12 DICAS DE MARKETING DIGITAL PARA COLOCAR EM PRÁTICA AGORA

Você tem uma estratégia de marketing online para sua empresa? Se a resposta for negativa, aproveite as dicas de Marketing Digital que preparamos para você, pois a sua realidade poderá mudar a partir de agora!

Atuar digitalmente já deixou de ser uma estratégia. Passou a ser uma necessidade. Estamos vivendo a era da digitalização das marcas e, caso você ainda não tenha percebido, talvez a sua empresa já seja digital!

Provavelmente você já entra em contato com seus clientes, fornecedores e parceiros pelo whatsapp. Você paga contas a partir de boletos enviados por email ou com QR code. Você recebe telefonemas e mensagens a partir da apresentação da sua marca no Google e nas redes sociais. Até as notas fiscais e assinaturas são eletrônicas!

Mas você precisa se preparar para extrair o melhor deste momento. Para isso, um bom planejamento de marca pode e deve ser colocado em prática – e ele é simples (se ainda não sabe como estruturá-lo, confere nosso post completo, clicando AQUI). Para que isso ocorra, você precisa se dedicar para organizar as suas informações, o que você sabe sobre o seu mercado e os seus clientes e definir como você vai entrar em contato com todo este universo.

Marketing Digital na prática

No momento que você decide explorar o que uma estratégia digital pode te oferecer, passar a controlar as ações e mensurar o retorno que seus esforços estão gerando vão provar o quanto vale a pena investir em Marketing de Verdade.

Pensando em te ajudar nesse processo, resolvemos colocar “no papel” tudo que há de mais importante nesse processo. Então, confira as 12 dicas que preparamos para você começar a investir e gerar resultados a partir das melhores técnicas e ferramentas de marketing digital.

1- Invista em Marketing de Conteúdo e/ou Inbound Marketing

Começamos a nossa lista do começo. Óbvio, né? Nem tanto! Abrimos as nossas dicas de Marketing Digital com o planejamento, que já falamos anteriormente, e deverá definir quais são as estratégias que serão seguidas. O comportamento do consumidor tem se remodelado nos últimos anos, muito pelas diversas opções disponíveis online.

Sem dúvidas, o Marketing de Conteúdo é uma excelente estratégia para capturar novos clientes e estabelecer um relacionamento entre empresa e cliente que possa ser duradouro. Outra opção é o Inbound Marketing, técnica que desenvolve ações voltadas para atrair potenciais clientes e vender, utilizando ferramentas de automação para executar e mensurar estas ações.

Diversas atividades são necessárias para se aplicar estas estratégias – algumas delas inclusive estarão nesse post – e devem respeitar a necessidade da sua empresa e de seu público-alvo. Publique conteúdo relevante, cative seu lead e torne seu processo de compra uma ação natural. Quer saber a diferença entre as duas estratégias e como colocar em prática? Confere esse post:

2- Aposte nas redes sociais

Se você ainda não sabe, é sua OBRIGAÇÃO como empresário estar presente nas redes sociais. Espero que essa sua visita ao nosso blog seja um indício que você já sabe disso e vai aproveitar as nossas dicas de Marketing Digital. Mas por quê? Simplesmente porque 96,2% das empresas afirmam estar presentes nas redes sociais. Mais que isso: 62,6% delas já consideram essas plataformas como fundamentais para as suas estratégias de Marketing Digital. Esses dados são do estudo top da empresa Rock Content no relatório Social Media Trends 2019, que traz um panorama completo dessa relação.

Portanto, ignorar esse contexto é definir que a sua empresa irá fracassar. Considere todas possibilidades, analise sua situação digital e mergulhe de cabeça nesse universo. Aceite, não tem mais volta!

Quer saber mais? Confere aí:

3- Defina objetivos SMART

Não é novidade que toda empresa precisa traçar um planejamento para obter sucesso e, nesse sentido, definir objetivos SMART são estratégias fundamentais. Apesar de parecer somente mais uma palavra americana (em inglês, smart significa inteligente ou esperto), SMART é um acrônimo formado pelas iniciais das palavras Specific, Measurable, Attainable, Realistic e Time-bound.

Ou seja, para alcançar bons indicadores, seus objetivos deverão ser específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e com um prazo definido. Para colocar isso em prática, temos um passo a passo, com exemplos reais, para você aprender:

4- Crie um calendário de postagens

Essa é uma das dicas de Marketing Digital que podem causar um certo mal estar. Mas ter um calendário de postagens, além de guiar e organizar seu perfil na rede social, vai fazer você economizar seu bem mais precioso: o tempo.

Calendários mensais, trimestrais, semanais, anuais… não importa! O que importa é você organize suas postagens. Se gosta do desprendimento das postagens do dia a dia, guarde isso para o story do Instagram ou então poste conteúdo extra. Não tem problema fazer a mais. O problema será deixar de postar porque outro assunto relacionado ao dia a dia da empresa falou mais alto (o que é perfeitamente normal).

DICA: Se tiver em dúvida com relação aos temas que serão abordados na postagem, existem diversas ferramentas – gratuitas e pagas – para te auxiliar. Um site que gostamos e utilizamos com nossos clientes é o AnswerThePublic. É só digitar um termo relacionado ao seu negócio (serviços, produtos, diferenciais, etc.), escolher localização e idioma, e acessar todas as sugestões. Ah, todas elas te levam a buscas no Google, mas o trabalho inicial de filtrar todas opções, é do site!

Isso vale também para quem tem um blog ativo (assim como este aqui). Defina um ritmo para produção de artigos e para conseguir promovê-los. Aqui na Gama, toda quarta-feira tem texto novo no Blog, então programe-se para isso 😉

Calendário de Postagens, uma das dicas de Marketing Digital
Este é um exemplo de calendário simples, que ajuda a organizar as postagens da semana.

5- Crie um BLOG

Pegando o gancho da dica anterior, você sabia que cerca de 53% dos profissionais de marketing afirmam que ter blog ativo é a principal prioridade entre as suas estratégias de Inbound Marketing? É o que diz uma pesquisa do Hubspot, comprovando a força da nossa dica!

Além de ter um espaço livre para criação de conteúdos variados, que podem solucionara vários problemas do seu consumidor em potencial, um texto bem escrito ajudará seu site a posicionar muito melhor nas buscas do Google.

6- Estude as técnicas SEO

Já que estamos nessa de gancho da dica anterior, essa é justamente para te ajudar – de forma orgânica – a melhorar o ranqueamento do seu site nas buscas. SEO, sigla para Search Engine Optimization, é um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que isso ocorra.

