento das técnicas surgiu nessas duas cidades americanas, a partir de conceitos estruturados por profissionais de alto impacto. Ainda assim, as técnicas não são tão novas. 

Content Marketing Institute | Marketing de Conteúdo

Joe Pulizzi é um empresário, palestrante e autor de inúmeros materiais de marketing de conteúdo, considerado o pai da metodologia. Após muitos anos de trabalho envolvendo estudos e práticas, Joe percebeu que as marcas chegavam até ele com muitas dúvidas sobre o tema. Eis que ele cria, em 2011, o Content Marketing Institute (CMI). Sediado em Cleveland (EUA), o CMI é a principal organização  global de educação e treinamento em marketing de conteúdo, ensinando as marcas a atrair e reter clientes por meio de narrativas atraentes multicanal.

Não por acaso, a Escola de Cleveland recebe este nome. Atualmente a organização conta com uma série de iniciativas envolvendo a comunidade que desenvolve o marketing de conteúdo globalmente, oferecendo materiais riquíssimos através de materiais especiaiseventos e canais digitais.

Chamada para Content Marketing World 2020

Exemplos

Mesmo sendo tão aplicado atualmente como uma alternativa de sucesso, o uso efetivo dessa técnica é bem antigo. Você sabe quando foi observada a primeira iniciativa de marketing de conteúdo do mercado? Em 1895, com o lançamento da revista The Furrow, especializada no mercado agro. Esta iniciativa foi feita pela empresa John Deere com o objetivo de se aproximar do seu consumidor através de um periódico focado em falar sobre os problemas do mercado, e não por meio de catálogos com ofertas de produto e/ou serviço.

Naturalmente, ela cresceu em popularidade e autoridade, e se mantém forte até hoje. No Brasil, identificou-se um movimento semelhante com a criação do Almanaque do Biotônico Fontoura em 1920, revista anual de divulgação publicitária que chegou a ter uma tiragem de cem milhões de exemplares em 1982.

Almanaque do Biotônico Fontoura
Capa de uma edição do “Almanaque do Biotônico”

Hubspot | Inbound Marketing

“Existe essa ideia de que, para expandir uma empresa, você tem que ser implacável. Mas nós sabemos que há uma maneira melhor de crescer. Uma maneira na qual o que é bom para os resultados da empresa também é bom para os clientes. Nós acreditamos que as empresas podem crescer com consciência e vencer com alma, e que elas podem fazer isso com o inbound. Foi por isso que criamos uma plataforma que une software, educação e comunidade para ajudar empresas a crescer melhor todos os dias”

Esta é a missão da empresa Hubspot, criada em 2005 pelos então ex-colegas de pós graduação no MIT, Dharmesh Shah e Brian Halligan. Brian e Dharmesh notaram uma mudança na forma como as pessoas pesquisavam e compravam produtos e serviços. Os consumidores não estavam mais tolerando a disputa por sua atenção. Na verdade, ficaram muito bons em ignorá-la.

Dessa mudança, nasceu uma empresa. Ela foi fundada com base no conceito de “inbound”, a noção de que as pessoas não querem ser interrompidas por profissionais de marketing ou incomodadas por vendedores, mas querem ajuda. (Este material é o conteúdo original do site da empresa). 

A solução criada pela empresa é, de fato, incrível. Aqui na Gama gerenciamos nosso pipeline de vendas diretamente desta plataforma. Ah, e apenas para ficar claro. A sede da Hubspot é em Boston (EUA). 

Vídeo institucional do Hubspot

Amigos ou rivais?

A imagem que escolhemos para ilustrar esse post talvez tenha causado alguma estranheza, não? Então, ela mostra um embate entre adversários, figuras que todos nós conhecemos ou já ouvimos falar: Messi e Neymar. Eles são amigos. E são adversários! Será mesmo?

