Inteligência Artificial No Marketing Digital: 3 Estratégias

robô inteligência artificial

Se esse título pode soar como novidade, pode se tranquilizar. Neste artigo você vai saber quais são os benefícios da inteligência artificial no marketing digital, onde usar e quais as melhores estratégias.

inteligência artificial aplicada no marketing

Devemos ter em mente que a inteligência artificial já é uma realidade e é indiscutível tudo de positivo que ela pode fazer pelo marketing digital.

Mesmo com o aumento do uso da IA, é fato que esse ainda é um assunto que gera muita curiosidade e dúvida nas pessoas.

Por isso, neste post, vamos abordar alguns pontos importantes e explicar quais são as melhores estratégias para usar a IA em conjunto com o marketing digital.

O Que é Inteligência Artificial?

A maioria das pessoas, certamente já ouviu falar em inteligência artificial, no entanto, poucas sabem do que realmente se trata.

Artificial Intelligence (termo em inglês em tradução livre) é uma tecnologia que automatiza decisões a partir de dados.

Desse modo, ela funciona em três etapas principais:

  • Coleta automatizada de dados;
  • Análise das informações coletadas;
  • Interpretação dos dados obtidos;

Neste post estamos falando especificamente sobre a relação da inteligência artificial no marketing digital, mas vale observar que a mesma já é usada em diversos canais e com propósitos diferentes.

Quase sempre podemos encontrar estratégias com IA em processos que exigem velocidade nas ações.

Sendo assim, em se tratando do marketing digital, podemos dizer que essa tecnologia pode ajudar coletando dados relacionados ao perfil dos consumidores e sua jornada de compra.

Após análises desses dados, é possível criar ações muito mais assertivas e de forma rápida.

Inteligência Artificial No Marketing Digital – Como Usar?

A princípio, podemos ver a AI sendo mais utilizada em ações que exigem menos do traquejo humano, por exemplo:

  • Processamento de mensagens;
  • Análise de dados;
  • Automatização de tomada de decisões;
  • Geração de alguns conteúdos;
  • Otimização de anúncios;
  • Personalização de conteúdo em tempo real;

Um exemplo latente são as técnicas de IA usadas para produção textual (diferente deste artigo, que foi produzido por nós mesmos 😅). Falamos disso inclusive num post do nosso Instagram!

Vejamos com mais detalhes como a inteligência artificial no marketing digital vem sendo usada para otimizar anúncios. O objetivo aqui é ter um público-alvo qualificado.

Comunicação em Massa

Uma boa comunicação é fundamental no marketing digital, mas sabemos das dificuldade que é acertar o tom da comunicação em massa.

No primeiro momento nosso objetivo é alcançar o máximo possível de pessoas e sempre atingimos muita gente que não se interessa tanto pelo nosso produto.

Então, não seria bom, desde o início, poder trabalhar com um público mais propenso a comprar o que você oferece?

Segmentação

A priori, os anúncios precisam ser criados por humanos, mas em seguida, podemos usar a inteligência artificial para segmentar as campanhas e conseguir resultados melhores.

A segmentação já demonstrou ser extremamente eficaz, tendo em vista que elimina aquele público que não se interessa pelo nicho.

Dessa forma, só usamos nossa energia e dinheiro com consumidores em potencial.

As ferramentas de segmentação oferecidas pelas plataformas não são assim tão eficientes. Por exemplo, se o seu negócio for local, é comum escolher uma região para mostrar o anúncio.

Contudo, nem todas as pessoas da sua região estão à procura da solução que seu negócio oferece.

Segmentar muito os anúncios, pode ser algo muito arriscado, tendo em vista que o alcance diminui muito e o preço por clique ou conversão aumentam.

Machine learning

Com toda a certeza, a IA consegue coletar, analisar e usar muito mais dados do que nós humanos. Logo, tem maior capacidade de segmentar as campanhas.

No caso dos robôs que atuam em anúncios, a máquina precisa aprender o que é conversão. Em seguida estará preparada para as etapas seguintes:

  • Análise: nessa primeira etapa o robô tenta identificar padrões que ocorrem sempre que o anúncio é exibido.
  • Validação: após definir alguns padrões, a máquina define quais pessoas são mais propensas a comprar e mostra o anúncio apenas para elas.
  • Finalização: nessa fase o robô já consegue mapear tanto o volume de dados quanto os padrões de comportamentos das pessoas.

Benefícios Da Inteligência Artificial No Marketing Digital

Somente com essas informações você já deve ter observado que o uso da inteligência artificial no marketing digital não é mais um sonho.

As grandes marcas estão investindo alto nessa tecnologia e os resultados são os melhores possíveis.

Por certo, você deve estar se perguntando: mas quais são os benefícios? Apenas segmentar anúncios?

Óbvio que não! Podemos usar Ai de diversas formas, por isso, temos muitas vantagens. Confira:

  • Redução de custos;
  • Redução dos riscos;
  • Aceleração dos processos;
  • Aumento de conversão e da receita;
  • Melhora da satisfação do cliente e a fidelização do mesmo;

3 Maneiras De Usar Inteligência Artificial No Marketing Digital

Gostou dos benefícios advindos do uso da inteligência artificial no marketing digital? Então veja onde podemos usá-la em nossas estratégias:

1) Chatbots

Os chatbots você, certamente, já conhece e também deve torcer o nariz para essa tecnologia, pelo menos, enquanto cliente.

As pessoas não gostam de conversar com um robô, mas isso pode mudar a partir da inteligência artificial. A IA consegue entender as dúvidas com rapidez e encontra as respostas esperadas.

2) Preços Dinâmicos

Já pesquisou online pelo preço de um produto e sempre que fazia o preço aumentava? Isso acontece porque a inteligência artificial consegue definir valores ideais em tempo real.

3) Análise de Marketing Preditivo

As equipes de marketing trabalham coletando dados e analisando, mas isso pode levar muito tempo, a depender do volume. Podemos usar IA para boa parte desse processo.


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Como digitalizar a área comercial da sua empresa?

estruturando digitalmente a área comercial da empresa

No post de hoje, vamos falar sobre um assunto que tem surgido ultimamente aqui na Gama, tanto em reuniões com potenciais clientes quanto em dúvidas de empreendedores: como digitalizar a área comercial da sua empresa.

Se você conhece pouco desse setor, sente que sua empresa já não pode ficar longe das tecnologias e todo o mundo digital, este guia chegou na hora certa.

Acredite, a transformação digital chegou e as empresas não têm mais escolha. É aderir ou perder espaço no mercado e correr sério risco de fechar as portas.

Você sabe o que é a área comercial de uma empresa?

Por certo, você entende que a área comercial das empresas está relacionada às vendas, mas o conceito vai muito além.

Esse setor é responsável por influenciar a decisão de compra dos clientes, garantir que os mesmos fiquem satisfeitos em todo o processo e também por criar uma relação sólida com eles.

Sendo assim, essa área precisa conhecer bem o público da empresa, para mapear seu comportamento e criar soluções assertivas.

São os funcionários desse ambiente que conseguem descobrir as dores dos consumidores e apresentar-lhes os produtos ou serviços que podem atendê-los. Desse modo, quem acredita que o objetivo aqui é vender de qualquer forma, deve rever seus conceitos com rapidez.

Em suma, significa que, mesmo que seus profissionais continuem sendo responsáveis pelas vendas, sua atuação precisa ir além.

Por quê? Pelo simples fato de o consumidor ter mudado seu comportamento.

Quem procura por um produto deseja ser atendido com rapidez, quer receber informações detalhadas sobre o produto. O intuito é não errar na compra. Por isso, a equipe precisa entregar algo mais e fazer a diferença entre a concorrência.

Lembrando que o tema desse artigo é como digitalizar a área comercial, então tenha em mente que esse mesmo consumidor passou a comprar mais pela internet. Mais que isso, quem ainda prefere comprar de negócios locais deve lembrar de que antes de ir até uma loja, o consumidor moderno pesquisa por produtos e empresas na internet.