Para um site oferecer retorno para uma empresa, ele precisa de tráfego. Ou seja, você precisa levar as pessoas até ele. Porém, obter isso aplicando as técnicas de SEO não é tão simples, afinal são mais de 250 itens que o algoritmo do Google leva em consideração.

Para dominar os principais conceitos de SEO, confere o nosso post:

7- Respeite o funil de vendas

O Funil de Vendas ou a Jornada de Compra é o processo ou caminho que qualquer pessoa atravessa, desde a descoberta da sua marca até a efetiva decisão de compra. Para entender melhor como isso funciona, na prática, confira esse post:

https://gama.etc.br/2020/06/05/jornada-de-compra-proponha-o-caminho-para-o-consumidor/

Como estamos falando bastante de conteúdo, aí vão algumas dicas para cada etapa:

  • Topo de funil: artigos no blog, vídeos, ebooks e newsletter. Apresente seu negócio e atraia o potencial consumidor;
  • Meio de funil: para quem busca informações mais específicas e aprofundadas, ofereça cases reais, webinars e lives. Assim como na etapa anterior, artigos e ebooks também podem ser utilizados, mas fique atento aos temas propostos;
  • Fundo de funil: produza conteúdos (escolha o formato certeiro) que possam auxiliar as pessoas a superarem os últimos obstáculos na decisão de compra. Demonstrações do produto, depoimentos reais e cases podem ser decisivos.

8- Produza e promova conteúdo relevante

Na primeira das dicas de Marketing Digital da nossa lista, falamos sobre a produção de conteúdo e depois seguimos mostrando diversas formas de utilizá-lo. Mas tão importante quanto produzir, é promover este conteúdo da melhor forma possível.

Uma boa alternativa para fazer essa divulgação de forma orgânica é através de mail marketing. Mas não aquela newsletter chata oferecendo promoção, que vem de lugares que você nem conhece. Distribua conteúdos específicos para o estágio do funil em que o seu cliente se encontra.

Se tiver uma graninha separada para investir, coloque-a em publicidade online. Estude os melhores canais para promover seu conteúdo e inicie agora mesmo os primeiros testes.

9- Anúncios pagos em Google Ads

Apostar em tráfego orgânico, no longo prazo, certamente trará resultados muito bons. No entanto, como citamos na dica anterior, investir em publicidade online é uma ótima alternativa para acelerar este processo.

Se você tem um site ou um estabelecimento comercial, investir em Google Ads pode ter impacto imediato. Os anúncios pagos podem ser feitos para as buscas no Google ou para outros locais, inclusive para perfis do Google Meu Negócio (saiba mais AQUI).

Para detonar nas suas campanhas de Google Ads, acesse nosso guia e comece a colher os resultados:

10- Campanhas de Facebook e Instagram Ads

Para quem não tem um site e aposta suas fichas nas redes sociais, essa é a opção certeira em publicidade online. E, nesse caso, colocamos as duas redes juntas porque a plataforma de anúncios utilizada é a mesma: o Gerenciador de Anúncios do Facebook. Mesmo que você só explore o Instagram como rede social principal, é necessário ter uma página no Facebook para anunciar na plataforma.

Existem diversas opções de anúncios, objetivos, formatos, visuais, públicos, orçamentos, que podem ser escolhidos em campanhas pagas no Face e no Insta. Basta que você saiba que conteúdo irá promover e para quem. E se ainda estiver com dúvidas para dar o pontapé inicial, confere esse nosso post que ajuda quem ainda num estágio inicial de publicidade online:

11- Pense mobile

O uso de smartphones e outros dispositivos móveis só cresce, isso é fato. Atualmente, estes dispositivos representam 43% das transações online no mercado brasileiro, segundo estudo da Criteo. Ou seja, por mais que você ainda não tenha percebido, sua empresa deve estar preparada para atender a esse consumidor. E isso se aplica tanto aos sites quanto aos formatos de conteúdos para as redes sociais.

12- Conheça seu público

Deixamos a dica mais importante por último. E sabe por que conhecer o seu público é tão importante? Porque NENHUMA das dicas anteriores funcionará se você as colocar em prática sem saber quem vai te consumir. Já imaginou uma campanha com design perfeito, objetivos bem definidos e estratégias certeiras para promover o lançamento de um produto vegano e acabar atingindo um público de carnívoros?

Claro, exageramos um pouco para poder enfatizar a importância de conhecer aquela pessoa que pode ser seu cliente. E se ainda não sabe como fazer para ser assertivo nessa etapa, a gente te ajuda!

Existem duas técnicas para colocar isto em prática: público-alvo e persona. Enquanto um se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante, o outro foca num personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário a partir de seus comportamentos e atitudes.

Para estudar melhor estes conceitos e colocá-los em prática, acesse este conteúdo riquíssimo do nosso BLOG:

Uma das ferramentas que mais utilizamos para aprofundar as pesquisas de público é o Audience Insights, do Facebook. Você pode saber mais sobre ela clicando AQUI.


RESUMO
  • Se você não aposta em Marketing Digital, olha… eu tenho uma má notícia para você;
  • Comece do começo. Sim, isso é óbvio! Porém, o principal erro é ignorar esta premissa. Então: planeje-se;
  • Mais do que aproveitar uma das dicas, é complementá-las e extrair o melhor de cada;
  • Todas dicas aqui listadas foram testadas, aplicadas e trouxeram resultados práticos para os nossos clientes;
  • O melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

PÚBLICO-ALVO E PERSONA: PARA QUEM VOCÊ VENDE?

Muito além de ter bons produtos e criar boas estratégias de vendas, sua empresa precisa saber para quem vender, aplicando os conceitos de público-alvo e persona. Só assim a sua estratégia de Marketing Digital terá sucesso.

Antigamente, as mercearias e mercadinhos locais literalmente conheciam seus clientes. Ainda hoje, em algumas localidades, isso ainda acontece. São estabelecimentos familiares, que acabam fazendo parte da comunidade e se relacionam com todos no bairro. Isso sem falar no bom e velho fiado, aquela compra anotada no caderninho e paga no final do mês.

Saudosismos à parte, isso não funciona mais no mercado atual. Porém, se você quer fazer bons negócios, crescer como empresa e de fato criar estratégias de marketing digital que vendam, será fundamental resgatar um pouco desse conhecimento dos seus consumidores.

Calma, você não precisa saber o nome de todos eles, mas sim entender quais tipos de pessoas são mais propensas a consumidor seus produtos e/ou serviços. Para colocar isso em prática, existem dois conceitos básicos, que podem ser excludentes sem ser rivais, ou mesmo complementares: público-alvo e persona.

