JÁ PENSOU EM TERCEIRIZAR O MARKETING DA SUA EMPRESA?

Como terceirizar o marketing da empresa?

Você já sabe que as estratégias de marketing digital são tendência e, portanto, qualquer empreendimento online precisa aderir para ter destaque na internet. Contudo, por serem requisitados, tais profissionais cobram salários altos – o que torna inviável pequenas empresas terem seu próprio departamento de marketing. Por essa razão, optam por terceirizar o marketing do negócio digital.

O profissional de marketing realiza trabalhos complexos que exigem muito estudo para que entendam as necessidades dos clientes, as estratégias que deve adotar e quais ferramentas usar.

Esse tipo de trabalho é extenso e por isso exige pessoas capacitadas para colocar em prática estratégias bem-sucedidas. Vamos te contar mais detalhes sobre o assunto e mostrar 4 motivos para terceirizar o marketing da sua empresa.

Como terceirizar o marketing da sua empresa?

Empresas de todos os portes podem escolher terceirizar o marketing, porém, é mais comum esses tipos de negócio optarem pelo serviço:

  • Negócios em estágio inicial
  • Negócios em crescimento
  • Empresas de nicho

Essas pequenas empresas procuram por parceiros de solução ou agências, que oferecem diversos serviços. Como o foco dessas agências é o marketing, elas oferecem serviços de alta qualidade para sua empresa e, dessa forma, você não precisa ter uma equipe própria.

Quais serviços de marketing você pode terceirizar?

Você pode escolher terceirizar serviços específicos de marketing bem como todas as demandas da área.

Uma agência full-service tomará conta de todos os serviços relacionados ao marketing da empresa. Mas se você quiser terceirizar áreas pontuais, poderá contratar um consultor autônomo para cuidar apenas das redes sociais ou criar artigos de blog, por exemplo.

Confira exemplos de serviços em que você pode terceirizar o marketing:

Head de Marketing

O Head de Marketing é o responsável por criar a estratégia de marketing de longo prazo e desenvolver toda a estrutura do negócio, que será colocada em prática pelas outras áreas.

Essa função é de extrema importância para empresas que estão no começo, pois é a partir do plano de marketing criado que as estratégias poderão ser executadas, seja internamente ou por terceiros.

Marketing de conteúdo

Agências que oferecem serviços de marketing de conteúdo desenvolvem estratégias de acordo com o material que atrai leads, criam calendários editoriais e identificam o tipo de conteúdo que mais combina com a persona da empresa.

Se a empresa deseja impulsionar seu negócio gerando tráfego orgânico para o site, ela pode usar o marketing de conteúdo para atrair visitantes.

Redes sociais

Essa equipe cuida do atendimento via redes sociais enviando as postagens para plataformas como Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram.

Os especialistas em redes sociais também monitoram menções e conversas iniciadas por seguidores e clientes.

Responder todas as mensagens das redes sociais, estreitar relacionamentos e interagir com os seguidores é fundamental e por isso contratar uma equipe especializada é essencial. Afinal, você deve estar focado no gerenciamento do seu negócio.

Branding

É primordial que toda empresa, seja ela grande ou pequena, desenvolva uma imagem de marca (ou branding) consistente.

Portanto, contrate uma agência de marketing e desenvolva esse serviço em conjunto. Fuja dos templates prontos de internet e daqueles serviços baratos que vão surgir. Seu branding é sua essência, e ditará os passos seguintes.

Gestão de tráfego

Os gestores de tráfego irão administrar o tráfego pago da empresa. Ou seja, a gestão de tráfego serve para planejar e gerenciar campanhas publicitárias online.

Essa equipe possui conhecimento de como utilizar as ferramentas de implementação de campanhas via redes sociais, email, Google, etc.

funil de marketing da sua empresa.
Já pensou no funil de marketing da sua empresa?

4 razões para terceirizar o marketing da sua empresa

Existem vários motivos pelos quais você precisa terceirizar o marketing da sua empresa.

Confira as quatro razões para terceirizar o marketing a seguir:

1 – Tenha mais flexibilidade de orçamento ao terceirizar o marketing

O mundo dos empreendedores é cheio de riscos e incertezas que certamente transformam o marketing em um desafio.

Dessa maneira, é muito importante que você seja capaz de se adaptar às dificuldades e terceirizar o marketing permite que sus empresa aumente ou diminua as operações conforme o necessário.