Ou seja, aprender digitalizar a área comercial é uma necessidade que tem relação direta com o crescimento dos negócios.

Conhecendo os principais objetivos da equipe de vendas

Para se ter uma noção mais ampla da importância desse setor, veja quais são seus objetivos:

  • Conhecer o cliente de forma profunda;
  • Mapear o comportamento do comprador;
  • Conectar as necessidades do cliente aos produtos ou serviços da empresa;
  • Também deve gerar valor para quem compra e influenciar na decisão de compra;
  • Solucionar problemas e atender às expectativas dos consumidores;
  • Vender e gerar receita para a empresa;

E sem você ainda tem dificuldade de definir os objetivos do SEU negócio, saiba como as estratégias de Objetivos SMART podem te ajudar.

Por que e como digitalizar a área comercial da empresa?

De acordo com uma pesquisa da State of Customer Experience, 76% dos consumidores esperam que as marcas entendam suas dores e atendam suas expectativas.

Desse modo, precisamos considerar o fato de os mesmos estarem mais presentes em ambientes online como as redes sociais.

Atualmente, o Google é a ferramenta mais usada para procurar produtos e dados sobre empresas, então, sabe o que vai acontecer se seu negócio não estiver lá?

Com toda a certeza, você vai perder muitas oportunidades. E o pior, deixará de ganhar dinheiro. Não se referindo apenas a criar uma boa presença digital, mas também de digitalizar a área comercial.

Significa, então, que sua equipe de vendas deve atuar nestes espaços e recorrer a todas as ferramentas online.

Em princípio, aderir à transformação digital não é um bicho de sete cabeças, mas demanda conhecimento e foco. A seguir, separamos alguns passos que vão te ajudar a estruturar a área comercial da sua empresa.

1 – Nomeie um líder

O primeiro passo sobre como digitalizar a área comercial é escolher uma liderança para gerir o projeto.

Embora toda a equipe de vendas deva ser preparada, contar com um líder é essencial para fazer com que as mudanças de mentalidade ocorram de forma organizada.

Sendo assim, esse  profissional, além de ter todas as características de liderança, ainda deve contar com conhecimento sobre transformação digital.

2 – Conscientize a equipe

Antes de começar a digitalizar o setor de vendas, tenha em mente que se trata de um grupo programado para seguir processos tradicionais e faz isso há muito tempo.

Por isso, é importante criar um plano que vise conscientizar cada funcionário sobre as mudanças que ocorrerão e como isso vai afetar seu trabalho.

Lembre-se também de que os mesmos terão que trabalhar com ferramentas diferentes e muito mais tecnologias.

3 – Faça uma análise de mercado

Como já mencionei aqui, a transformação digital é uma necessidade, ou seja, não temos escolha.

Isso significa que seus concorrentes já estão se digitalizando e a vantagem disso é que você poderá analisá-los e descobrir quais estratégias estão sendo usadas.

É assim que as marcas entendem o que funciona e o que não traz bons resultados.

Por certo, essa é uma tarefa árdua, mas se você não possui uma equipe que possa trabalhar nisso, nós da Gama oferecemos serviços de alta qualidade e podemos te ajudar.

Uma das estratégias de marketing digital que não podem faltar é o Inbound Marketing. E aqui na Gama entregamos o melhor para o seu negócio.

4 – Desenvolva um plano estratégico

A melhor forma de garantir uma equipe entrosada e resultados positivos é seguindo um plano.

Diante de objetivos definidos e prazos, a equipe de vendas, sem dúvida, conseguirá ter melhor desempenho.

5 – Como digitalizar a área comercial – treine seus vendedores

Não dá para falar sobre como digitalizar a área comercial sem falar em treinamento. Isso porque, mesmo com um bom planejamento e os vendedores conscientes, é preciso contar com a prática.

Nesse caso, tanto o líder quanto o setor de RH são de fundamental importância!


Agora você pode analisar por sua conta se o negócio precisa ter sua área comercial digitalizada. Caso queira entender como isso funcionaria, na prática, com as soluções da Gama, entre em contato com nossa equipe!

Inside Sales: o que é e como implementar na empresa?

venda interna empresa

Hoje vamos falar sobre inside sales, uma ferramenta que nos permite, ao mesmo tempo, reduzir os custos de vendas, otimizar o tempo e vender mais. Entenda como funciona!

Quero começar esse post dando uma boa notícia. Na verdade, ótima! A seguir, você vai conhecer uma ferramenta poderosa e que vai te ajudar a reduzir os custos da sua empresa em mais de 80%.

Estamos diante de uma ferramenta que vem demonstrando muitos benefícios quando aliada a uma boa gestão de negócios.

Confira todas as informações sobre inside sales, descubra como implementar e experimente crescimento sem gastar muito.

O que é Inside Sales?

As vendas externas são, sem dúvida, um desafio para quem atua no mundo empresarial. Existem muitos contratempos que acabam reduzindo a produtividade e também as vendas. Fatores que enxergamos como algo natural.

Por exemplo, a necessidade de criar e participar de várias reuniões, muitas vezes em locais diferentes.

Por certo, já ouviu seus vendedores reclamarem que precisam sair para apresentar um produto e só após se deslocar até o cliente em potencial, descobre que o mesmo não deseja o que tem a oferecer.

No caso dos vendedores internos, eles precisam esperar que o cliente venha para, então, apresentar o projeto.

Em síntese, são situações que se tornaram comuns, mas é importante encontrar meios de controlá-las para aumentar os lucros. É nesse momento que o inside sales, um método de venda extremamente eficaz, vai ajudar.

Traduzido literalmente, esse termo significa “vender de dentro da empresa”. Trata-se de uma metodologia que usa as tecnologias, como internet e telefone, para reduzir custos e aumentar as vendas.

Por exemplo, o inside sales reduz a necessidade de deslocamento dos vendedores e nos permite investir em clientes em potencial, não em qualquer um.

Como Funciona?

A princípio, no inside sales as vendas são realizadas de forma interna, ou seja, sua equipe de vendas não precisa visitar clientes. Além disso, saímos daquela inércia de aguardar que as pessoas reconheçam seu problema e só então nos procurem por uma solução.

Nesse caso, estamos sempre em ação e fazemos as abordagens por meio de telefone ou internet. Um dos motivos para que essa técnica seja tão eficaz é que não deixamos de atender a nenhum dos processos de vendas.

venda interna empresa

É possível sanar dúvidas, passar informações sobre produtos, fazer demonstração e muito mais! Vale observar que, nessas condições, ainda são os vendedores que tomam a iniciativa de procurar os clientes, ou seja, são proativos.

Vale a pena investir nessa ação de marketing?

Agora vamos à questão cerne: o inside sales funciona? Posso garantir que sim e já existem muitos números que comprovam sua eficiência.

De acordo com uma pesquisa recente, a adesão a essa técnica aumentou 15 vezes. Se as empresas estão investindo é porque, de fato, estão obtendo retorno.

Mas vamos falar sobre benefícios… O que você ganha apostando em inside sales?

Inside Sales X Outside Sales

Para entender melhor, vamos entender a diferença entre inside sales e outside sales que é a forma tradicional como trabalhamos. Estudos já comprovaram que o modelo outside sales faz com que os vendedores percam muito tempo. Na verdade, eles gastam apenas 14% do seu tempo vendendo.

Embora tenhamos aqui um processo pulverizado, o que se pode notar é que as vendas online prevalecem. No home office, conseguimos alcançar muito mais público do que visitando os mesmos, então, não há o que discutir.