Para quem você vende?

Pense comigo. Você resolve abrir uma loja física de artigos de inverno, que inclui desde roupas e calçados para frio intenso, até produtos voltados para esportes de neve. Você monta uma vitrine incrível, cria uma estrutura com produtos que são referência de mercado e instala sua loja em… Salvador! Qual a chance de dar certo?

Claro que citamos um exemplo extremo, mas é para ficar bem explícito que esse negócio está fadado ao fracasso. Simplesmente porque é óbvio que seus consumidores não são moradores da quentíssima capital baiana!

Então, antes mesmo de montar sua estratégia de marketing digital, saiba para quem você vende, ou para quem você quer vender.

Saber quem é o seu potencial consumidor é uma das principais etapas de um planejamento de marketing. Confira AQUI como montar um planejamento de marketing em 4 etapas.

Público-Alvo

Você já deve ter sido avisado por alguém, possivelmente pais ou avós, de que tentar abraçar o mundo é muito difícil. Ao invés de querer agradar todos e não conseguir agradar ninguém, se esforce para abraçar os poucos e bons, que realmente têm conexão com a sua marca, e crie uma troca importante para todos vocês.

A lógica da comunicação como vetor para geração de novos negócios merece esse mesmo cuidado, e a técnica de Público-Alvo tem exatamente este papel. Essa técnica se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante, e ela surge como o primeiro passo para você organizar as pessoas que devem receber os seus esforços de comunicação.

Através de uma pesquisa você deverá encontrar informações relacionadas ao seu comportamento de compra, hábitos de consumo, classe social, dados demográficos, condição socioeconômica e preferências. Estas informações podem ser encontradas em ferramentas analíticas das redes sociais ou com parceiros de negócio como associações comerciais e sites de organizações públicas.

E se ainda estiver em busca de colher informações iniciais do seu segmento de atuação, temos um post dedicado à ferramenta do Facebook que te auxilia nesse processo:

Por meio dessa técnica, você desenvolve públicos muito bons para trabalhar na sua jornada de comunicação e a indicação é muito válida por inúmeros motivos, mas destacaremos dois:

  1. Suas informações são enriquecidas por todo o pacote de empresas Facebook (como Instagram, WhatsApp entre outros), o que possibilita uma distribuição de mensagens relevantes para inúmeros grupos de pessoas.
  2. Você pode se desenvolver tecnicamente não só nesta plataforma, mas na estrutura de divulgação geral do Facebook com treinamento online gratuito através da plataforma Blueprint.

Processo criativo

Para auxiliar no desenvolvimento de criação, procure nortear suas pesquisas com 3 principais perguntas, mesmo que para chegar nestas respostas você precise detalhar um pouco mais.

  1. Por que as pessoas se beneficiam ao usar seu produto ou serviço?
  2. Quem são estas pessoas?
  3. Existem grupos distintos que podem utilizar o seu produto ou serviço?

Aplicando esta técnica, você vai iniciar um processo de conhecimento de mercado que te levará a um outro nível de atuação. Mas tenha paciência e foco para seguir de maneira detalhada cada esforço. As principais características da técnica de Público-Alvo são: Definição ampla, não fala sobre hábitos pessoais, não se refere a uma pessoa específica e sim a pessoas que podem se interessar pelo seu produto ou serviço. Ela é indicada para qualquer modelo de negócio em qualquer mercado.

Conceito de Público-alvo

Persona

Na técnica de Persona a ideia é segmentar ainda mais essa definição de público. Sendo assim, você deverá nomear e também evoluir muito na descrição da pessoa envolvida. Só que neste caso, a pessoa é o seu consumidor ideal.

Também conhecida como Avatar ou Buyer Persona, esta técnica foca no desenvolvimento de um personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário a partir de seus comportamentos e atitudes. O processo criativo conta com um embasamento real para a definição de personagens, e tem como foco nos afastar do achismo, embasando todo o esforço de comunicação para a criação de conteúdo para quem este faça muito sentido.

A Persona pode ser definida como um método de segmentação de mercado complementar ao Público-Alvo. Esta técnica permite que você evolua das possibilidades de pessoas que consumiriam a sua solução para a pessoa certa que vai consumir a sua solução. Para criar a Persona, é preciso pesquisar MUITO. Foque em achar resposta para questionamentos como:

  • Quem são os seus clientes?
  • Com o que trabalham?
  • O que fazem durante o dia?
  • Como se informam?
  • Quais são suas maiores necessidades?

Assim, a Persona terá um embasamento completo em dados, não em suposições da equipe ou do profissional de marketing.

Onde se aplica a Persona?

O conceito ficou muito popular com o aumento significativo do Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing (para saber mais sobre estas estratégias de marketing digital, confira AQUI um post completo), e hoje a Persona se caracteriza como passo fundamental para uma estratégia de marketing digital, principalmente por qualificar o refino de mensagens criadas para diferentes consumidores.

Personas diferentes
Você pode criar diferentes Personas, voltadas para diferentes departamentos do seu negócio.

E isto é significativo: você pode criar mais de uma Persona para a sua marca, sempre considerando as suas diferentes ofertas de produtos e serviços. Como principais características, você terá uma definição especifica, detalhes sobre hábitos e profissão, há um personagem específico e a definição de um consumidor ideal.

Comparativo: Público-alvo e Persona

No quadro a seguir, você poderá ter uma ideia visual das diferenças entre as duas técnicas:

PÚBLICO-ALVOPERSONA
Definição amplaDefinição específica
Não fala sobre hábitos pessoaisDetalhes sobre hábitos e profissão
Não se refere a uma pessoa específicaHá um personagem específico
Pessoas que podem se interessarConsumidor ideal

Público-alvo e Persona: Conexão Emocional

As relações entre consumidores e marcas nunca foi tão próxima, criando um valor muito relevante para ambos. O desenvolvimento do marketing em cada uma das eras mostra como o foco central no produto foi mudando de acordo com a evolução da sociedade até chegar no coração do consumidor. E o mercado digital oportunizou uma evolução em escala para todas as marcas, sejam elas novas ou centenárias, no formato de se comunicar e se relacionar.

O consumidor facilmente irá esquecer uma mensagem, uma imagem e até mesmo um produto ou serviço, mas ele jamais irá esquecer uma emoção vivida. E é neste ponto que você deve pensar. Como a sua mensagem pode tocar o coração do consumidor e oportunizar a ele algo realmente novo, marcante e inesquecível?

