Whatsapp como canal de vendas do seu negócio

Garota digitando no Whatsapp

De cara já vou te falando que se você ainda não incorporou o WhatsApp como canal de vendas, você está perdendo uma boa fatia de mercado. É uma oportunidade enorme, visto que foi o app mais utilizado no Brasil em 2019. Ou seja, não importa qual é o seu público-alvo, ele está no WhatsApp!

Porém, como em diversas outras estratégias de comunicação, relacionamento e vendas, esse canal deve ser tratado como qualquer outro. Assim como um atendimento presencial, o WhatsApp será um canal de vendas e, para isso, necessita de uma estratégia. Não pense que por utilizar o app diariamente para conversas – privadas ou profissionais – você deve simplesmente replicar o que já sabe para o seu negócio.

Neste post, vamos te mostrar os motivos para você optar pelo WhatsApp e mostrar algumas técnicas de venda pelo app. Além disso, você também saberá como aplicar alguns recursos desta ferramenta para melhor a conversão em vendas.

Por que o WhatsApp é um ótimo canal de vendas?

O aplicativo WhatsApp dispensa apresentações, pois é um dos aplicativos de conversa mais conhecidos em todo o mundo. Mesmo sendo proibido em alguns países, ainda é a principal escolha de grande parte dos usuários. Traçando um paralelo com locais físicos de venda, é um lugar onde o consumidor será facilmente encontrado, como um shopping ou um Centro Comercial.

WhatsApp como canal de vendas
Atendimento e vendas no Whatsapp são tendências de crescimento ano a ano.

Inicialmente tratado como um apoio aos estabelecimentos, utilizado como canal alternativo, telefone de contato ou atendimento rápido, hoje o WhatsApp já oferece recursos que podem transformar seu negócio e também baratear seu custo de divulgação de produtos. Já pensou em ter um e-commerce? Então, no WhatsApp isso é possível. E agora que o app, assim como o Instagram, é propriedade do Facebook, tenha certeza que tudo será muito mais fácil.

WhatsApp Business

Para explorar todas as funcionalidades que o WhatsApp oferece, a melhor opção é aderir à versão comercial do app. Isto porque o WhatsApp Business foi concebido pensando nas empresas e vem sendo qualificado desde sua criação. Ele é gratuito para download o dispõe de diversas ferramentas que otimizam sua relação comercial.

  • Possibilidade de catálogo de produtos/serviços ou cardápio para restaurantes;
  • Recursos que automatizam, classificam e agilizam suas respostas a mensagens;
  • Relacionamento: suporte e notificações importantes aos clientes;
  • Informações relevantes para seus clientes, como endereço, descrição, e-mail e website;
  • Mensagens salvas para respostas automáticas a perguntas frequentes;
  • Separe seus contatos ou conversas por etiquetas, identificando para melhor encontra-los;

Adaptando suas vendas

Cada vez mais funcional e recebendo novos recursos, o WhatsApp deve ser constantemente estudado para poder ser incorporado facilmente ao seu processo de vendas. Assim como uma venda direta numa loja física, o whats pode ser utilizado desde o primeiro contato até a conversão em venda.

Para isso, é necessário que você adapte se processo de vendas para este novo canal. Explore tudo que ele te oferece como local de aquisição e vendas. A Jornada de Compra qualificada depende de você.

Pós-venda

Como já falamos, o WhatsApp é um excelente canal de relacionamentos. Foi assim, inclusive, que ele surgiu. Então, utilize este viés em seu favor, porém adaptado para o pós-venda dentro do seu processo. Por isso, não falamos mais em atendentes quando nos referimos ao profissional responsável pelo contato no app, e sim em VENDEDORES!

Após fechar uma venda, entregue os próximos passos para outros setores dentro da empresa. Com isso, o vendedor se libera para novas negociações e não se ocupa em negócios fechados. E o cliente, claro, não fica sem atendimento.

Monetização no WhatsApp

Na última semana, foi noticiado que o WhatsApp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo. Empresas com conta WhatsApp Business poderão receber pagamentos por produtos e serviços, mediante pagamento de taxas. Para usuários, porém, as transações não gerarão custos extras. E o melhor é que o Brasil será o primeiro país a receber esta novidade.

Se antes desta novidade, já era fundamental utilizar o WhatsApp como canal de vendas, agora então isto já não será mais uma opção. Prepare-se, pois em pouco tempo deverá ser uma realidade que revolucionará os negócios. E você deve estar pronto!

Whatsapp integrado às redes sociais

3 Dicas para você acertar em cheio na estratégia comercial do WhatsApp

Se você já tem um procedimento bem definido de vendas, não será um grande desafio adaptar isto para o WhatsApp. E isto vale para qualquer empresa, inclusive àquelas em que você é o dono, o atendente, o vendedor e o único funcionário. Ainda assim, atente-se aos processos.

Para isso, preparamos algumas dicas importantes. Confira:

1- Qualifique a equipe de vendedores

A venda pelo WhatsApp, principalmente quando utilizado o WhatsApp Web, permite uma produtividade muito maior em relação a outros meios. Além disso, o contato se torna mais pessoal e amenizado, se comparado a um e-mail ou aquela indesejada ligação que você não está esperando.