Confira uma lista com os principais benefícios desse modelo de ação focada em vendas e saiba o que pode obter:

  • Melhor custo-benefício: segundo dados de uma matéria do Viver de Blog, uma venda de inside sales é até 62% mais barata;
  • Melhor experiência do cliente: o modelo antigo, além de pouco prático, sem dúvida, costuma ser inconveniente. Os clientes preferem atendimento online a ter que se deslocar ou receber alguém;
  • Maior produtividade: em pouco tempo, você verá que sua equipe de vendas estará muito mais produtiva. Com ajuda de ferramentas online, o alcance será maior;
  • Suporte e vendas com Ticket alto: essa é uma dúvida de quem trabalha com vendas em valores mais expressivos. A dica aqui é usar o inside sales para aprimorar a abordagem.

Por exemplo, seus vendedores conseguirão chegar à frente da concorrência e sabemos como isso é importante para fechar negócio;

Quais empresas devem usar o inside sales?

O inside sales é indicado para qualquer negócio que trabalhe com marketing digital. No entanto, se a sua área não te permite ficar apenas com esse modelo, vale a pena criar um plano para uso em conjunto com o outside sales.

Para saber melhor se está é uma boa opção para você, veja esse artigo super completo sobre o assunto.

Como implementar inside sales na empresa?

Como estamos falando sobre uma estratégia dentro do marketing digital com foco em vendas, deve-se trabalhar com produção de conteúdo e Inbound Marketing.

O conteúdo é a ferramenta que liga a marca ao seu público e assume importante papel de atração, em um primeiro momento. Contudo, para conseguir bons resultados, é necessário saber o que esses consumidores desejam. Além disso, é fundamental não ser invasivo.

Quer começar a vender 3x mais com uma abordagem assertiva e eficaz? A Gama cria sua tática de inside sales, Inbound Marketing e muito mais. Entre em contato agora com a nossa equipe e descubra como poderemos te ajudar!

Público-alvo e persona: para quem você vende?

personas

Muito além de ter bons produtos e criar boas estratégias de vendas, sua empresa precisa saber para quem vender, aplicando os conceitos de público-alvo e persona. Só assim a sua estratégia de Marketing Digital terá sucesso.

Antigamente, as mercearias e mercadinhos locais literalmente conheciam seus clientes. Ainda hoje, em algumas localidades, isso ainda acontece. São estabelecimentos familiares, que acabam fazendo parte da comunidade e se relacionam com todos no bairro. Isso sem falar no bom e velho fiado, aquela compra anotada no caderninho e paga no final do mês.

Saudosismos à parte, isso não funciona mais no mercado atual. Porém, se você quer fazer bons negócios, crescer como empresa e de fato criar estratégias de marketing digital que vendam, será fundamental resgatar um pouco desse conhecimento dos seus consumidores.

Calma, você não precisa saber o nome de todos eles, mas sim entender quais tipos de pessoas são mais propensas a consumidor seus produtos e/ou serviços. Para colocar isso em prática, existem dois conceitos básicos, que podem ser excludentes sem ser rivais, ou mesmo complementares: público-alvo e persona.

Para quem você vende?

Pense comigo. Você resolve abrir uma loja física de artigos de inverno, que inclui desde roupas e calçados para frio intenso, até produtos voltados para esportes de neve. Você monta uma vitrine incrível, cria uma estrutura com produtos que são referência de mercado e instala sua loja em… Salvador! Qual a chance de dar certo?

Claro que citamos um exemplo extremo, mas é para ficar bem explícito que esse negócio está fadado ao fracasso. Simplesmente porque é óbvio que seus consumidores não são moradores da quentíssima capital baiana!

Então, antes mesmo de montar sua estratégia de marketing digital, saiba para quem você vende, ou para quem você quer vender.

Saber quem é o seu potencial consumidor é uma das principais etapas de um planejamento de marketing. Confira AQUI como montar um planejamento de marketing em 4 etapas.

Público-Alvo

Você já deve ter sido avisado por alguém, possivelmente pais ou avós, de que tentar abraçar o mundo é muito difícil. Ao invés de querer agradar todos e não conseguir agradar ninguém, se esforce para abraçar os poucos e bons, que realmente têm conexão com a sua marca, e crie uma troca importante para todos vocês.

A lógica da comunicação como vetor para geração de novos negócios merece esse mesmo cuidado, e a técnica de Público-Alvo tem exatamente este papel. Essa técnica se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante, e ela surge como o primeiro passo para você organizar as pessoas que devem receber os seus esforços de comunicação.

Através de uma pesquisa você deverá encontrar informações relacionadas ao seu comportamento de compra, hábitos de consumo, classe social, dados demográficos, condição socioeconômica e preferências. Estas informações podem ser encontradas em ferramentas analíticas das redes sociais ou com parceiros de negócio como associações comerciais e sites de organizações públicas.

Por meio dessa técnica, você desenvolve públicos muito bons para trabalhar na sua jornada de comunicação e a indicação é muito válida por inúmeros motivos, mas destacaremos dois:

  1. Suas informações são enriquecidas por todo o pacote de empresas Facebook (como Instagram, WhatsApp entre outros), o que possibilita uma distribuição de mensagens relevantes para inúmeros grupos de pessoas.
  2. Você pode se desenvolver tecnicamente não só nesta plataforma, mas na estrutura de divulgação geral do Facebook com treinamento online gratuito através da plataforma Blueprint.

Processo criativo

Para auxiliar no desenvolvimento de criação, procure nortear suas pesquisas com 3 principais perguntas, mesmo que para chegar nestas respostas você precise detalhar um pouco mais.

  1. Por que as pessoas se beneficiam ao usar seu produto ou serviço?
  2. Quem são estas pessoas?
  3. Existem grupos distintos que podem utilizar o seu produto ou serviço?

Aplicando esta técnica, você vai iniciar um processo de conhecimento de mercado que te levará a um outro nível de atuação. Mas tenha paciência e foco para seguir de maneira detalhada cada esforço. As principais características da técnica de Público-Alvo são: Definição ampla, não fala sobre hábitos pessoais, não se refere a uma pessoa específica e sim a pessoas que podem se interessar pelo seu produto ou serviço. Ela é indicada para qualquer modelo de negócio em qualquer mercado.

público alvo

Persona

Na técnica de Persona a ideia é segmentar ainda mais essa definição de público. Sendo assim, você deverá nomear e também evoluir muito na descrição da pessoa envolvida. Só que neste caso, a pessoa é o seu consumidor ideal.

Também conhecida como Avatar ou Buyer Persona, esta técnica foca no desenvolvimento de um personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário a partir de seus comportamentos e atitudes. O processo criativo conta com um embasamento real para a definição de personagens, e tem como foco nos afastar do achismo, embasando todo o esforço de comunicação para a criação de conteúdo para quem este faça muito sentido.

A Persona pode ser definida como um método de segmentação de mercado complementar ao Público-Alvo. Esta técnica permite que você evolua das possibilidades de pessoas que consumiriam a sua solução para a pessoa certa que vai consumir a sua solução. Para criar a Persona, é preciso pesquisar MUITO. Foque em achar resposta para questionamentos como:

  • Quem são os seus clientes?
  • Com o que trabalham?
  • O que fazem durante o dia?
  • Como se informam?
  • Quais são suas maiores necessidades?

Assim, a Persona terá um embasamento completo em dados, não em suposições da equipe ou do profissional de marketing.

Onde se aplica a Persona?

O conceito ficou muito popular com o aumento significativo do Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing (para saber mais sobre estas estratégias de marketing digital, confira AQUI um post completo), e hoje a Persona se caracteriza como passo fundamental para uma estratégia de marketing digital, principalmente por qualificar o refino de mensagens criadas para diferentes consumidores.

Personas diferentes
Você pode criar diferentes Personas, voltadas para diferentes departamentos do seu negócio.

E isto é significativo: você pode criar mais de uma Persona para a sua marca, sempre considerando as suas diferentes ofertas de produtos e serviços. Como principais características, você terá uma definição especifica, detalhes sobre hábitos e profissão, há um personagem específico e a definição de um consumidor ideal.