Público-alvo e persona: defina seu target
Conheça seu público e defina seu TARGET!
Foto: Richard W. Rodriguez/ AP Images


RESUMO
  • Antes de pensar o que você vende, saiba para quem você vende;
  • Conheça seus potenciais consumidores antes de oferecer seus produtos e serviços;
  • Público-alvo se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante;
  • Persona foca num personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário, a partir de seus comportamentos e atitudes;
  • Explore as ferramentas que te ajudam a identificar Público-alvo e Persona;
  • Estude as técnicas e aplique-as de forma complementar para potencializar suas vendas;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

APOSTE EM ESTRATÉGIAS SEO E REVOLUCIONE SEU SITE

Estratégias SEO são as principais ações que você colocará em prática para potencializar o tráfego do seu site, de forma orgânica.

Se a sua empresa tem um website, este post é para você. Cada vez mais, o visual de um site vai ficando em segundo plano no momento de definir seu sucesso. Como resultado prático, para um site oferecer retorno para uma empresa ele precisa de tráfego. Ou seja, você precisa levar as pessoas até ele.

Para que isso ocorra, é fundamental que a distribuição de conteúdo dentro de um site seja muito bem explorada, através de diversas opções de técnicas. Uma dessas técnicas para se gerar tráfego orgânico é apostar em estratégias SEO, sigla para Search Engine Optimization. Numa tradução livre, seria otimização para motores de busca. Ou se formos bem diretos, otimizar seu site para ser encontrado no Google.

Porém, lembre-se que tudo começa com um planejamento bem detalhado e reconhecimento do seu público. Se você ainda precisa de mais orientações sobre como seguir os passos corretos na elaboração desse planejamento, acesse nosso artigo AQUI. E se precisa aprofundar seus conhecimento sobre o seu melhor público-alvo, confere esse post:

Um site bem otimizado, com conteúdo relevante, certamente terá acessos. Para isso, ele deve conter boas palavras-chave, distribuir estas palavras-chave através da navegação e ser, claro, atraente ao público. Mas como isso é feito?

O que é SEO?

Como já antecipamos o que esta sigla significa, vamos explicar como isto funciona, na prática. SEO é um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que um site melhore seu posicionamento nos resultados orgânicos do Google.

É uma das principais estratégias de Marketing de Conteúdo. Em cada busca, o Google procura organizar os conteúdos em um ranking que ofereça as melhores respostas nas primeiras posições. E os números abaixo, segundo o site Rock Content, mostram que os usuários confiam nesse julgamento do buscador:

  • Os três primeiros links orgânicos recebem cerca de 30% dos cliques;
  • Apenas 0,78% dos usuários clicam em algum link na segunda página dos resultados.  

Funcionamento dos motores de busca

Diante de um cenário onde a internet nos mostra a multiplicação de sites, redes sociais e milhares de informações, as empresas buscam modos de se destacar e aproveitar as oportunidades de alcance que a web proporciona para a realização de negócios.

Nesse sentido, os sites de buscas são ferramentas que contam com a automação de pesquisas, que varrem a web e indexam os assuntos da melhor maneira para disponibilizar esses dados organizados aos usuários. Para isso, esses mecanismos de buscas utilizam algoritmos que classificam as páginas da web de acordo com um determinado termo ou tema, apontando a relevância de cada página dentro de uma determinada consulta.

O algoritmo do Google, por exemplo, utiliza três procedimentos para fazer esse levantamento e oferecer as informações aos usuários.

SEO: Google é o principal buscador
Disparado na preferência mundial, o Google é sinônimo de “motor de busca”. Se você não está no Google, você não está!

1- Rastreamento

O primeiro deles é o rastreamento, processo pelo qual o Googlebot identifica as páginas novas para enviar esses dados ao índice do buscador. Para realizar essa ação, os robôs utilizam algoritmos para determinar a priorização e a frequência de indexação.

O processo é realizado com as URLs geradas por processos anteriores. O Googlebot visita cada uma das páginas, verifica a existência de novos links ou alterações e envia essas informações para a indexação, atualizando suas informações.

2- Indexação

Aqui é onde a mágica acontece. A indexação é o próximo processo, no qual o Googlebot realiza a análise e o processamento de todas as novas páginas e também das alteradas, incluindo todas elas em seu índice.

São indexadas informações acerca do conteúdo do site, sua data de publicação, título, descrição, performance, região e dados estruturados.

3- Busca

Por fim, temos o terceiro processo, a busca propriamente dita. Como você deve ter percebido, ela não ocorre diretamente na web, mas sim em um índice do próprio Google. É possível que as páginas listadas já não existam mais ou que tenham sido alteradas, já que leva um tempo para que essa atualização ocorra.

Quando realizamos uma pesquisa no Google, a resposta obtida não é aleatória. Ela é embasada em mais de 200 fatores de ranqueamento, mas saiba que a empresa não revela quais são os pontos mais relevantes para realizar o ranking das respostas. Mesmo assim, temos uma boa ideia de como melhorar o posicionamento, e isso é feito por meio do SEO.

On page

Ações On page são todas as alterações realizadas dentro das páginas e que são entendidas como boas práticas de estratégias SEO pelos algoritmos do Google, pois permitem que os robôs entendam do que trata o seu conteúdo.

Existem vários elementos que devem ser verificados, porém, vamos listar apenas os principais.

Autoridade

Há um importante ponto a ser entendido quando trabalhamos com estratégias de SEO: ela é eficaz, mas os resultados são obtidos em médio e longo prazo. Isso significa que é preciso ter paciência e consistência para que o posicionamento almejado seja alcançado.

Isso acontece porque outro critério bem conceituado na hora de ranquear páginas nas buscas é a autoridade do domínio (Domain Authority). Há uma mescla entre a quantidade de tempo de existência do site e a relevância de seu conteúdo para os usuários.

Cada página avaliada herda a autoridade do domínio em que está hospedada, por isso é importante trabalhar não apenas alguns conteúdos que se acredite serem mais valiosos, mas sim garantir estratégias SEO de todo o site.

A nota para a autoridade vai de 1 a 100. Quanto mais alta a nota que um determinado domínio recebe, maior o Domain Authority, tornando o site mais bem cotado em um ranqueamento em relação a outra página com menor autoridade.

Por conta disso, caso você esteja na fase de planejamento do seu site, não perca tempo para colocá-lo no ar, mesmo que ainda não tenha muito conteúdo. Uma vez que as páginas estiverem na web, elas já começarão a gerar autoridade.