2 –  Consiga mais especialistas para as equipes internas

Orçamentos limitados geralmente impedem que a empresa contrate funcionários em tempo integral. Além de que treinar novos contratados exige muito tempo dos gerentes que precisam desempenhar papéis de liderança.

Mas ao terceirizar o marketing você aumenta a equipe qualificada para o serviço e não prejudica os orçamentos limitados.

3 –  Suporte de marketing sempre disponível

As agências têm equipes de suporte para garantir que todos os seus projetos sejam bem atendidos.

Portanto, os profissionais de marketing estarão sempre disponíveis e atentos em manterem as campanhas dentro do orçamento.

4 – Ao terceirizar o marketing você consegue acesso a alta disponibilidade

O marketing é uma função essencial para todas as empresas. Porém, pode ser muito difícil para pequenas empresas, sejam iniciantes bem como em crescimento, contratarem um departamento de marketing.

Por esse motivo, terceirizar o marketing é uma excelente opção para empresas que desejam crescer sem a carga de funcionários em tempo integral e benefícios.

Sede da Gama Marketing

Terceirizar o marketing da sua empresa é uma boa alternativa, desde que você contrate uma agência qualificada para realizar o serviço.

A Gama possui equipe composta por especialistas nas áreas de design, conteúdo, marketing e projetos, além de desenvolver estratégias de comunicação online para marcas no Brasil e no exterior. Entre em contato e saiba quais as melhores soluções para sua empresa!

A EVOLUÇÃO DAS ERAS DO MARKETING

Ao longo dos anos, o marketing evoluiu muito e passou por Eras até chegar ao que conhecemos hoje em dia. Você sabe quais são?

Hoje o marketing está diretamente relacionado ao digital. Cada vez mais, ninguém deixa de lado as redes sociais e o Google na hora de pensar em comunicação estratégia. Porém obviamente nem sempre tivemos esta realidade. O marketing sempre esteve ligado à gestão, e isso geralmente os gestores atuais esquecem.

O conceito de marketing vai no sentido de compreender o comportamento do consumidor para, a partir disto, propor soluções para o mercado.  A ideia é mostrar para as empresas onde elas podem desenvolver seus produtos, vislumbrando aumentar seus lucros. Podemos dizer que essa é uma definição clássica. No entanto, como falamos, este segmento passa por transformações, em total consonância com as mudanças de comportamento da sociedade.

A partir desta introdução, vamos agora mostrar para você como cada uma dessas fases ainda segue impactando todos os negócios do mercado e como você pode explorar técnicas específicas para alavancar as suas vendas.

Marketing 1.0

Na sua história, a grande era inicial do marketing teve conexão direta ao modelo de gestão implementado por Henry Ford, em 1914. No início, o importante era produzir e oferecer os produtos a todos que quisessem comprá-los. Nessa fase, os produtos eram básicos e a grande inovação estava relacionada aos próprios produtos industrializados. Qualquer carro era superior à carroça, portanto, o foco principal da era conhecida como Marketing 1.0 era o produto.

“Qualquer cliente pode ter o carro da cor que quiser, desde que seja preto”

Henry Ford, se referindo ao revolucionário modelo T.

Há quem diga que esta frase jamais foi dita por ele, mas faz muito sentido na nossa lógica de raciocínio, não?

Ford Modelo T, primeiro carro popular da história, comemora 110 anos de  lançamento | Brazil | Português | Sala de Imprensa da Ford
Henry Ford posa ao lado do Modelo T, em 1921.
Foto: Ford Media Center

Chamado também de Era da Produção, esse período é um reflexo direto da Revolução Industrial e perdurou até meados de 1925. As empresas, que acreditavam no produto como essência, viram suas fábricas lotadas de estoque e precisaram mudar as estratégias de vendas.

Marketing 2.0

A era industrial evoluiu e o produto em si já não tinha mais uma carga de inovação tão relevante quanto aquele momento em que o modelo T, da Ford, apresentava frente à carroça. Com novas marcas e novos carros, o perfil de consumidor evolui a partir de necessidades cotidianas específicas.

Muitos carros eram produzidos para suprir necessidades como infraestrutura logística, passeios em família, trabalhos rurais e até status social. E os atributos desejados pelos consumidores em cada situação destas é bem distinta, recorrendo a opções como caminhões, vans, camionetes e luxuosos.