Comparativo: Público-alvo e Persona

No quadro a seguir, você poderá ter uma ideia visual das diferenças entre as duas técnicas:

PÚBLICO-ALVOPERSONA
Definição amplaDefinição específica
Não fala sobre hábitos pessoaisDetalhes sobre hábitos e profissão
Não se refere a uma pessoa específicaHá um personagem específico
Pessoas que podem se interessarConsumidor ideal

Público-alvo e Persona: Conexão Emocional

As relações entre consumidores e marcas nunca foi tão próxima, criando um valor muito relevante para ambos. O desenvolvimento do marketing em cada uma das eras mostra como o foco central no produto foi mudando de acordo com a evolução da sociedade até chegar no coração do consumidor. E o mercado digital oportunizou uma evolução em escala para todas as marcas, sejam elas novas ou centenárias, no formato de se comunicar e se relacionar.

O consumidor facilmente irá esquecer uma mensagem, uma imagem e até mesmo um produto ou serviço, mas ele jamais irá esquecer uma emoção vivida. E é neste ponto que você deve pensar. Como a sua mensagem pode tocar o coração do consumidor e oportunizar a ele algo realmente novo, marcante e inesquecível?

Público-alvo e persona: defina seu target
Conheça seu público e defina seu TARGET!
Foto: Richard W. Rodriguez/ AP Images

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Storytelling estratégico: aprenda como criar em 6 passos

storytelling em 6 passos

O storytelling estratégico é essencial se você deseja que sua marca tenha sucesso e reconhecimento nos dias de hoje. Quando se cria uma história bem planejada, ela cativa a atenção do público e você pode até mesmo conseguir clientes a partir de uma narrativa. Mais que isso, ela pode ser aplicada e replicada em todos os seus canais de comunicação

Por isso, vamos te mostrar os 6 passos principais para te ajudar a criar o storytelling ideal para sua empresa:

O que é storytelling

Na tradução literal, “Story” significa história e “telling” significa  contar. Ou seja, Storytelling é, basicamente, uma estratégia de venda que consiste em vender um produto ou serviço através de uma história em texto, imagens, vídeos, etc. O objetivo é impactar o público através de uma narrativa, para que, dessa forma, ele tenha interesse em comprar da sua marca.

Um dos maiores exemplos de cases de sucesso com Storytelling é a marca de sorvetes Häagen-Dazs. A marca nasceu nos Estados Unidos e no começo tinha o nome de Senator Frozen.

Para combater a concorrência, no entanto, o casal fundador realizou melhorias na receita e para convencer seus clientes a pagarem um valor mais alto, passaram a dizer que o produto era importado. Foi assim que decidiram criar o nome Häagen-Dazs, que supostamente teria origem dinamarquesa, mas na verdade não tem significado algum.

A estratégia foi um êxito e hoje a marca é conhecida mundialmente. Contudo, não é o melhor exemplo ético de criação de storytelling estratégico, visto que tudo foi baseado em uma mentira.

Apesar do exemplo acima, é possível sim criar um storytelling estratégico baseado em histórias verdadeiras que vão engajar seu público. Basta utilizar as ferramentas corretas e você terá uma narrativa de sucesso, confira:

6 passos para criar o Storytelling estratégico perfeito para sua empresa

1 –  Colete informações

Primeiramente, é muito importante selecionar informações sobre a sua empresa: quem é seu público-alvo, quais as suas dores e necessidades.

Defina qual a missão, visão e valores, fatos marcantes e curiosidades sobre a empresa, como foi a fundação, entre outras informações relevantes para construir a narrativa.

2 – Não crie um storytelling muito longo

Um bom storytelling exige uma mensagem simples e direta. Evite contar histórias muito longas, complexas e cheias de detalhes. O recomendado é sempre passar a mensagem de maneira entendível ao público, e você pode fazer isso com histórias cotidianas, por exemplo.

Dá só uma olhada nessa campanha do Google! Ela retrata uma família fictícia em uma atividade em comum e corriqueira: realizando compras através das pesquisas no Google.

O anúncio de apenas 30 segundos passa 100% da mensagem proposta: representar uma família comum que utiliza o Google para atividades cotidianas.

A grande maioria das pessoas vai se identificar com a família, já que o Google é o site de buscas mais utilizado do mundo.

Ou seja, lembre-se do ditado: menos é mais.

3 – Estude sobre os arquétipos para a construção do storytelling 

Arquétipos são modelos de comportamentos ou personalidade. Eles geralmente são encontrados em personagens de mitos e histórias.

As consultoras Carol Pearson e Margaret Mark, através de diversas pesquisas documentadas no livro “O Herói e o Fora-da-lei definiram que existem 12 arquétipos de marcas, confira uma breve descrição deles:

  • Inocente: Procura pela felicidade e pela fé.
  • Explorador: Independente, desbravador
  • Sábio: Entende o mundo
  • Herói: Comete atos de coragem
  • Fora-da-lei: Viola as regras
  • Mago: Transforma/altera a realidade à sua volta.
  • Cara comum: genérico, indeterminado
  • Amante: Encontra e dá amor
  • Bobo da corte: Divertido
  • Prestativo: Se importa com os outros.
  • Criador: Inova, cria novidades
  • Governante: exerce a liderança

Para definir em qual arquétipo se basear na hora de criar um storytelling estratégico, escolha bem o posicionamento que sua marca pretende seguir, entenda a personalidade do seu público e estude como cada arquétipo é aplicado em empresas específicas.

As marcas de carro em geral, são o perfeito exemplo do arquétipo explorador, pois suas propagandas utilizam temas como liberdade, aventura, independência, etc.

Já a Disney se enquadra no arquétipo inocente, isso porque ressalta a fé nos sonhos e a busca pela felicidade em suas histórias.

4 – Crie Storytelling estratégico sobre o cotidiano

No exemplo de propaganda que mostramos do Google, vimos que não é necessário criar uma história épica e irrealista para transmitir uma mensagem. Na verdade, as pessoas se identificam mais com histórias do cotidiano, pois são situações que elas vivenciam.

Por isso, ao criar um storytelling pense em como mostrar que seu produto pode ser usado de forma prática, ou mostre como sua empresa pode solucionar as dores do cliente de maneira realista, para que o público tenha uma identificação com o conteúdo.

5 – Seja verdadeiro

Você pode criar personagens e histórias fictícias para seu storytelling, desde que isso esteja claro desde o início e a mensagem transmitida seja verdadeira.

A Häagen-Dazs pode ter sido um sucesso, mas mentir no storytelling pode ser um tiro no pé para qualquer empresa, pois além de perder a credibilidade, os clientes perdem também a confiança de que sua marca prestará um bom serviço.

6 – Use gatilhos de emoção no storytelling estratégico

Para impactar o público com o storytelling estratégico é preciso apelar para o emocional. Afinal, é isso que gera conexão entre as pessoas.

A sua narrativa precisa ter início, meio e fim. O início introduz os personagens da história, o meio mostra o conflito (dores do cliente) e o fim demonstra como sua empresa pode solucionar o conflito.

As emoções podem ser as mais diversas: felicidade, tristeza, medo, bem como humor. Tudo depende do posicionamento da sua marca. O importante é fazer o público sentir algo.

O storytelling estratégico é de extrema importância para a criação do branding de uma marca, pois ele gera emoção, empatia, valor e identificação através de uma história de acordo com a realidade do cliente. Sendo assim, ao criar uma narrativa que tenha impacto no seu público-alvo, a possibilidade de conseguir mais vendas em sua empresa certamente aumentará!


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8 ações para transformar sua empresa offline em online

Com a crise do Coronavírus, que impactou fortemente a economia principalmente nos anos de 2020 e 2021, uma tendência que já vinha crescendo teve um aumento explosivo: a transformação da empresa offline em online. Conforme mais pessoas passaram a ficar em suas casas, a necessidade das compras online cresceu e, por isso, a demanda por empresas online se viu extremamente necessária.