Inbound Marketing x Marketing de Conteúdo: Messi x Neymar rivais no clássico
Messi e Neymar disputam a bola, no clássico Brasil x Argentina
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Com suas diferenças e semelhanças, as duas técnicas que estamos falando ainda causam confusão em quem inicia sua estratégia de Marketing Digital. E é normal, não se preocupe. Acontece que muitas das atuações dentro das duas abordagens possuem estratégias que se complementam, e outras que se diferenciam.

Inbound e Conteúdo: Na prática

MARKETING DE CONTEÚDOINBOUND MARKETING
Utilizado para desenvolver entregas (diretas ou indiretas) para os clientesUtilizado para atrair potenciais clientes (por ações específicas) e vender
Amplo, podendo ser uma estratégia aplicada a diversos objetivos dentro de um planejamento de Marketing DigitalPrático, detalhado, bem estruturado, valendo-se de diversas outras técnicas para atingir seu objetivo
Utilizado para posicionamento de marca, branding, retenção de clientes e, também conversão para vendasFocado em conversão para vendas, não se aplica a outras estratégias de relacionamento com cliente
Conteúdo relevante sem promover explicitamente a marca, tornando a interação com o cliente uma ação naturalAções voltadas para atrair potenciais clientes e vender, utilizando ferramentas de automação para executar e mensurar estas ações

Enquanto o conteúdo persegue objetivos tão amplos quanto o próprio marketing, o Inbound dedica-se a um objetivo específico de venda. Em decorrência disso, diversos tipos de empresas estão aptos a adotarem o marketing de conteúdo como estratégia principal de marketing. Enquanto o Inbound é escolhido estritamente por empresas que necessitem gerar negócios a partir dos leads conquistados.

Inbound e Conteúdo: abordagem

Na prática, são estratégias diferentes, mas que podem funcionar muito bem juntas. A diferença básica é a abordagem! Aqui na gama, variamos a utilização das técnicas, mas naturalmente o resultado é melhor quando as aliamos para chegar ao que chamamos de Marketing de Verdade. O livro They Ask You Answer, do autor, Marcus Sheridan, reforça essa ideia de forma mais elaborada:

“Inbound marketing é a técnica de atrair clientes em vez de persegui-los. Marketing de conteúdo consiste em ensinar algo aos clientes para, assim, ganhar sua confiança.”

Se o seu negócio tem como objetivo final a venda, certamente a escolha perfeita é unir as estratégias. Assim, você irá aliar a qualidade e a assertividade do conteúdo, com a precisão e a conversão do Inbound. Assim voltamos a Joe Pulizzi, que define a pressa como a maior inimiga destes processos.

“O problema é tentar encurtar demais o processo e partir para as vendas. Não funciona assim. Normalmente, as empresas demoram meses ou anos para ter resultados. Ninguém quer ouvir isso, mas é a pura verdade.”

O que nos prova que realmente é a mais pura verdade é uma pesquisa da Email Monday, que apontou que, dentre as empresas americanas que adotaram inbound marketing, 32% perceberam resultados depois de seis meses a dois anos, enquanto 60% desistiram. Sabe por que elas desistiram? Pressa!!!

Quem vence essa batalha?

Inbound Marketing + Marketing de Conteúdo: Messi e Neymar juntos, com Suárez, no Barcelona
Lembra da foto de Messi x Neymar no duelo entre Argentina x Brasil? Então, eles são ótimos! E esta foto comprova que eram muito melhores JUNTOS!
Foto: Getty Images

A resposta certa é: a sua empresa! Ou na nossa metáfora: o Barcelona, que venceu tudo quando teve Messi e Neymar juntos! Basta saber qual estratégia melhor se adapta ao seu negócio, e partir pra cima. Sabe aquela batalha que a gente falou lá no início? Ela não tem um vencedor e nem tem dois lados opostos. Vimos nesse post que, no fim das contas, quem vai decidir o que mais dá certo é o cliente. Não tem regra, não tem receita de bolo. Entenda seu público, conheça seu mercado e adote a estratégia que der o melhor resultado!


Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como escolher a melhor estratégia de marketing e colocar em prática, estamos aqui! Acesse o nosso site e saiba mais como podemos solucionar o problema do seu negócio!

Público-alvo e persona: para quem você vende?

personas

Muito além de ter bons produtos e criar boas estratégias de vendas, sua empresa precisa saber para quem vender, aplicando os conceitos de público-alvo e persona. Só assim a sua estratégia de Marketing Digital terá sucesso.

Antigamente, as mercearias e mercadinhos locais literalmente conheciam seus clientes. Ainda hoje, em algumas localidades, isso ainda acontece. São estabelecimentos familiares, que acabam fazendo parte da comunidade e se relacionam com todos no bairro. Isso sem falar no bom e velho fiado, aquela compra anotada no caderninho e paga no final do mês.

Saudosismos à parte, isso não funciona mais no mercado atual. Porém, se você quer fazer bons negócios, crescer como empresa e de fato criar estratégias de marketing digital que vendam, será fundamental resgatar um pouco desse conhecimento dos seus consumidores.

Calma, você não precisa saber o nome de todos eles, mas sim entender quais tipos de pessoas são mais propensas a consumidor seus produtos e/ou serviços. Para colocar isso em prática, existem dois conceitos básicos, que podem ser excludentes sem ser rivais, ou mesmo complementares: público-alvo e persona.

Para quem você vende?

Pense comigo. Você resolve abrir uma loja física de artigos de inverno, que inclui desde roupas e calçados para frio intenso, até produtos voltados para esportes de neve. Você monta uma vitrine incrível, cria uma estrutura com produtos que são referência de mercado e instala sua loja em… Salvador! Qual a chance de dar certo?

Claro que citamos um exemplo extremo, mas é para ficar bem explícito que esse negócio está fadado ao fracasso. Simplesmente porque é óbvio que seus consumidores não são moradores da quentíssima capital baiana!

Então, antes mesmo de montar sua estratégia de marketing digital, saiba para quem você vende, ou para quem você quer vender.

Saber quem é o seu potencial consumidor é uma das principais etapas de um planejamento de marketing. Confira AQUI como montar um planejamento de marketing em 4 etapas.

Público-Alvo

Você já deve ter sido avisado por alguém, possivelmente pais ou avós, de que tentar abraçar o mundo é muito difícil. Ao invés de querer agradar todos e não conseguir agradar ninguém, se esforce para abraçar os poucos e bons, que realmente têm conexão com a sua marca, e crie uma troca importante para todos vocês.

A lógica da comunicação como vetor para geração de novos negócios merece esse mesmo cuidado, e a técnica de Público-Alvo tem exatamente este papel. Essa técnica se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante, e ela surge como o primeiro passo para você organizar as pessoas que devem receber os seus esforços de comunicação.

Através de uma pesquisa você deverá encontrar informações relacionadas ao seu comportamento de compra, hábitos de consumo, classe social, dados demográficos, condição socioeconômica e preferências. Estas informações podem ser encontradas em ferramentas analíticas das redes sociais ou com parceiros de negócio como associações comerciais e sites de organizações públicas.

Por meio dessa técnica, você desenvolve públicos muito bons para trabalhar na sua jornada de comunicação e a indicação é muito válida por inúmeros motivos, mas destacaremos dois:

  1. Suas informações são enriquecidas por todo o pacote de empresas Facebook (como Instagram, WhatsApp entre outros), o que possibilita uma distribuição de mensagens relevantes para inúmeros grupos de pessoas.
  2. Você pode se desenvolver tecnicamente não só nesta plataforma, mas na estrutura de divulgação geral do Facebook com treinamento online gratuito através da plataforma Blueprint.

Processo criativo

Para auxiliar no desenvolvimento de criação, procure nortear suas pesquisas com 3 principais perguntas, mesmo que para chegar nestas respostas você precise detalhar um pouco mais.