Belina oferece diferenciais para o consumidor
Em março de 1970 era lançada a Belina, com destaque para o espaço interno amplo para cinco pessoas e porta-malas generoso.

É assim que surge a segmentação de mercado, com o objetivo de delimitar grupos com interesses comuns. A partir desse filtro, a proposta era entender os anseios do cliente e propor soluções personalizadas. Assim, as empresas começam a reduzir concorrência e reduzir gastos extras com publicidade em massa.

Curiosidade: Com o acesso à informação, o consumidor consegue comparar preços, produtos e marcas que melhor satisfaçam suas necessidades. Na era da informação, é criado o termo Público-alvo. Além disso, a expressão “o cliente é rei” dita o ritmo do mercado.

Marketing 3.0

As mudanças do marketing trouxeram uma grande evolução quando o foco das empresas sai do produto e chega no consumidor. E agora isso fica ainda melhor, se conectando de maneira ainda mais profunda com eles.

Esta Era centraliza seus esforços nas aspirações, valores e no espírito humano. O consumidor é visto como um ser humano de verdade, e não apenas um número. Com o objetivo de oferecer soluções para os problemas da sociedade, as empresas que adotam esta mentalidade conseguem levar a experiência do consumidor a um outro patamar, dando uma luz para soluções aos inúmeros problemas globais.⠀

Nessa fase, as empresas se diferenciam por sua missão, visão, valores e como isso contribui para a sociedade. Ou seja, elas não criam estas frases apenas para aparecerem no seu site e marcar no checklist de “ações realizadas”. Elas praticam e impactam o mercado inteiro com uma filosofia clara.

Conhecido essencialmente como Era do Marketing, é neste período que as pessoas ganham poder de voz em sites, blogs e redes sociais, mudando a hierarquia de consumo no mundo.

Marketing 4.0

Antes de entrar no conceito em si, precisamos fazer referência ao verdadeiro guru desta área: Philip Kotler. Todo mundo que estudou um pouquinho sobre comunicação deve ter visto esse nome. Ele não somente é um professor, consultor e profissional muito respeitado, como o cara que definiu estas eras de forma muito didática.

“O Marketing 4.0 trata da revolução digital. As empresas continuarão a fazer marketing tradicional, centrado na TV e na mídia impressa, mas o marketing digital (mídias sociais, mobile e internet) aumentará. As empresas precisam saber como misturar e conectar seu marketing tradicional e seu marketing digital”

Philip Kotler.

De acordo com Kotler, a expressão marketing 4.0 se aplica a esta nova etapa em que o grande desafio das marcas é saber envolver um público cada vez mais sem tempo e impactado por inúmeros estímulos. E precisamos ter noção da importância de entender muito bem cada nicho que vamos considerar na hora de trabalhar com marcas e consumidores.

Era do marketing 4.0
Consumidores e empresas precisam estar cada vez mais alinhados às mudanças tecnológicas.


A cada etapa, é possível perceber que o marketing avança em busca de novidades, adapta-se constantemente ao comportamento do consumidor e adere naturalmente a novas ferramentas tecnológicas e mudanças na sociedade.

Para profissionais do setor e empresários que precisam lidar com o marketing diariamente, há que se lidar com o desafio de sair da zona de conforto e assumir riscos, pois esse momento exige uma dedicação ainda maior na busca por novos rumos e novas experiências. E o seu consumidor tem que estar caminhando na mesma direção 😉

RESUMO
  • A grande era inicial do marketing teve conexão direta ao modelo de gestão implementado por Henry Ford, em 1914. No início, o importante era produzir e oferecer os produtos a todos que quisessem comprá-lo, e o Marketing 1.0 focava no produto.
  • A era industrial evoluiu e o produto em si não tinha mais uma carga de inovação tão relevante com ofertas mais amplas, então a era conhecida como Marketing 2.0 passava a valorizar o consumidor.
  • Com o passar dos anos e com o objetivo de oferecer soluções para os problemas da sociedade, as empresas adotam uma mentalidade mais humana e seus esforços estão nas suas aspirações e valores conectados ao coração do consumidor. Esse é o ritmo do Marketing 3.0.
  • E neste ritmo, chegamos a uma fase que nenhuma empresa está desconectada (de fato!). O marketing 4.0 aplica-se a esta nova etapa em que o grande desafio das marcas é saber envolver um público cada vez mais sem tempo e impactado por inúmeros estímulos através dos canais digitais, ou seja, a revolução digital.