Dessa forma, se você deseja migrar a sua empresa offline para o online é importante levar em consideração diversas práticas utilizadas no meio digital diferentes do planejamento de um negócio físico.

Como colocar em prática?

Confira 6 dicas (e mais 2 bônus no final) de como explorar seu negócio local na versão online:

1. Estude o seu mercado

Apesar das inúmeras diferenças entre o físico e o digital, o primeiro passo para transformar sua empresa offline em online é o mesmo que qualquer tipo de negócio: estudar o mercado.

Esse processo é muito importante para garantir bons resultados, além de evitar gastos desnecessários. Baseie seu estudo nos seguintes tópicos: 

  • Benchmarking: é uma pesquisa profunda acerca da concorrência e como ela atua no mercado, a fim de integrar as melhores práticas ao seu negócio online;
  • Estudo de mercado geral: aqui, você precisa determinar quais as dores, demandas e resultados do segmento em que sua empresa atuará.
  • Estudo do público: nessa etapa é preciso entender quem é seu público-alvo, quais são suas necessidades, comportamentos e preferências.
  • Persona: a partir da análise de público-alvo, dados e feedbacks de clientes, crie uma representação fictícia do cliente ideal para seu negócio online. Isso serve para ter um direcionamento nos conteúdos produzidos.
  • Marketing Digital: se você deseja transformar sua empresa offline em online, é essencial estudar e planejar estratégias de marketing digital. Elas vão atrair o público ao canal desejado.

2. Crie uma conta para sua empresa online no Google Meu Negócio

O Google Meu Negócio é uma plataforma gratuita do Google para gerenciamento dos negócios locais no site. Ou seja, com ela, sua empresa vai aparecer nos resultados das buscas do Google e no Google Maps.

Contudo, se você deseja transformar sua empresa offline em 100% online, não será possível utilizar os serviços do Google Meu Negócio, visto que a ferramenta é voltada para endereços físicos. 

Você pode saber tudo sobre as funcionalidades e utilização do Google Meu Negócio neste artigo.

3. Gerencie os leads

Os leads são os seus possíveis clientes, algo muito valioso para o marketing digital.

O meio mais comum de conseguir esses leads é de forma orgânica, oferecendo um conteúdo de valor, amostra grátis de um serviço, etc. Em troca, o possível cliente fornece seus dados: e-mail, telefone, entre outros.

Com isso, você forma uma base de contatos bem estruturada e pode manter-se mais próximo da sua audiência, conhecer seu público e mandar propostas segmentadas.

Entretanto, é impossível armazenar e gerir todos esses dados manualmente. Dessa forma, você vai precisar de ferramentas específicas para gerenciamento de leads.

Os sites mais utilizados pelas empresas online no Brasil são a ofertas mais conhecidas por aqui são o HubSpot, o Salesforce, e o RD Station.

Essas ferramentas permitem que você acompanhe de perto os consumidores em potencial, dessa maneira, garantem a passagem por todas as etapas do funil de vendas. 

4. Mantenha os meios de comercialização e pagamento de sua empresa online simplificados

Um passo extremamente necessário para transformar sua empresa offline em online, é manter, acima de tudo, o processo de compra o mais simples possível. Uma boa plataforma de e-commerce e um sistema de pagamento seguro têm papel fundamental nisso.

Visto que cada vez mais pessoas estão aderindo às compras online, a concorrência vai aumentando gradualmente, desse modo, os clientes sempre darão preferência às lojas com plataformas intuitivas e comprovadamente seguras.

Por isso, na hora de transformar sua empresa offline em online, faça um bom planejamento de logística, estoque e pesquisas de plataformas de e-commerce.

5. Faça um planejamento de Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo no online é feito, basicamente, de duas maneiras: atraindo o público orgânico (Inbound marketing), ou utilizando o tráfego pago (Outbound Marketing).

O primeiro método, é a criação de conteúdos de valor em diversos canais como posts para redes sociais, sites, artigos para blog com otimização em SEO, bem como email marketing. Nessa estratégia, é o público que vai até sua empresa.

Em segundo lugar, no Outbound marketing, sua empresa é quem irá até o possível cliente, através do tráfego pago. Você paga um valor para anunciar suas campanhas publicitárias a um público segmentado de leads.

Com o Inbound Marketing, você obtém um público fiel, mantido a longo prazo; já com o Outbound Marketing, você consegue atingir uma quantidade maior de pessoas em menos tempo.

As duas estratégias devem ser utilizadas em conjunto, mas de modo que não entrem em conflito.

6. Mantenha o público de sua empresa engajado

Os consumidores no meio digital, em geral, não desejam somente fazer uma compra. Eles precisam ter uma boa experiência com a empresa, conhecer sua missão, visão e valores, para enfim, identificar-se com ela e só então realizar a compra.

Isso significa que a sua marca precisa demonstrar que não é somente uma prestadora de serviços, mas sim, que há humanos por trás fazendo o trabalho acontecer. Por isso, uma boa comunicação através das redes sociais é um fator muito relevante a ser considerado na hora de migrar a empresa offline para o online.

Crie posts que promovam interação, responda mensagens, comentários, e, se possível, contrate uma equipe especializada em gestão de redes sociais. Assim, sua marca vai mostrar a importância que dá ao cliente.

2 ações bônus para transformar sua empresa offline em online:

Uma loja online não é algo imprescindível para gerar vendas no ambiente digital. No entanto, se futuramente você deseja transformar sua empresa offline em um e-commerce, confira mais 2 dicas úteis para obter sucesso no meio digital:

Registre um domínio

O domínio é o endereço do seu site, aquilo que vai antes do .com. Comprar um domínio torna o nome de seu site exclusivo e inconfundível. Além disso, é muito provável que mais clientes encontrarão seu site, visto que ele aparecerá nos mecanismos de busca. 

Vale ressaltar a importância da escolha da palavra-chave na criação do domínio. Utilizar o nome de sua marca favorece o posicionamento da página na web, contudo, você pode também registrar o domínio com uma palavra muito relacionada ao seu segmento. Dessa forma você atrai pessoas interessadas que podem virar clientes.

Crie um site

Com o domínio criado, agora você precisa definir onde o site será hospedado. Se você não tem conhecimento em criação de sites, é necessário contratar um especialista na função.

O software mais comum de hospedagem de sites é o WordPress, que possui uma estrutura simplificada e totalmente personalizável. Para saber mais sobre as diferentes opções de sites, acesse esse conteúdo clicando aqui.


Agora que você já sabe todas as ações necessárias para transformar sua empresa offline em online, coloque o plano em prática e conquiste cada vez mais clientes no digital!

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui. A transformação digital da sua empresa pode começar por uma parceria com a Gama. Contate a nossa equipe e descubra como podemos te ajudar!

Por que o briefing no marketing digital é tão importante?

briefing no marketing digital

Talvez você não saiba, mas o briefing no marketing digital é a evolução de um conceito que pode ser aplicado em diversos setores. Para desenvolver um projeto com eficiência, sempre será fundamental ter um bom briefing. Afinal, é nele que vão constar todas as informações importantes como prazos, metas, dados do cliente e instruções de como realizar o trabalho.

Muitas vezes as empresas não dão a atenção devida à criação do briefing para um projeto. Às vezes por falta de tempo ou simplesmente por não saber a importância de centralizar todas as informações num mesmo documento.

Por isso, vamos mostrar porquê você deve começar agora mesmo a fazer briefings para o marketing digital de sua empresa:

O que é briefing?

Briefing significa “instrução” em inglês. Ou seja, é um tipo de documento que organiza todas as informações necessárias para realizar um projeto no marketing digital. Esse projeto pode ser desde uma campanha publicitária até um planejamento de posts para redes sociais.

No briefing deve constar o máximo de detalhes possível, como os objetivos do projeto, identidade visual, público-alvo, história da empresa, resultados a serem atingidos, entre outras questões relevantes.

Em resumo, o briefing é uma espécie de manual de instruções para a execução de um trabalho.