  1. Por que as pessoas se beneficiam ao usar seu produto ou serviço?
  2. Quem são estas pessoas?
  3. Existem grupos distintos que podem utilizar o seu produto ou serviço?

Aplicando esta técnica, você vai iniciar um processo de conhecimento de mercado que te levará a um outro nível de atuação. Mas tenha paciência e foco para seguir de maneira detalhada cada esforço. As principais características da técnica de Público-Alvo são: Definição ampla, não fala sobre hábitos pessoais, não se refere a uma pessoa específica e sim a pessoas que podem se interessar pelo seu produto ou serviço. Ela é indicada para qualquer modelo de negócio em qualquer mercado.

público alvo

Persona

Na técnica de Persona a ideia é segmentar ainda mais essa definição de público. Sendo assim, você deverá nomear e também evoluir muito na descrição da pessoa envolvida. Só que neste caso, a pessoa é o seu consumidor ideal.

Também conhecida como Avatar ou Buyer Persona, esta técnica foca no desenvolvimento de um personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário a partir de seus comportamentos e atitudes. O processo criativo conta com um embasamento real para a definição de personagens, e tem como foco nos afastar do achismo, embasando todo o esforço de comunicação para a criação de conteúdo para quem este faça muito sentido.

A Persona pode ser definida como um método de segmentação de mercado complementar ao Público-Alvo. Esta técnica permite que você evolua das possibilidades de pessoas que consumiriam a sua solução para a pessoa certa que vai consumir a sua solução. Para criar a Persona, é preciso pesquisar MUITO. Foque em achar resposta para questionamentos como:

  • Quem são os seus clientes?
  • Com o que trabalham?
  • O que fazem durante o dia?
  • Como se informam?
  • Quais são suas maiores necessidades?

Assim, a Persona terá um embasamento completo em dados, não em suposições da equipe ou do profissional de marketing.

Onde se aplica a Persona?

O conceito ficou muito popular com o aumento significativo do Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing (para saber mais sobre estas estratégias de marketing digital, confira AQUI um post completo), e hoje a Persona se caracteriza como passo fundamental para uma estratégia de marketing digital, principalmente por qualificar o refino de mensagens criadas para diferentes consumidores.

Personas diferentes
Você pode criar diferentes Personas, voltadas para diferentes departamentos do seu negócio.

E isto é significativo: você pode criar mais de uma Persona para a sua marca, sempre considerando as suas diferentes ofertas de produtos e serviços. Como principais características, você terá uma definição especifica, detalhes sobre hábitos e profissão, há um personagem específico e a definição de um consumidor ideal.

Comparativo: Público-alvo e Persona

No quadro a seguir, você poderá ter uma ideia visual das diferenças entre as duas técnicas:

PÚBLICO-ALVOPERSONA
Definição amplaDefinição específica
Não fala sobre hábitos pessoaisDetalhes sobre hábitos e profissão
Não se refere a uma pessoa específicaHá um personagem específico
Pessoas que podem se interessarConsumidor ideal

Público-alvo e Persona: Conexão Emocional

As relações entre consumidores e marcas nunca foi tão próxima, criando um valor muito relevante para ambos. O desenvolvimento do marketing em cada uma das eras mostra como o foco central no produto foi mudando de acordo com a evolução da sociedade até chegar no coração do consumidor. E o mercado digital oportunizou uma evolução em escala para todas as marcas, sejam elas novas ou centenárias, no formato de se comunicar e se relacionar.

O consumidor facilmente irá esquecer uma mensagem, uma imagem e até mesmo um produto ou serviço, mas ele jamais irá esquecer uma emoção vivida. E é neste ponto que você deve pensar. Como a sua mensagem pode tocar o coração do consumidor e oportunizar a ele algo realmente novo, marcante e inesquecível?