Performance da página

Outro ponto muito importante para o ranqueamento de uma página em uma pesquisa diz respeito à sua performance. Caso o seu site leve mais de 2 segundos para ser carregado em um navegador com condições normais de internet, o Google o penaliza por prejudicar a experiência do usuário.

Ou seja, o design de uma página é fundamental, mas carregá-la de informações, imagens pesadas e vários GIFs pode não ser uma boa ideia em termos de performance. Isso deve ser levado em consideração na hora de construir um site.

Existem algumas formas de contornar essa situação, por exemplo, reduzir imagens e GIFs, minimizar sua qualidade, realizar carregamentos posteriores e outras técnicas simples e interessantes.

Arquitetura do site

Como falamos, as informações de um site são lidas pelo Googlebot. Ele espera que exista uma determinada ordem lógica de conteúdo, e a falta dessa organização pode dificultar o entendimento do algoritmo a respeito do real conteúdo disponibilizado, o que provoca um impacto direto no ranqueamento.

A estrutura das informações dentro da página é fundamental para a navegabilidade, o entendimento e a experiência do usuário, por isso, nada mais natural que o Google levar esse ponto em consideração na hora de ranquear os resultados.

É preciso seguir uma ordem lógica de cabeçalho, corpo de texto, rodapé e tags de títulos e intertítulos (H1, H2 e demais). Fontes de destaque também são importantes para demonstrar ideias centrais dentro do conteúdo da loja ou do site.

Quando um usuário entra na página, os títulos e intertítulos já dão uma ideia de como a informação está dividida e de onde o usuário pode procurar aquilo que busca. Chamamos isso de escaneabilidade, uma organização simples que auxilia o leitor a entender a arquitetura do conteúdo e permite uma leitura fluida.

Off page

Estratégias SEO não são feitas apenas dentro de seu site. É possível realizar ações também fora do seu domínio para gerar mais autoridade e chamar a atenção para suas páginas, gerando relevância na web e melhorando o ranqueamento.

Esse processo se chama SEO off page e consiste na construção de links em outras páginas. Essa atividade pode ser feita com a participação em fóruns ou por meio de comentários em redes sociais, blogs e outros sites, fazendo menção à sua marca.

Backlinks

Algo também comum para realizar essa atividade é o fechamento de parcerias com outros domínios de autoridade para a publicação de artigos que contenham links para o seu site.

A quantidade de links que apontam para as suas páginas tem um grande peso no ranqueamento do Google. O mecanismo considera que as citações de seus conteúdos em outros locais são como votos de confiança que demonstram que outras pessoas acreditam naquilo que você apresenta e acham seu conteúdo valioso.

Isso influencia diretamente na autoridade de domínio, demonstrando que o seu site é reconhecidamente um influenciador em determinado tipo de assunto, de acordo com os links construídos.

Menções à marca

Já falamos sobre os backlinks e como eles são importantes para a sua empresa. Porém, as simples menções à marca também são interessantes para gerar autoridade e criar relevância. Para isso, apenas uma citação, em vez de um link, já tem valor.

Os algoritmos do Google estão cada vez mais avançados e são capazes de ler e entender quando uma citação está se referindo a uma determinada marca, identificando o contexto dessa citação e analisando se ela é positiva ou negativa.

O que é palavra-chave?

Um dos fatores mais importantes para um bom posicionamento nos motores de pesquisa é a escolha correta da palavra-chave. Em resumo, é o termo de busca que o usuário pesquisa para alcançar uma página. Por exemplo, alguém que precisa comprar um tênis de corrida poderá pesquisar pelo termo “melhor tênis para correr”.

Por isso, é muito importante fazer pesquisas de palavra-chave para encontrar os termos que são relevantes para o seu público-alvo. Uma das boas opções é o próprio Google Keyword Planner.

Head Tail

Estas são as palavras-chave curtas, com uma ou duas palavras, e que representam o segmento como um todo. Ou seja, são amplas e genéricas e não segmentam buscas. Além de um volume gigante de buscas, a concorrência é enorme e isso pode prejudicar o seu ranqueamento.

Palavra-chave Head Tail para SEO
Mais de 450 milhões de ocorrências. Imagine se colocar no meio dessa concorrência!

Termos de busca muito curtos, como “vestido” ou “sapato”, são exemplos claros destas palavras-chave head tail. Por outro lado, palavras-chave como “vestido vermelho para festas” e “sapato de salto agulha” trazem outro conceito chamado de Long Tail.

Long Tail

Estas são as palavras-chave mais longas e específicas, que ajudam seu posicionamento nos mecanismos de busca. A cauda longa é extremamente recomendada para pequenas e médias empresas que não possuem capacidade de investimentos em mídia paga, já que abre diversas opções por meio de palavras-chave de menor competitividade.

Palavra-chave Long Tail para SEO
Bem melhor segmentar essa busca e concorrer com 17 mil né?

Esses termos possuem mais palavras que as mais buscadas e, por isso, segmentam melhor as buscas feitas no Google. Mesmo não apresentando um grande volume de buscas, com palavras-chave long tail você foge da grande concorrência e encontra mais facilmente seu público-alvo. O conceito advém do livro ‘A Cauda Longa – Do mercado de massa para o mercado de nicho’, de Chris Anderson. Consiste em vender pequenas quantidades de uma grande variedade de itens, ao invés de somente alguns produtos populares. Assim, enfrenta menos concorrência, porém com grande volume de vendas.


RESUMO
  • Aposte suas fichas no SEO para qualificar seu site e aumentar as vendas;
  • É fundamental saber todas técnicas que devem ser utilizadas, mesmo que não seja você a colocar isso em prática. Considere a contratação de empresas especializadas para isso;
  • Lembre-se que conhecer seu público é fundamental antes de escolher as palavras-chave;
  • Estratégias SEO vão revolucionar seu site;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

COMO O GOOGLE MEU NEGÓCIO TURBINA A PRESENÇA DIGITAL DA SUA EMPRESA

Neste post, vamos falar sobre o Google Meu Negócio, mais uma ferramenta gratuita do Google oferecida para potencializar seu alcance dentro dos mecanismos de pesquisa, ampliar sua presença digital e facilitar sua relação com potenciais clientes. Se você tem um negócio local, ou comanda qualquer estabelecimento com endereço físico, saiba que este texto vai fazer a diferença na sua empresa.

O sistema de gerenciamento pode até lembrar algumas conhecidas redes sociais, mas o Google Meu Negócio surge como outro grande aliado, pois é totalmente integrado aos mecanismos de pesquisa, e funciona como um belo aprendizado para quem está começando.