Por que o briefing no marketing digital é importante?

É primordial criar um briefing no marketing digital, e isso se dá por um simples motivo: assim, o projeto será bem executado. Pois ao receber todos os detalhes, a empresa/agência saberá exatamente o que o cliente deseja.

Um erro gravíssimo é deixar o briefing de lado, na intenção de iniciar com mais rapidez o serviço. Essa atitude pode ser um tiro no pé tanto do cliente quanto da empresa. Afinal, um briefing mal executado faz com que o profissional responsável não tenha a orientação necessária para realizar o projeto.

Por exemplo: o cliente deseja que uma campanha de anúncios seja direcionada apenas ao público masculino. Se isso não for explícito no briefing, ele perderá dinheiro, visto que a equipe irá investir em mídia paga direcionada tanto a homens quanto mulheres.

Por isso é extremamente importante criar um briefing detalhado. Além de orientar a equipe na execução de um projeto de qualidade, ele antecipa diversos problemas que podem surgir. Como erros no direcionamento de público-alvo, que exemplificamos acima.

Benefícios do briefing no marketing digital

Um briefing bem elaborado traz inúmeros benefícios para a agência e o cliente. Os primeiros deles:

  • Organizar o fluxo de ideias;
  • Direcionar as tarefas dentro do projeto;

Além disso, quando o cliente dá detalhes sobre um produto ou serviço fica muito mais fácil ter ideias de como elaborar a criação de conteúdo.

Mas, acima de tudo, o briefing serve para garantir que o cliente e a agência estejam falando a “mesma língua”. Ou seja, que estejam de acordo com o que deve ser feito.

Porém, o que exatamente deve constar no briefing para que isso ocorra? Veja a seguir:

O que um briefing no marketing digital precisa ter?

O segredo para um bom briefing é perguntar as coisas certas ao cliente. Isso porque assim ele pode responder de forma clara todos os detalhes importantes do trabalho.

Uma dica é criar um formulário com as seguintes perguntas:

Quem é o cliente?

Peça para o cliente falar sobre a história da empresa, missão, visão e valores, produtos e serviços, concorrentes e quais problemas ele soluciona.

O que o cliente já fez em comunicação?

Pergunte e faça um compilado de todas as ações de marketing que a marca do cliente já desenvolveu. Saiba se ele possui site, redes sociais, identidade visual e principalmente os resultados dessas ações..

Objetivo do projeto?

Procure entender o motivo pelo qual o cliente deseja realizar o serviço de marketing digital e quais resultados ele espera alcançar com este projeto.

Detalhes técnicos do projeto?

Pergunte sobre o público-alvo, mídias utilizadas, orçamento disponível e identidade visual. Verifique também se há algo que o cliente não quer que seja feito.

Quais são os prazos?

Por fim, alinhe com o cliente os prazos do projeto. Além disso, veja se é possível conciliar a expectativa do cliente com a capacidade de produção da agência.

Um briefing bem estruturado reflete diretamente na organização de um projeto.

Ao organizar o documento por segmentação e com detalhes, as equipes de cada área (como criação, planejamento, mídias, etc.) terão em mente o que deverão fazer de forma clara e objetiva, evitando assim retrabalhos  desnecessários e resultados mais assertivos.


Então agora que você entende a importância de um briefing para serviços de marketing digital, certifique-se sempre de criá-lo na hora de realizar seus projetos. E se precisar de uma parceria para aplicar tudo isso nas suas estratégias, conte com a Gama!

Objetivos SMART em estratégias de marketing

Não é novidade que toda empresa precisa traçar um planejamento para obter sucesso e, nesse sentido, definir objetivos SMART são estratégias fundamentais. Mas o que quer dizer esse termo? É isso que veremos neste post!

Já falamos diversas vezes e sempre repetiremos: o passo ZERO para definição das suas estratégias de marketing é ter planejamento. Dentro dos passos para o planejamento ideal, está a definição de metas bem estabelecidas para que seu negócio tenha sucesso. Mas não pense que isto é uma tarefa muito fácil.

Pode-se dizer que todo empresário tem um grande objetivo ao criar a sua empresa. Nesse sentido esta meta principal está relacionada a obter sucesso, ter retorno financeiro, crescer no seu mercado de trabalho, etc… Mas para chegar até este nível, é preciso definir TODOS os passos, estabelecer metas em cada processo e valorizar as pequenas vitórias.

Então vamos lá, está na hora de conhecer a melhor maneira de fazer isso: definindo objetivos SMART. Antes de mais nada, você precisa saber o que isso, de fato, quer dizer!

Como surgiu o termo SMART?

Apesar de parecer somente mais uma palavra americana (em inglês, smart significa inteligente ou esperto), SMART é um acrônimo formado pelas iniciais das palavras Specific, Measurable, Attainable, Realistic e Time-bound. Como podem perceber, são palavras na língua inglesa. Logo mais veremos o que cada uma delas significa dentro deste contexto.

Voltando portanto ao surgimento deste termo, registros apontam seu surgimento em 1981, por meio do consultor George T. Doran, que publicou um artigo chamado There’s a S.M.A.R.T. Way to Write Management’s Goals and Objectives. Neste artigo, o questionamento principal eram as dúvidas que gestores da época tinham ao definir objetivos nas suas empresas. Doran, então, propôs esta metodologia e esta passou a ser incorporada no mundo dos negócios.

Postada há 10 anos, esta entrevista com Doran revela como surgiu a ideia dos objetivos SMART.

Ao longo do tempo, algumas empresas inclusive adaptaram algumas partes da metodologia, sem modificar, no entanto, a estrutura da palavra. Dessa forma, alguns exemplos são as mudanças para Significant (relevante) para o “S” e Action-Oriented (orientado para ação) para o “A”.

O que significa cada letra da metodologia de objetivos SMART?

Antes de mais nada, definir objetivos pode ser bem amplo. O que você deseja obter ao colocar um produto à venda? A resposta é bem simples: vendê-lo! Porém, como isso será feito e quais indicadores chave de desempenho (Key Performance Indicator = KPI) serão levados em conta? É aí que entram os objetivos SMART!

planejamento de objetivos SMART

Agora você entenderá como essa metodologia impactará na sua definição de objetivos SMART.

S – Specific (seja específico)

A primeira orientação é bem clara, voltada à especificidade. É fundamental inserir no seu objetivo SMART exatamente quais esforços você terá que fazer para alcançá-lo. Não basta dizer que deseja “mais usuários visitando seu site”, pois isso é o que todos que têm um site querem. Defina QUANTOS usuários a mais você deseja atrair.

Seja o mais específico possível, pois objetivos amplos tendem a não se concretizar. Mais que isso, tenha muito claro para sua equipe como você irá medir isso tudo, tornando-o perfeitamente tangível.

M – Measurable (defina objetivos mensuráveis)

Métricas! Como saber se você alcançou seu objetivo se não tem como medir esse resultado? Neste caso, é fundamental estabelecer parâmetros para se definir um objetivo que possa ter seu sucesso – ou fracasso – medido posteriormente.

Ao invés de objetivar “obter mais leads nas campanhas de tráfego pago”, projete qual número gostaria de alcançar e defina que gostaria de “obter 25% mais lead nas campanhas de tráfego”, pois você poderá comparar dados e metrificar informações.

A – Attainable (defina objetivos atingíveis)

Essa letra se refere àquela conhecida frase ‘dá uma segurada’. Brincadeira, não é pra tanto, mas tem tudo a ver. É fundamental não ‘viajar’ tão longe na definição do seu objetivo. Portanto, pense em metas que você poderá atingir.

É bacana projetar números desafiadores, mas se fugir do tangível pode se tornar um tiro no pé. Nesse caso, experiência no que está fazendo e benchmarking serão bases fortes para traçar seus planos.

Analise o que o seu negócio pode obter hoje e, depois de executar suas ações, qual a real capacidade do seu negócio e da sua equipe.