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

THE LAST DANCE: AS 4 LIÇÕES DE JORDAN SOBRE MARKETING

Analisamos 4 lições relacionadas a Marketing a partir do documentário do momento da Netflix, “The Last Dance”, de Michael Jordan. Vamos aprender um pouco mais com A LENDA?!

O documentário Arremesso Final (nome original “The Last Dance”, ou “A Última Dança” em tradução livre) conta parte da história da carreira de Michael Jordan no time do Chicago Bulls dos anos 90, com detalhes riquíssimos dos bastidores desta jornada que envolve o nascimento de uma lenda global e todos os impactos positivos e negativos que isto criou no mercado e na sua vida.

(ATENÇÃO: este texto contém spoiler!)

Uma lenda esportiva e comercial

Não é nenhuma novidade falarmos sobre o sucesso de Michael Jordan como atleta e também como garoto propaganda. MJ é considerado por muitos como um dos maiores esportistas de todos os tempos, não se limitando ao basquete. E seu impacto comercial acompanhou todo o seu sucesso esportivo. Se, por um lado, colecionou conquistas esportivas, por outro lado manteve essa coleção com contratos publicitários envolvendo marcas globais líderes de mercado. Mais que isso: uma linha exclusiva de tênis (inicialmente) e vestuário na Nike e estrelato em filme de Hollywood.

4 lições de Jordan sobre marketing: Michael Jordan #23
Foto: observador.pt

Para que isso fique claro, a receita da marca de Jordan pela Nike atingiu US$ 3,14 bilhões em 2019. Isso que Jordan se aposentou em 2003! Vale lembrar que quando Jordan firmou parceria com a Nike a grande empresa de tênis da liga era a Converse. No entanto, após tamanho sucesso a marca do swoosh está nos pés de 62% dos atletas atualmente.

Michael Jordan e as 4 lições de marketing

Bom, estas informações rápidas sobre a relação esportiva e comercial de Michael Jordan já são conhecidas por todos que acompanham esses cenários. Mas o nosso foco hoje é trazer algo um pouco mais profundo. Analisando o seu comportamento humano em detrimento ao cestinha ou garoto propaganda, e vendo como isto impacta diretamente nas duas frentes.

Após assistirmos todos os episódios e anotarmos muita coisa, identificamos 4 principais aspectos que alavancaram as suas ações. Sendo assim, você poderá se inspirar nelas para aplicar na sua rotina de marketing e melhorar seus resultados. Confira as 4 lições relacionadas a Marketing que aprendemos com a lenda Michael Jordan.

Foco no objetivo principal

A primeira das lições sobre marketing é o ponto de partida de todo o sucesso de Michael Jordan: seu foco. Ele nasceu em uma família de trabalhadores respeitados na Carolina do Norte, estado que sofria com o racismo, como boa parte dos EUA. A competitividade e a prática esportiva sempre estiveram presentes na sua rotina e na dos seus irmãos, incentivados pelos seus pais. O intuito era complementar os estudos com atividades que mostrassem a importância da coletividade e vida em sociedade.

Um propulsor no seu desenvolvimento foi o papel que seu pai, James Jordan, exercia: incentivador fanático de disputas e desenvolvimento a todo custo. Michael começou cedo competindo pela atenção de James com seu irmão. E até certo ponto ninguém acreditava no seu sucesso no basquete devido a sua altura na época, além da tentativa de jogar beisebol.

“Minha personalidade inata é ganhar a todo custo”

Michael Jordan, episódio 9.

Primeiro objetivo alcançado: NBA

A partir do momento que MJ se destaca na Universidade da Carolina do Norte e é foco da mídia no draft da NBA, o mercado se volta para ele. E o seu desenvolvimento esportivo sempre esteve respaldado pelo seu foco em ser o melhor e vencer, treinando mais que todos. Ele identificava suas falhas e trabalhava muito duro para corrigi-las, não importando hora, local e companhia. Do início ao fim da sua carreira, ele sempre soube que era capaz e seguiu à risca cada passo do seu sucesso.

No marketing isso é fundamental para que se alcance o sucesso, a definição clara de objetivos. O norte de cada ação deve estar claro, pois em inúmeras oportunidades vamos nos questionar se realmente determinada ação faz sentido. E aí precisamos relembrar o que realmente buscamos. Para isso, utilizamos a técnica do Objetivo SMART, ou seja, o seu objetivo deve ser específico, mensurável, atingível realista e temporal. Você pode entender melhor esta técnica lendo esta publicação no nosso Instagram.