Público-alvo e persona: defina seu target
Conheça seu público e defina seu TARGET!
Foto: Richard W. Rodriguez/ AP Images

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Como fazer marketing de conteúdo para negócios B2B?

time de análise listando ações de marketing de coteúdo

Quando se fala em marketing de conteúdo, é comum pensarmos apenas no B2C, ou seja: foco no consumidor final. Entretanto, ter uma estratégia de marketing de conteúdo para negócios B2B também pode ser um grande diferencial para empresas desse nicho vencerem  a concorrência.

Segundo esta pesquisa de 2019, 30% dos usuários de internet utilizam bloqueador de anúncios. Por esse motivo, tanto empresas B2C bem como B2B precisam apostar em outras alternativas de marketing digital além do tráfego pago.

A principal diferença entre o marketing de conteúdo B2C para o B2B, está na complexidade da jornada de compra. Enquanto o caminho trilhado no B2C é mais simples e rápido, o B2B é mais extenso: o funil de vendas para esse nicho pode levar meses para nutrir um cliente em potencial.

Entenda as diferenças.

Contudo, a ideia central do marketing de conteúdo para B2B permanece a mesma: fornecer informações de qualidade para engajar possíveis clientes.

Leia a seguir como fazer um marketing de conteúdo eficiente para negócios B2B: 

Vantagens do marketing de conteúdo para negócios B2B

O marketing de conteúdo é a maneira mais eficiente de gerar autoridade para sua marca e, assim, adquirir a confiança do cliente.

Dentre as inúmeras vantagens, as principais são:

Geração de Leads

Um lead é o potencial cliente de seu negócio. É aquela pessoa que em algum momento teve interesse nos seus conteúdos e/ou serviços, por isso é muito propensa a contratar seu negócio.

O segredo para conseguir leads está no marketing de conteúdo porque oferecendo algo de valor ao possível cliente (um ebook, mentoria, newsletter, etc) em troca você consegue dados como email, número de telefone e outras formas de contato.

Ou seja: você consegue o contato de pessoas que já possuem interesse no que sua empresa oferece, o que facilita muito a prospecção de clientes. 

Atração do público correto

Complementando o tópico anterior, ao conseguir leads qualificados com  estratégia de marketing de conteúdo para negócios B2B você passa a entender quem é seu cliente ideal.

Ao estudar o público de sua marca e entendendo suas preferências, os conteúdos terão mais qualidade e, consequentemente, atrairão mais pessoas.

Fidelização de clientes

Quando sua empresa demonstra conhecer seu público e suas dores a partir do marketing de conteúdo, os clientes tornam-se fiéis à marca.

Primeiros passos no planejamento do marketing de conteúdo para negócios B2B:

Antes de começar a planejar o marketing de conteúdo para negócios b2b, existem questões muito importantes que precisam ser levadas em conta para que os conteúdos postados efetivamente atraiam o público ideal para sua empresa. Confira alguns:

Entenda o problema do cliente

O primeiro e mais importante passo, é saber o que de fato seu cliente precisa. Afinal, somente dessa forma será possível criar um conteúdo focado em mostrar que sua empresa tem a solução para as dores desse cliente.

Estude o mercado, veja o tipo de conteúdo criado por concorrentes, peça feedbacks do serviço, crie uma persona, e, dessa forma, você terá um direcionamento para criar conteúdos que geram resultados.

Organize seu tempo para criação de conteúdo

Criar conteúdo envolve uma longa pesquisa de referências, brainstorms, sem contar o processo de execução. Por isso, separe um bom espaço de tempo para esse planejamento, crie prazos e uma linha editorial. É preciso entender que conteúdos de qualidade exigem paciência, planejamento e tempo.

Crie um calendário de conteúdo

O calendário editorial é uma programação dos tipos de conteúdos que serão postados em cada canal de comunicação. Ele é muito útil para manter a organização do marketing de conteúdo e colocar as estratégias em prática.

Para montá-lo você precisa:

  • Definir o canal
  • Definir os dias da semana em que terão posts
  • Estabelecer o horário dos posts
  • Escolher o tipo de conteúdo

Cada plataforma exige uma determinada frequência de posts para não perder o engajamento dos seguidores. Desse modo, é bom sempre fazer testes com o seu público para ver quais os horários e dias geram mais interação.