R – Realistic (seja realista)

Esta parte do objetivo SMART está diretamente ligada à anterior. Para saber se um objetivo é atingível, é fundamental ser realista e saber exatamente o que seu negócio pode oferecer. Considere limitações, avalie as necessidades e projete – como já falamos – pequenas vitórias.

Nesse caso, superar expectativas a cada objetivo SMART definido pode gerar resultados muito mais expressivos do que eventuais frustrações ou pressões por não bater a meta.

T – Time-bound (defina um prazo)

Objetivos longos não dimensionam exatamente tudo que sua empresa precisa fazer para alcançá-lo. Naturalmente, num processo de desenvolvimento de entrega a dedicação acaba se intensificando na fase final.

Objetivos sem prazo definido são desgastantes e tendem a não se realizarem da melhor forma. Cada objetivo longo não atingido, deve ser refeito e gera perda de dinheiro e retrabalho.

Importante, nesse sentido, é não prorrogar prazos. Ao final do tempo estabelecido, avalie os resultados e REFAÇA o novo objetivo, defina novos planos, ajustando cada parte do objetivo.

Dados estatísticos como base para objetivos SMART

“Não há nada mais inútil do que fazer bem feito algo que não precisava ser feito”

Peter Drucker

A frase acima, proferida pelo cara que é considerado o Pai da Administração Moderna, sintetiza o que os objetivos SMART querem combater. Em determinados momentos, setores da empresas podem até atingir objetivos sem sequer saber como isto foi feito. Por outro lado, empresários acabam definindo metas amplas e inalcançáveis, o que gera frustrações.

Para que isto fique ainda mais claro para você conseguir colocar tudo em prática, vamos listar alguns exemplos de objetivos SMART.

Como criar objetivos SMART?

Antes de mostrar os exemplos, vamos dar uma dica que certamente irá facilitar sua ação: checklist! De um lado, anote os 5 critérios para um objetivo ser SMART, e, no outro, anote a frase que define seu objetivo. Por fim, cheque quais partes da sua frase estão de acordo com os conceitos.

3 exemplos de objetivos SMART

Aumentar 50% as vendas de cursos online até dezembro de 2020.

  • É específico? Sim, pois define quanto de aumento a empresa quer gerar nos cursos online.
  • É mensurável? Sim, pois a empresa sabe quantos cursos online vendeu no primeiro semestre de 2020.
  • É atingível? Sim, porque a empresa aumentou a oferta de cursos online.
  • É realista? Sem dúvidas, pois a procura por cursos online mais que dobrou durante o período de pandemia.
  • Tem um prazo? Sim, o objetivo precisa ser cumprido até o final desse ano.

Triplicar o número de publicações no blog da minha loja em 2 meses.

  • É específico? Sim, pois define quantas publicações a mais a loja deverá fazer.
  • É mensurável? Sim, pois a empresa já tem um blog com frequência baixa de postagens.
  • É atingível? Sim, porque a loja designou um profissional para produção dos textos.
  • É realista? É, pois outras lojas do mesmo segmento têm obtido bom resultado com uma frequência de postagens até superior.
  • Tem um prazo? Sim, o objetivo precisa ser cumprido em até dois meses.

Aumentar a avaliação média da empresa no Google Meu Negócio em 100% nos próximos 3 meses.

  • É específico? Sim, pois define o dobro como meta de aumento nas avaliações.
  • É mensurável? Sim, pois a empresa tem a média de avaliações mensais como parâmetro.
  • É atingível? Sim, as vendas aumentaram e as buscas no perfil da empresa triplicaram no último mês.
  • É realista? Sim, pois o próprio relatório do Google indica que outras empresa estão obtendo resultado superior.
  • Tem um prazo? Sim, o objetivo precisa ser cumprido em até três meses.
Definição de objetivos SMART para cada setor da empresa
Reúna sua equipe e defina objetivos SMART para cada setor.

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

Modelo Freemium: Já conhece essa estratégia?

mulher escutando podcast

O modelo Freemium é uma estratégia de negócio muito utilizada por várias empresas atualmente. Trata-se do oferecimento de um serviço totalmente gratuito mas com certas limitações, que podem ser supridas a partir do momento em que o cliente compra a versão paga, que disponibiliza recursos extras e mais desenvolvidos.

Com a explosão de serviços no meio digital e cada vez mais empresas surgindo nos mais variados segmentos, é muito importante se atualizar sobre o mercado e adotar novas estratégias para satisfazer o cliente, fidelizá-lo e, por fim, não perder para a concorrência.

Por isso, vamos te mostrar mais detalhes sobre o modelo Freemium e como você pode aderir essa estratégia para sua empresa:

Como funciona o modelo Freemium?

O princípio do modelo freemium é oferecer um produto ou serviço que supra as dores do cliente de maneira totalmente gratuita.

Contudo, o plano gratuito não oferece todos os benefícios do serviço, e a partir do momento em que o cliente sentir a necessidade de obter a experiência completa, poderá assinar um plano pago com todas as funcionalidades liberadas.

O objetivo da estratégia de negócio freemium é conquistar os clientes a longo prazo. Ou seja, ele utilizará o serviço gratuitamente, conhecerá tudo o que pode oferecer, porém, para ter acesso a todos os recursos, precisará assinar o plano pago.

Você pode estar imaginando que o freemium seria como uma amostra grátis, não é mesmo? Mas existem muitas diferenças entre as duas modalidades:

O propósito do freemium é oferecer uma experiência que agrade o cliente a ponto dele por si só perceber o valor do produto e enfim assinar o plano pago espontaneamente.

Outra diferença é que as amostras têm um prazo de duração. Já no modelo freemium, o usuário que não deseja pagar continua a utilizar o produto ou serviço sempre que quiser, porém, com suas limitações.

Vantagens de adotar o modelo Freemium

Em resumo, a maior vantagem do Freemium é fidelizar clientes a partir de uma experiência de qualidade para o usuário e com isso aumentar o alcance e reconhecimento da sua marca.

De início, pode parecer que não vale a pena pagar por um serviço que disponibiliza uma versão gratuita, entretanto, conforme o usuário torna a utilização do serviço um hábito, ele certamente vai sentir necessidade em adquirir os recursos extras exclusivos na versão paga em algum momento.

Sendo assim, esses usuários gratuitos são como uma espécie de leads, que podem virar clientes

Ou seja, de maneira geral, as vantagens do Freemium são:

  • Aumentar o alcance da marca
  • Adquirir leads
  • Criar um bom relacionamento com o cliente
  • Causar uma experiência de qualidade para que o usuário compre o serviço

Exemplos de negócios que utilizam o modelo Freemium

Spotify

O Spotify é um dos negócios mais famosos que possuem o modelo Freemium e obtêm ótimos resultados.

Spotify é um excelente exemplo de modelo freemium
O serviço é gratuito. Mas quem consegue aproveitar ao máximo o Spotify num plano free?

O streaming de música permite ouvir artistas, músicas e álbuns, bem como criar playlists ilimitadas tanto para usuários gratuitos quanto pagos.

A diferença é que os usuários gratuitos são interrompidos frequentemente por anúncios no intervalo de uma música para outra, enquanto quem opta pela assinatura paga pode ouvir sem interrupções além de poder baixar as músicas para ouvi-las offline.

Segundo dados divulgados pela empresa, no primeiro trimestre de 2021 a receita vinda de assinaturas cresceu 14% na comparação ano a ano e chegou a 1,9 bilhão de euros. Isso significa que mesmo disponibilizando a versão gratuita, o número de assinaturas pagas só aumenta.

MailChimp

O MailChimp é uma das maiores plataformas de disparo de e-mail marketing do mundo. Esse sucesso se deve ao fato de oferecer diversas funcionalidades grátis que cumprem as necessidades de pequenos empreendedores.

Modelo freemium clássico com Mailchimp
Uma das melhores opções de e-mail marketing gratuitas. Ou pago!