Manutenção de estratégia

O grande desafio de qualquer marca é se manter nos trilhos após definido um objetivo. Isto post, seja pelas inúmeras oportunidades que o mercado nos apresenta ou pelo envolvimento emocional que colocamos nos resultados positivos e negativos que alcançamos. E é aí que encontramos um ponto crucial na figura profissional de Michael Jordan, chegando à segunda das 4 lições sobre marketing. Todas as ações são programadas a partir do seu objetivo. Além disso, as oportunidades e/ou percalços que lhe são apresentados se transformam em novos capítulos de uma mesma história.

LaBradford Smith e a fake news inspiradora

Estes pontos ficam explícitos ao longo dos jogos que envolvem decisão. Mike guarda cada detalhe ocorrido nas quadras para explorar no momento oportuno. Em 1993 ocorreu um fato incomum: MJ foi superado individualmente por um atleta nada impactante, LaBradford Smith. O Washington Bullets (nome da franquia na época) perdeu para o Bulls, mas ele foi melhor que Jordan, tendo a sua noite de glória. Ao final da partida, o camisa 23 falou que o oponente teria dito: ‘Nice game, Mike’. E concluiu prometendo que marcaria no próximo jogo o total de pontos de LaBradford (37) no primeiro tempo da partida.

Foi quase! Ele marcou “apenas” 36 pontos no primeiro tempo, acabou o jogo com 45 e sendo o melhor em quadra. O mais curioso de tudo isso é que Michael Jordan admitiu tratar-se de uma mentira a história da provocação. No entanto, ela foi necessária para criar um ambiente perfeito para ele se motivar e realmente acabar com o outro jogo!

4 lições de Jordan sobre marketing: Michael Jordan x LaBradford Smith
Será que LaBradford Smith se arrependeu do que não disse?!
Foto: Getty Images

Convivemos com estas tentações de desvios de rota quando atuamos com redes sociais e Google. Primeiramente devido aos milhares de caminhos que podemos seguir a partir de novas funcionalidades, inspirações de concorrentes, clientes ou parceiros. Além disso, até mesmo por querer resultados de curto prazo. Mas criar e manter um Planejamento de Marketing é fundamental para que você tenha sucesso nas suas ações.

ACESSE O NOSSO GUIA PLANEJAMENTO DE MARKETING EM 4 ETAPAS E CRIE O SEU!

Errar é parte fundamental

Mais uma das lições sobre marketing, que pode ser trazida do aspecto pessoal: a vida de Michael Jordan deve ser um sonho, né?! Então, nem tanto assim… O documentário The Last Dance mostra dois momentos principais de sua trajetória nos Bulls, cada um deles envolvendo um dos dois tricampeonatos da liga.

Be Like Mike

No começo, ele surge como superatleta e aposta de todos os seguidores do esporte, e aos poucos vai ganhando espaço e notoriedade. Sua personalidade amistosa, simpática e os resultados incríveis no esporte criam um ambiente muito positivo sobre a sua imagem. Os contratos publicitários crescem como o seu sucesso, e o apelo positivo ganha o ápice quando a Gatorade cria o comercial Be Like Mike, que o idealiza como o estereótipo do ser humano perfeito da época.

Be Like Mike“, o icônico comercial da Gatorade

Porém, com o passar do tempo as coisas começam a mudar. Após ganhos espetaculares e a necessidade de criar fatos novos para os consumidores, jornalistas buscam o lado B do superastro. Seu apreço por apostas e a figura de um líder duro são fatos repetidos por parte da imprensa, que até aquele momento o idolatrava. Um livro retrata depoimentos de ex-colegas e pessoas que conviveram com ele, contando estes detalhes. Mais que isso, enfatiza que ele não apoiava publicamente um candidato negro do seu estado, criando uma certa desconfiança por parte do público.

“‘Ele era um tirano’ você pode pensar assim, mas eu queria ganhar e queria que eles (colegas) participassem. Eu não cobrava algo que eu não fazia”

Michael Jordan, episódio 7.