Principais estratégias para Marketing de conteúdo B2B

Cases de sucesso

Deixar o público saber que as pessoas utilizam e recomendam sua empresa é essencial para gerar uma boa impressão.

Poste feedbacks positivos com frequência nas redes sociais e mostre que com sua marca as pessoas atingem os objetivos que desejam.

Notícias e atualizações

Tenha o costume de compartilhar notícias e informações a respeito do seu nicho. Além de manter o público atualizado, isso mostra que sua empresa está sempre atenta às mudanças e reinvenções do mercado.

Para isso, um blog é muito importante, pois servirá como um portal onde seu público poderá acessar quando quiser determinada informação.

Guias e dicas

O marketing de conteúdo tem como premissa gerar informações de valor a fim de conquistar o cliente.

Entendendo quais são as dores desse possível cliente, a melhor forma de conquistá-lo é oferecendo uma solução simples.

Sendo assim, crie ebook, artigos, vídeos ou até mesmo posts contendo dicas ou o passo a passo para resolver determinados problemas.  

Negócios b2b também podem ter estratégias de marketing de conteúdo
Negócios B2B não podem ter estratégia de conteúdo? Fake!

Agora que você já sabe como fazer o marketing de conteúdo ideal para negócios B2B, aprenda aqui como criar anúncios para esse segmento e conquiste cada vez mais clientes!

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Adoramos feedbacks e também gostaríamos de colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

Storytelling estratégico: aprenda como criar em 6 passos

storytelling em 6 passos

O storytelling estratégico é essencial se você deseja que sua marca tenha sucesso e reconhecimento nos dias de hoje. Quando se cria uma história bem planejada, ela cativa a atenção do público e você pode até mesmo conseguir clientes a partir de uma narrativa. Mais que isso, ela pode ser aplicada e replicada em todos os seus canais de comunicação

Por isso, vamos te mostrar os 6 passos principais para te ajudar a criar o storytelling ideal para sua empresa:

O que é storytelling

Na tradução literal, “Story” significa história e “telling” significa  contar. Ou seja, Storytelling é, basicamente, uma estratégia de venda que consiste em vender um produto ou serviço através de uma história em texto, imagens, vídeos, etc. O objetivo é impactar o público através de uma narrativa, para que, dessa forma, ele tenha interesse em comprar da sua marca.

Um dos maiores exemplos de cases de sucesso com Storytelling é a marca de sorvetes Häagen-Dazs. A marca nasceu nos Estados Unidos e no começo tinha o nome de Senator Frozen.

Para combater a concorrência, no entanto, o casal fundador realizou melhorias na receita e para convencer seus clientes a pagarem um valor mais alto, passaram a dizer que o produto era importado. Foi assim que decidiram criar o nome Häagen-Dazs, que supostamente teria origem dinamarquesa, mas na verdade não tem significado algum.

A estratégia foi um êxito e hoje a marca é conhecida mundialmente. Contudo, não é o melhor exemplo ético de criação de storytelling estratégico, visto que tudo foi baseado em uma mentira.

Apesar do exemplo acima, é possível sim criar um storytelling estratégico baseado em histórias verdadeiras que vão engajar seu público. Basta utilizar as ferramentas corretas e você terá uma narrativa de sucesso, confira:

6 passos para criar o Storytelling estratégico perfeito para sua empresa

1 –  Colete informações

Primeiramente, é muito importante selecionar informações sobre a sua empresa: quem é seu público-alvo, quais as suas dores e necessidades.

Defina qual a missão, visão e valores, fatos marcantes e curiosidades sobre a empresa, como foi a fundação, entre outras informações relevantes para construir a narrativa.