Quando surgiu o Google Meu Negócio

Lembra das listas telefônicas? Pois então, lá em 2004, foi lançado o Google Local, uma espécie de mecanismo de busca voltado para empresas, no melhor estilo páginas amarelas.

Google Local
Alguém aí se lembra desse layout?

A partir desta ideia, foi iniciada uma sequência de adaptações e novas ferramentas. Vamos a elas:

  • 2005: É lançado o Google Maps, adicionando às funcionalidades com o Google Local. Naquela época, o grande barato era buscar sua casa ou bairro (entregando a idade em 3, 2, 1…) no Google Earth.
  • 2005: É criado o Google Local Business Center, recurso que habilitava a inclusão das empresas nas listas do Google Local, limitado aos administradores de negócios.
  • 2009: Surge o Google Place Pages, que reunia todas as informações possíveis sobre um local no mesmo lugar, como dados de contato, endereço, fotos e demais informações interessantes.
  • 2010: Com a adição do Hotpot, as empresas passaram a ser recomendadas. Assim, os usuários começaram a ser auxiliados na hora de decidir por um local, através de opiniões de terceiros.
  • 2014: Enfim, nasce o Google My Business, que foi capaz de reunir em uma só ferramenta todas as qualidades já criadas, oferecendo um serviço completo ao usuário.

O que é o Google Meu Negócio?

Como vimos acima, o Google Meu Negócio oferece a um negócio local todas as funcionalidades que foram surgindo ao longo dos anos para auxiliar esta empresa a ter sua presença digital. O serviço é gratuito e já ocupa parte considerável das estratégias de Marketing Digital. Se você estiver em dúvida sobre como começar a planejar, dá uma olhada nesse post onde falamos sobre planejamento de marketing em 4 etapas.

Ao se estabelecer em um endereço físico, qualquer empresa ou pequeno negócio pode ter seu perfil no Google Meu Negócio. Este perfil nada mais é que uma ficha de apresentação do seu negócio. Eventualmente, os proprietários de negócios locais nem sabem se sua empresa tem um perfil no GMN. Acreditem, acontece!

Como o serviço visa 100% à melhor experiência do usuário, o próprio mecanismo do Google identifica que uma empresa existe naquele endereço, e cria o perfil automaticamente. Aquele perfil pode ser atualizado com informações válidas e fotos enviadas por usuários que estiveram no local ou que efetivamente estão o buscando no Google. Colaborativo total!

Quem pode ter?

Se você é proprietário de um estabelecimento físico, um negócio local ou tem uma empresa que atende no local do cliente, você não só pode, como deve ter um perfil no Google Meu Negócio!

Quem não pode ter?

O Google Meu Negócio é voltado para endereços, portanto não atende profissionais ou empresas que são estritamente digitais.

Como funciona o Google Meu Negócio

Ao fazer uma busca no Google, o usuário utilizará algumas palavras-chave que serão usadas pelo algoritmo para determinar alguma referência comercial relacionada. Com a pesquisa efetuada, o próprio Google mostrará a ficha do local mais relevante.

Exemplo de busca direta no Google
Exemplo de busca direta por uma empresa específica.

Além da ficha (que aparece como destaque), seu perfil também pode aparecer na lista de locais do Google Maps e, claro, se ele for relevante e estiver bem relacionado aos termos da pesquisa certamente estará bem colocado.

Busca por interesse no Google
Exemplo de busca segmentada por interesse.

Mas, não pense que criar o perfil já basta para aparecer nas buscas. Nem sempre os termos pesquisados batem com o que seu perfil oferece. Portanto, confira algumas dicas para melhorar seu ranqueamento.

Critérios de busca

Para determinar quais perfis aparecem em primeiro nas pesquisas, o Google avalia três pontos fundamentais:

  • Relevância: considera o match perfeito entre um negócio local e a pesquisa do usuário. Trata-se de um retorno personalizado, baseado em buscas, histórico de pesquisa e localização do usuário.
  • Localização: considera a relação de distância entre perfil, a palavra-chave e o usuário. A não ser que na busca esteja bem clara alguma indicação de local (exemplo: “churrascarias em Sapucaia do Sul”), o Google utiliza dados de navegação, segundo históricos e informações do GPS.
  • Proeminência: considera a popularidade do negócio. Isto é: avaliações, média de classificação, comentários, cliques e tráfego na ficha. São vários componentes que incluem a reputação, o alcance e até mesmo seu site oficial, caso tenha.

Informações necessárias

Ao aparecer nas buscas dos usuários, um perfil do Google Meu Negócio oferece algumas informações imprescindíveis, outras importantes e outros detalhes que podem se tornar diferenciais.

Página Inicial

Estas são as primeiras informações que aparecem na sua ficha. Elas aparecerão na tela de busca, para todos usuários visualizarem.

  • Fotos: mostra a foto de capa, a imagem do Street View e o visual reduzido do mapa
  • Nome comercial: não invente novidades, este é o campo que contém o nome oficial do seu negócio
  • Botões clicáveis: são três botões que geram tráfego para seu site, inicia uma rota para chegar até seu endereço ou salva seu perfil
  • Endereço completo: indispensável, o endereço do seu negócio é a principal informação
  • Horário: não erre no seu horário de funcionamento, ele será peça chave nas buscas do Google Maps. Uma loja fechada perderá lugares nas buscas
  • Telefone: mais uma ferramenta diferencial de CTA, o seu contato deve ser explorado para interagir com seus clientes

Diferenciais

Elimine obstáculos no momento de decisão do seu cliente com as seguintes informações, que também aparecerão na página inicial da tela de buscas.

  • Perguntas e respostas: Tire as dúvidas de seu potencial cliente antes mesmo dele questionar
  • O que há na loja: Se você oferece produtos específicos, eles poderão aparecer no seu perfil em forma de catálogo
  • Comentários: considere o que outras pessoas, clientes ou não, estão comentando sobre a sua empresa
  • Sobre: Descrição completa da empresa

Conteúdo

Ao acessar o perfil de uma empresa no Google Meu Negócio, o usuário terá mais acesso a outras funcionalidades.

  • Imagem: nesta seção, pode-se adicionar logotipo, foto de capa, fotos do local (separadas por ‘interior’ e ‘exterior’), 360º, vídeos e ainda centralizar as fotos enviadas por clientes
  • Horários de pico: gráfico criado automaticamente pelo Google, mostra a hora que mais registra visitantes à sua loja
  • Ampliado: todas informações contidas na página inicial, aqui são ampliadas, mostrando todas avaliações e comentários, o mapa completo, entre outras opções específicas

Como melhor explorar o Google Meu Negócio

Assim como acontece em conteúdos de websites, artigos de blogs, entre outros, é fundamental se ater às técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para obter melhor ranqueamento nas buscas da plataforma. Neste caso, palavras-chave são o foco principal, com muitas informações relacionadas ao seu negócio.