Beisebol como alternativa de escape

O momento mais crítico da sua jornada é a morte do seu pai, encontrado em um rio após três semanas desaparecido, vítima de um latrocínio que ainda deixa dúvidas. Naquele momento ele já se sentia sufocado pela imprensa e por todos os questionamentos infundados sobre seu caráter e então decidiu se aposentar.

Na sequência, inicia uma passagem breve pelo beisebol que se encerra em pouco mais de um ano, e retorna ao basquete e aos Bulls para conquistar outro tricampeonato. Agora fortalecido para encarar os desafios dentro e fora de quadra, sua nova postura mostra claramente um posicionamento maduro de quem se conhece, confia no seu potencial e sabe como é difícil alcançar tudo o que alcançara. A dureza é reconhecida pelos colegas e por ele mesmo, mas o mais importante é a consciência de todos em torno do grande objetivo comum, e todos reconhecem que Mike foi fundamental para todas estas glórias.

“Minha atuação na quadra vendia tudo. Se tivesse média de 3 pontos e dois rebotes ninguém me contratava”

Michael Jordan, episódio 5.

Trabalho em equipe sempre

Acha que essa é uma dica fácil quando relacionamos Michael Jordan às nossas lições de marketing? Este novo momento de Mike escancara o poder da sua liderança técnica e comportamental.

A criação de novos ambientes para aumentar sua motivação, o envolvimento direto com o lendário treinador Phil Jackson e adoção de suas metodologias, grandes parcerias com estrelas como Scottie Pippen e Dennis Rodman, além de tantos outros coadjuvantes, mostram como ele entende o contexto e usa os atributos principais destes colegas a favor dos seu maior objetivo: vencer! E qualquer ponto negativo relacionado ao seu comportamento de cobrança extrema se tornava positivo após as vitórias e conquistas do time.

4 lições de Jordan sobre marketing: time dos sonhos
Michael Jordan, Scottie Pippen e Dennis Rodman.

Space Jam

Uma passagem curiosa do documentário está no momento das filmagens de Space Jam, onde ele estrela a produção da Warner ao lado do Pernalonga (Looney Tunes) e torna este o filme sobre basquete mais rentável da história. As filmagens ocorreram em Los Angeles no período em que ele buscava recondicionar seu físico para o basquete, visto que ainda sofria com resquícios de uma estrutura muscular que havia sido remodelada para o beisebol.

Com uma rotina de filmagens que se iniciava às 7h e finalizava às 19h, ele contava com uma estrutura esportiva no complexo da Warner (condicional para rodar o longa) e envolvia uma nova equipe para alcançar seu objetivo. Todos os dias reunia um grupo seleto de estrelas da NBA para “peladas”. “Pensamos em chamar os melhores da liga para ver a galera antes do começo da temporada e virou o bicho. Todos queriam ir na Warner jogar com Michael. Era a chance de ele ver todos. E a gente fazia relatórios”, relatou BJ Armstrong, ex-companheiro dos Bulls.

Outros atletas que participaram deste período contam sobre clássicos ocorridos nestes dias e ainda se impressionam com o foco de Mike, pois ele acumulava 3 horas de jogo após as filmagens seguidos de musculação. E no dia seguinte, tudo de novo.

Cenas raras dos jogos no “Jordan Dome”

Funcionaria hoje? Sim ou com certeza?

Pensemos em uma estrutura de comunicação hoje. A sua marca pode se comunicar pelas redes sociais, estar presente em eventos, ter um site ou um aplicativo, anunciar em meios tradicionais ou explorar canais digitais e influenciadores – e tantas outras formas.

Além disso, atualmente temos agências e profissionais especializados em nichos como SEO, conteúdo, publicidade, desenvolvimento de tecnologia e tantos outros. Para que os resultados sejam consistentes, você acha que é possível se desenvolver sozinho? A gente tem certeza que não!

Curiosidades

4 lições de Jordan sobre marketing: Pippen + Jordan
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Resumo
  • Analise o comportamento de uma marca (pessoal ou não), e não os resultados;
  • Crie e recrie o seu próprio norte, e não desista dele;
  • Considere o uso da técnica Objetivos SMART para facilitar suas ações ;
  • Invista em Planejamento de Marketing para ultrapassar os percalços com agilidade;
  • Aprenda com os seus erros, estudando profundamente as causas;
  • O mundo é plural e você precisa trabalhar em equipe;
  • Trate as 4 lições de Jordan sobre marketing como estratégias conjuntas;
  • Assista o documentário The Last Dance!

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