2 – Não crie um storytelling muito longo

Um bom storytelling exige uma mensagem simples e direta. Evite contar histórias muito longas, complexas e cheias de detalhes. O recomendado é sempre passar a mensagem de maneira entendível ao público, e você pode fazer isso com histórias cotidianas, por exemplo.

Dá só uma olhada nessa campanha do Google! Ela retrata uma família fictícia em uma atividade em comum e corriqueira: realizando compras através das pesquisas no Google.

O anúncio de apenas 30 segundos passa 100% da mensagem proposta: representar uma família comum que utiliza o Google para atividades cotidianas.

A grande maioria das pessoas vai se identificar com a família, já que o Google é o site de buscas mais utilizado do mundo.

Ou seja, lembre-se do ditado: menos é mais.

3 – Estude sobre os arquétipos para a construção do storytelling 

Arquétipos são modelos de comportamentos ou personalidade. Eles geralmente são encontrados em personagens de mitos e histórias.

As consultoras Carol Pearson e Margaret Mark, através de diversas pesquisas documentadas no livro “O Herói e o Fora-da-lei definiram que existem 12 arquétipos de marcas, confira uma breve descrição deles:

  • Inocente: Procura pela felicidade e pela fé.
  • Explorador: Independente, desbravador
  • Sábio: Entende o mundo
  • Herói: Comete atos de coragem
  • Fora-da-lei: Viola as regras
  • Mago: Transforma/altera a realidade à sua volta.
  • Cara comum: genérico, indeterminado
  • Amante: Encontra e dá amor
  • Bobo da corte: Divertido
  • Prestativo: Se importa com os outros.
  • Criador: Inova, cria novidades
  • Governante: exerce a liderança

Para definir em qual arquétipo se basear na hora de criar um storytelling estratégico, escolha bem o posicionamento que sua marca pretende seguir, entenda a personalidade do seu público e estude como cada arquétipo é aplicado em empresas específicas.

As marcas de carro em geral, são o perfeito exemplo do arquétipo explorador, pois suas propagandas utilizam temas como liberdade, aventura, independência, etc.

Já a Disney se enquadra no arquétipo inocente, isso porque ressalta a fé nos sonhos e a busca pela felicidade em suas histórias.

4 – Crie Storytelling estratégico sobre o cotidiano

No exemplo de propaganda que mostramos do Google, vimos que não é necessário criar uma história épica e irrealista para transmitir uma mensagem. Na verdade, as pessoas se identificam mais com histórias do cotidiano, pois são situações que elas vivenciam.

Por isso, ao criar um storytelling pense em como mostrar que seu produto pode ser usado de forma prática, ou mostre como sua empresa pode solucionar as dores do cliente de maneira realista, para que o público tenha uma identificação com o conteúdo.

5 – Seja verdadeiro

Você pode criar personagens e histórias fictícias para seu storytelling, desde que isso esteja claro desde o início e a mensagem transmitida seja verdadeira.

A Häagen-Dazs pode ter sido um sucesso, mas mentir no storytelling pode ser um tiro no pé para qualquer empresa, pois além de perder a credibilidade, os clientes perdem também a confiança de que sua marca prestará um bom serviço.

6 – Use gatilhos de emoção no storytelling estratégico

Para impactar o público com o storytelling estratégico é preciso apelar para o emocional. Afinal, é isso que gera conexão entre as pessoas.

A sua narrativa precisa ter início, meio e fim. O início introduz os personagens da história, o meio mostra o conflito (dores do cliente) e o fim demonstra como sua empresa pode solucionar o conflito.

As emoções podem ser as mais diversas: felicidade, tristeza, medo, bem como humor. Tudo depende do posicionamento da sua marca. O importante é fazer o público sentir algo.

O storytelling estratégico é de extrema importância para a criação do branding de uma marca, pois ele gera emoção, empatia, valor e identificação através de uma história de acordo com a realidade do cliente. Sendo assim, ao criar uma narrativa que tenha impacto no seu público-alvo, a possibilidade de conseguir mais vendas em sua empresa certamente aumentará!


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