Mas somente isso não basta. Tenha em mente que você precisa tratar seu perfil como se o usuário estivesse o visualizando ao cruzar uma rua. Ao passar pela sua vitrine, além de chamar sua atenção, você deve indicar as principais informações do seu negócio.

Dados completos

Como mencionei antes, o Google mostrará primeiro aqueles perfis que são mais relevantes para cada pesquisa. Por isso, sempre confira se todos seus dados estão corretos e verifique se, de fato, foram inseridas todas informações relevantes para seu cliente. Dentre os principais dados estão endereço físico, número de telefone, categoria e atributos.

Confirme seus locais

Já dissemos que eventualmente alguns proprietários de empresas nem sabem que têm perfil no Google Meu Negócio. Portanto, confira se seu estabelecimento está lá para que ele apareça nas ocorrências de pesquisas no Maps e no Google.

Se seu perfil de empresa já existe, você poderá reivindicar esta propriedade. Se não, é bem simples criar o seu, tanto pelo Google Meu Negócio quanto através do Google Maps.

Horário de funcionamento

Parece uma dica banal. Mas saiba que esta é uma das principais reclamações dos usuários que buscam informações no Google Meu Negócios. Muitas empresas mantém horários desatualizados, ou mesmo esquecem de informar corretamente qual período do dia há atendimento.

Também é permitido informar previamente as informações referentes a atendimentos em datas especiais, como feriados, eventos específicos e inclusive restrições durante o período de pandemia.

Atenção às avaliações e interações

A interação com seus potenciais clientes é fundamental e uma prática incentivada por nós para que você explore tudo que o Google Meu Negócio pode oferecer. Nesse sentido, é imprescindível dedicar atenção às avaliações, mesmo – e principalmente, em alguns momentos – as negativas.

Além disso, o Google Meu Negócio permite que você faça postagens de imagens, vídeos, promoções de produtos, entre outras funções. Avalie a reação dos usuários e interaja para demonstrar que está ali para atendê-lo.

Fotos e vídeos

Este é um diferencial. Já sabemos que boas imagens chamam atenção dos clientes. Nesse caso, elas são a apresentação do seu negócio para um potencial cliente. Portanto, abuse na criatividade e na qualidade das fotos e vídeos, para impactar logo de cara e trazer o usuário para o seu perfil. Uma das métricas de sucesso do GMN é justamente o quanto suas fotos são visualizadas e o comparativo com outras empresas de mesmos segmentos de atuação.

GMN: explore as fotos
Exemplo de empresa que explora muito bem suas fotos, em comparação com outras do mesmo segmento.

Insights

A deixa do item aí de cima foi perfeita. O Insights é a seção do Google Meu Negócio que te dá TODAS informações relevantes do desempenho do seu negócio, em tempo real, durante o período que você quiser.

Insights do GMN

Nos insights, você terá acesso a quais palavras-chave mais encontraram seu negócio nas buscas, de que forma os clientes chegaram até o seu perfil, onde eles veem sua empresa (Maps ou pesquisa) e as ações executadas, views de fotos, chamadas telefônicas (separadas por dias e horários) e horários de maior movimento.

Ads pelo Google Meu Negócio

Caso os insights te tragam resultados de desempenho que não te permitem seguir crescendo de forma orgânica, considere as opções de anúncios. Diferente da complexidade da plataforma de anúncios Google Ads, os recursos do Google Meu Negócio te permitem criar campanhas de tráfego pago em poucos passos e de forma simplificada.


RESUMO
  • Se você tem um negócio local ou estabelecimento com endereço fixo, você DEVE ter um perfil no Google Meu Negócio;
  • Após 10 anos de validações, erros e acertos, o Google Meu Negócio entrou no mercado em 2014;
  • Negócios digitais não têm possibilidade de ter perfil no Google Meu Negócio;
  • Com um perfil no Google Meu Negócio, você potencializa seu alcance nos mecanismos de pesquisa, amplia presença digital e facilita sua relação com potenciais clientes;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

OBJETIVOS SMART EM SUA ESTRATÉGIA DE MARKETING

Não é novidade que toda empresa precisa traçar um planejamento para obter sucesso e, nesse sentido, definir objetivos SMART são estratégias fundamentais. Mas o que quer dizer esse termo? É isso que veremos neste post!

Já falamos diversas vezes e sempre repetiremos: o passo ZERO para definição das suas estratégias de marketing é ter planejamento (se você quer saber como, clica AQUI e confere nosso post sobre esse assunto). Dentro dos passos para o planejamento ideal, está a definição de metas bem estabelecidas para que seu negócio tenha sucesso. Mas não pense que isto é uma tarefa muito fácil.

Pode-se dizer que todo empresário tem um grande objetivo ao criar a sua empresa. Nesse sentido esta meta principal está relacionada a obter sucesso, ter retorno financeiro, crescer no seu mercado de trabalho, etc… Mas para chegar até este nível, é preciso definir TODOS os passos, estabelecer metas em cada processo e valorizar as pequenas vitórias.

Então vamos lá, está na hora de conhecer a melhor maneira de fazer isso: definindo objetivos SMART. Antes de mais nada, você precisa saber o que isso, de fato, quer dizer!

Como surgiu o termo SMART?

Apesar de parecer somente mais uma palavra americana (em inglês, smart significa inteligente ou esperto), SMART é um acrônimo formado pelas iniciais das palavras Specific, Measurable, Attainable, Realistic e Time-bound. Como podem perceber, são palavras na língua inglesa. Logo mais veremos o que cada uma delas significa dentro deste contexto.

Voltando portanto ao surgimento deste termo, registros apontam seu surgimento em 1981, por meio do consultor George T. Doran, que publicou um artigo chamado There’s a S.M.A.R.T. Way to Write Management’s Goals and Objectives. Neste artigo, o questionamento principal eram as dúvidas que gestores da época tinham ao definir objetivos nas suas empresas. Doran, então, propôs esta metodologia e esta passou a ser incorporada no mundo dos negócios.

Postada há 10 anos, esta entrevista com Doran revela como surgiu a ideia dos objetivos SMART.

Ao longo do tempo, algumas empresas inclusive adaptaram algumas partes da metodologia, sem modificar, no entanto, a estrutura da palavra. Dessa forma, alguns exemplos são as mudanças para Significant (relevante) para o “S” e Action-Oriented (orientado para ação) para o “A”.