O modelo freemium do MailChimp concede acessos a todos os recursos gerais na versão gratuita, contudo, possui a limitação de 2.000 leads cadastrados e envio de até 12.000 e-mails por mês.

Se você deseja – ou necessita – ultrapassar esses limites, precisa assinar a conta premium.

Dropbox

O Dropbox, serviço de armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem, é outro que possui o modelo Freemium.

Armazenamento gratuito? Com Dropbox, só freemium mesmo
Armazenamento grande não tem como ser gratuito. E é aí que o Dropbox entra.

Todos os usuários podem salvar, acessar e compartilhar arquivos em qualquer lugar. Porém, a versão gratuita oferece apenas 2 GB de armazenamento.

Quem necessita de um espaço de armazenamento maior pode optar pelos planos pagos específicos para pessoas físicas e jurídicas.

Canva

O Canva é uma ferramenta de design gráfico com templates prontos e personalizáveis de diversas peças visuais.

Templates para todos os formatos, sites, modelos e necessidades.

A versão gratuita do Canva tem modelos um pouco mais limitados e sua equipe de colaboração pode ter até 10 membros.  Além disso, certas imagens, elementos e fontes só estão disponíveis na versão paga.

Já a conta Pro, permite a criação de equipes com 30 membros, além de acesso a cerca de 75 milhões de imagens, gráficos animados, arquivos de áudio e vídeo.  Outras funcionalidades são o upload de fontes personalizadas, paletas de cores e a possibilidade de salvar modelos.


Assim como essas grandes empresas do mercado atingiram o sucesso com o modelo Freemium, você também pode adotar a estratégia em seu negócio. Os centros de reparação automotiva, por exemplo, geralmente oferecem uma inspeção veicular gratuita para chamar a atenção do cliente nos períodos de férias, quando ele mais procura esse tipo de serviço.

Outras empresas, sejam elas tradicionais, negócios locais, startups ou mesmo multinacionais digitais, também podem aderir ao modelo freemium de oferta. Basta saber adaptar a estratégia ao seu segmento e começar a conquistar novos clientes!

E se o seu negócio precisar implementar um negócio como este, descubra como a Gama pode te ajudar. Contate a nossa equipe agora!

Benchmarking: analise seus concorrentes

avaliação de concorrentes

A análise de concorrentes é um dos mecanismos fundamentais para parametrizar o crescimento da sua empresa, utilizando técnicas de Benchmarking. Mas como fazer isso da melhor forma? É o que veremos neste post.

Todo empresário busca o crescimento da sua empresa. Se esse não é o seu caso, nem precisa continuar lendo esse texto. Isso mesmo, entenda que vislumbrar seu estabelecimento crescendo é fundamental para abrir seu negócio e prosperar.

Naturalmente, quando iniciamos uma empreitada é comum mirarmos exemplos, espelhos ou mesmos inspirações para se definir os primeiros objetivos. Quando iniciamos uma carreira, temos aquele profissional que admiramos e tomamos como guia para o sucesso. Por isso mesmo, no mundo dos negócios não é diferente.

Nesse caso, empresas de sucesso são, sim, referências para muitas outras. Ao longo da caminhada de uma empresa ou de um empreendedor, é fundamental estabelecer parâmetros para trilhar seu próprio crescimento.

Não se trata de cópia. Não. Acontece que é através do benchmarking que o empreendedor pode analisar o mercado e tomar as melhores decisões na condução dos seus negócios. Então, vamos começar pelo conceito inicial.

O que é Benchmarking?

Em uma tradução livre, benchmarking pode significar ‘ponto de referência’. Trata-se de um processo minucioso de pesquisa, naturalmente entre empresas do mesmo setor. Dentro deste processo, analisa-se a concorrência para aferir o desempenho de produtos, processos, serviços, vendas, entre outros indicadores. Em alguns casos, nem precisa ser do mesmo segmento de atuação, basta que que o parâmetro seja interessante para metrificar a abordagem da empresa analisada.

Alguns pontos interessantes nestes parâmetros são análise, interpretação, avaliação e mensuração das informações coletadas. Por isso, para se compreender o mercado, é fundamental que se analise os dados coletados com embasamento. Mais que isso, saber em quais pontos estas informações podem – e devem – auxiliar no processo de crescimento da sua empresa.

Conheça os tipos de Benchmarking

  • Benchmarking de cooperação: quando duas empresas estabelecem uma parceria, compartilhando informações de seus processos. Ou seja, trocar experiências. Também pode ocorrer entre uma empresa “mãe”, que abre suas portas para demonstrar alguns processos a outra. Um grande benefício é quando empresas trocam informações sobre diferentes setores que funcionam bem;
  • Benchmarking competitivo: foco total na análise das práticas da concorrência, visando a superar outros empreendedores. É a análise de concorrência mais difícil de ser realizada, tendo em vista que estas informações não são tão facilmente acessadas;
  • Benchmarking genérico: Já o benchmarking genérico é aplicável quando há processos semelhantes, ainda que não disputem mercado. Em alguns casos, inclusive, nem criam o mesmo produto. No entanto, a comparação é válida para encontrar pontos de melhoria;
  • Benchmarking funcional: nesse caso, o que é comparado é o processo de trabalho entre as organizações, ainda que a comparação esteja sendo feita com organizações de segmentos diferentes;
  • Benchmarking interno: busca pelas melhores práticas adotadas dentro da própria empresa, seja qual for seu porte. Pode-se comparar filiais, ou mesmo diferentes departamentos que desenvolvem metodologias processuais;

Prós e contras

Mesmo com tantos pontos favoráveis que já listamos por aqui, não tem só coisa boa no benchmarking. Confere essa tabelinha:

VANTAGENSDESVANTAGENS
Qualificação do autoconhecimento, aprimoramento de processos e práticas empresariaisProcessos que funcionam em outras empresas, mas não se adaptam ao seu negócio
Potencializa os Objetivos SMART, já que se tem informações de empresas que os alcançaramAlcance limitado para aplicação de benchmarking interno
Conhecimento de mercado, analisando os grandes players do segmentoAdotar processos de empresas concorrentes e perder – ou não encontrar – sua própria identidade
Busca constante por redução de custos, produtividade e maior margem de lucroGastos excessivos – de tempo e recursos – em concorrentes

Cases de sucesso

Ao longo dos anos, diversas técnicas de Benchmarking foram desenvolvidas. Inclusive atualmente, nas redes sociais, o Benchmarkig Digital cresce cada dia mais. Para você se inspirar, vamos trazer alguns exemplos de como empresas cresceram ao analisar seus concorrentes.

Xerox

Caso emblemático, o Benchmarking da fabricante norte-americana é pioneiro. E muito – muito mesmo – agressivo. Sinônimo de fotocópia, no final dos anos 70 a empresa colocava seus engenheiros para desmontar produtos de empresas concorrentes, principalmente as japonesas Nashua e Canon. A ideia era compreender como elas conseguiam vender suas máquinas a preços bem mais baixos do que os seus.

primeira máquina laser da Xerox
Primeira máquina laser da Xerox.

Coca-Cola

Agora você deve estar pensando: mas uma empresa como a Coca precisa disso para combater a Pepsi? A resposta é NÃO! A Coca-Cola não aplicou essa técnica para analisar seus concorrentes diretos dentro do mercado. Lembra quando citamos que às vezes o benchmarking é feito de forma indireta? Este é o caso!

Coca Cola: exemplo de Benchmarking

A gigante mundial, de fato, não tem concorrentes no ramo dos refrigerantes. Pois na verdade a concorrência está em produtos que solucionam os mesmos problemas que os refris: refrescância e energia. Assim, foi necessário analisar fabricantes de café e picolés/sorvetes. Portanto, olhos também nos periféricos!


Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Dentre as estratégias de planejamento aplicadas aos nossos clientes, o benchmarking é um passo fundamental. Entre em contato com a nossa equipe e descubra como podemos auxiliar nesse processo.