O que significa cada letra da metodologia de objetivos SMART?

Antes de mais nada, definir objetivos pode ser bem amplo. O que você deseja obter ao colocar um produto à venda? A resposta é bem simples: vendê-lo! Porém, como isso será feito e quais indicadores chave de desempenho (Key Performance Indicator = KPI) serão levados em conta? É aí que entram os objetivos SMART!

Objetivos SMART

Agora você entenderá como essa metodologia impactará na sua definição de objetivos SMART.

S – Specific (seja específico)

A primeira orientação é bem clara, voltada à especificidade. É fundamental inserir no seu objetivo SMART exatamente quais esforços você terá que fazer para alcançá-lo. Não basta dizer que deseja “mais usuários visitando seu site”, pois isso é o que todos que têm um site querem. Defina QUANTOS usuários a mais você deseja atrair.

Seja o mais específico possível, pois objetivos amplos tendem a não se concretizar. Mais que isso, tenha muito claro para sua equipe como você irá medir isso tudo, tornando-o perfeitamente tangível.

M – Measurable (defina objetivos mensuráveis)

Métricas! Como saber se você alcançou seu objetivo se não tem como medir esse resultado? Neste caso, é fundamental estabelecer parâmetros para se definir um objetivo que possa ter seu sucesso – ou fracasso – medido posteriormente.

Ao invés de objetivar “obter mais leads nas campanhas de tráfego pago”, projete qual número gostaria de alcançar e defina que gostaria de “obter 25% mais lead nas campanhas de tráfego”, pois você poderá comparar dados e metrificar informações.

A – Attainable (defina objetivos atingíveis)

Essa letra se refere àquela conhecida frase ‘dá uma segurada’. Brincadeira, não é pra tanto, mas tem tudo a ver. É fundamental não ‘viajar’ tão longe na definição do seu objetivo. Portanto, pense em metas que você poderá atingir.

É bacana projetar números desafiadores, mas se fugir do tangível pode se tornar um tiro no pé. Nesse caso, experiência no que está fazendo e benchmarking serão bases fortes para traçar seus planos.

Analise o que o seu negócio pode obter hoje e, depois de executar suas ações, qual a real capacidade do seu negócio e da sua equipe.

R – Realistic (seja realista)

Esta parte do objetivo SMART está diretamente ligada à anterior. Para saber se um objetivo é atingível, é fundamental ser realista e saber exatamente o que seu negócio pode oferecer. Considere limitações, avalie as necessidades e projete – como já falamos – pequenas vitórias.

Nesse caso, superar expectativas a cada objetivo SMART definido pode gerar resultados muito mais expressivos do que eventuais frustrações ou pressões por não bater a meta.

T – Time-bound (defina um prazo)

Objetivos longos não dimensionam exatamente tudo que sua empresa precisa fazer para alcançá-lo. Naturalmente, num processo de desenvolvimento de entrega a dedicação acaba se intensificando na fase final.

Objetivos sem prazo definido são desgastantes e tendem a não se realizarem da melhor forma. Cada objetivo longo não atingido, deve ser refeito e gera perda de dinheiro e retrabalho.

Importante, nesse sentido, é não prorrogar prazos. Ao final do tempo estabelecido, avalie os resultados e REFAÇA o novo objetivo, defina novos planos, ajustando cada parte do objetivo.

Coloque em prática e defina seus objetivos SMART

“Não há nada mais inútil do que fazer bem feito algo que não precisava ser feito”

Peter Drucker

A frase acima, proferida pelo cara que é considerado o Pai da Administração Moderna, sintetiza o que os objetivos SMART querem combater. Em determinados momentos, setores da empresas podem até atingir objetivos sem sequer saber como isto foi feito. Por outro lado, empresários acabam definindo metas amplas e inalcançáveis, o que gera frustrações.

Para que isto fique ainda mais claro para você conseguir colocar tudo em prática, vamos listar alguns exemplos de objetivos SMART.

Como criar objetivos SMART?

Antes de mostrar os exemplos, vamos dar uma dica que certamente irá facilitar sua ação: checklist! De um lado, anote os 5 critérios para um objetivo ser SMART, e, no outro, anote a frase que define seu objetivo. Por fim, cheque quais partes da sua frase estão de acordo com os conceitos.

3 exemplos de objetivos SMART

Aumentar 50% as vendas de cursos online até dezembro de 2020.

  • É específico? Sim, pois define quanto de aumento a empresa quer gerar nos cursos online.
  • É mensurável? Sim, pois a empresa sabe quantos cursos online vendeu no primeiro semestre de 2020.
  • É atingível? Sim, porque a empresa aumentou a oferta de cursos online.
  • É realista? Sem dúvidas, pois a procura por cursos online mais que dobrou durante o período de pandemia.
  • Tem um prazo? Sim, o objetivo precisa ser cumprido até o final desse ano.

Triplicar o número de publicações no blog da minha loja em 2 meses.

  • É específico? Sim, pois define quantas publicações a mais a loja deverá fazer.
  • É mensurável? Sim, pois a empresa já tem um blog com frequência baixa de postagens.
  • É atingível? Sim, porque a loja designou um profissional para produção dos textos.
  • É realista? É, pois outras lojas do mesmo segmento têm obtido bom resultado com uma frequência de postagens até superior.
  • Tem um prazo? Sim, o objetivo precisa ser cumprido em até dois meses.

Aumentar a avaliação média da empresa no Google Meu Negócio em 100% nos próximos 3 meses.

  • É específico? Sim, pois define o dobro como meta de aumento nas avaliações.
  • É mensurável? Sim, pois a empresa tem a média de avaliações mensais como parâmetro.
  • É atingível? Sim, as vendas aumentaram e as buscas no perfil da empresa triplicaram no último mês.
  • É realista? Sim, pois o próprio relatório do Google indica que outras empresa estão obtendo resultado superior.
  • Tem um prazo? Sim, o objetivo precisa ser cumprido em até três meses.
Reúna os tomadores de decisão da sua empresa e defina objetivos SMART para cada setor!


RESUMO
  • Se você não tem um norte, você não tem um caminho a seguir;
  • Fuja de objetivos amplos, genéricos e com prazos longos;
  • Aposte em metas claras, específicas e com prazo estabelecidos;
  • Saiba onde você quer chegar, mas defina objetivos SMART para desenvolver seu caminho até lá;
  • Relacione seus KPIs com os objetivos SMART e acerte em cheio;
  • Valorize as pequenas vitórias;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.