Como falamos lá no início, o WhatsApp deve ser tratado como qualquer outro canal de venda, com estratégia. Portanto, sua equipe de vendedores precisa estar bem treinada e alinhada. Tome atenção com pontos importantes, como o tom da abordagem, os melhores horários de contato, as melhores práticas e a mesma agilidade de atendimento que seria entregue em qualquer outro canal de vendas.

E falando em produtividade, tenha em mente que UM vendedor conseguirá atender pelo menos quatro possíveis clientes, com qualidade. Pensando no que fazíamos até pouco tempo atrás, é inviável este atendimento por telefone, por exemplo.

2- Defina métricas e indicadores

O WhatsApp gera uma quantidade relevante de dados. Assim, estes dados podem – e devem – ser metrificados e adaptados para a melhor gestão da área comercial. Alguns registros importantes, como volume de atendimentos, agilidade de negociação, tempo de espera/resposta, entre outros.

Somente com estes dados sendo cruzados com o resultado, você poderá mensurar o sucesso da estratégia. Mais que isso, essa métrica quem define é você. Portanto, alinhe os indicadores da sua empresa com mais este canal de vendas.

3- Automatize suas ações

Uma grande vantagem das pequenas empresas em relação às grandes é o relacionamento com os clientes. Tenha em mente que você deve atender às necessidades do seu cliente, alinhando essa mentalidade às vendas pelo WhatsApp. Este é o preceito básico do CRM (Customer Relationship Management, ou em português Gestão do Relacionamento com o Cliente), que deve ser implantado no seu negócio.

Utilizando-se ou não da estratégia CRM, é assim que você deve encarar o WhatsApp da sua empresa. Conhecendo seu cliente, você poderá antecipar ações e elaborar uma oferta personalizada de produto ou serviço. Torne estas ações sistemáticas integrando o CRM da sua empresa ao app, pois certamente reverterá ótimos resultados.

Dicas extras e cuidados

Como já mencionamos, o Whatsapp é um app em constante evolução. Portanto, antes de tudo você deve o encarar como uma nova fonte de conhecimento. Com as adaptações necessárias, surgem alguns cuidados necessários para que esta estratégia não se torne um tiro no pé.

  • Não isole o WhatsApp como canal de vendas. Ele funciona melhor ainda se integrado a outros canais e, principalmente, às redes sociais;
  • Utilize um aparelho corporativo, com número de contato específico da sua empresa. Além de evitar descuidos dos vendedores, também deixará bem clara a separação entre vida pessoal e profissional;
  • Explore todas opções de conteúdos, como vídeos, imagens, compartilhamento de documentos. Mas não exagere, lembre-se que a abordagem é diferente de uma conversa entre amigos;
  • Use o Web WhatsApp para facilitar o gerenciamento das mensagens. Certamente facilitará o seu contato e deixará o celular livre para outras funções;

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O que é landing page e para quê serve?

landing page mockup

Em nosso artigo sobre as diferenças entre sites multipage, onepage e landing page, falamos um pouco sobre cada uma dessas modalidades de site. Agora, entenda melhor como funciona uma landing page e o motivo dela ser essencial para qualquer negócio digital que tenha como objetivo conseguir mais leads:

O que é uma landing page?

A landing page é uma página única que o usuário abre através de um link. Ou seja, ela pode ser uma página de um site multipage.

A característica principal desse modelo é que a landing page tem como foco principal a conversão de leads.

A landing page é basicamente uma página de vendas, onde você divulga algo que sua empresa está oferecendo no momento. Por exemplo: se sua empresa desenvolveu um ebook, a landing page serve exclusivamente para explicar sobre o que é o ebook e quais as vantagens de adquiri-lo.

Uma landing page sempre deve ter um formulário para que a pessoa interessada preencha seus dados e consiga adquirir a oferta, a fim de que sua empresa consiga um lead.

Landing Page Nubank
Exemplo de capa de uma Landing Page.

Sendo assim, a landing page serve para aproximar os visitantes de uma empresa através de uma promoção, um produto ou serviço.

As principais características de uma landing page são:

  • Página minimalista, sem muitos elementos;
  • Foco em call to action e textos essencialmente criados nas características de copywriting;
  • Composta por título, formulário, descrição e call to action.

Por que criar uma landing page?

Ao contrário das páginas comuns dos websites, as landing pages são criadas para um objetivo em específico. Por essa razão, a estrutura dessa página é focada em despertar a curiosidade e fazer com que o público-alvo tenha interesse no que está sendo ofertado.

Resumindo, as landing pages servem exclusivamente para conversão, portanto, se o objetivo é conseguir mais leads para seu negócio, essa é a estratégia perfeita.

Benefícios de criar uma landing page

Segmentação de leads

Com a landing page é possível saber em qual nível da jornada de compras está um lead. Isso é feito a partir das informações que você exige na hora dele adquirir a oferta.

De acordo com as perguntas que você incluir na landing page, criam-se grupos de pessoas semelhantes. Assim, você pode criar estratégias segmentadas para cada grupo e melhorar a conversão.

Baixo custo em aquisição de leads

Conseguir informações de clientes demanda bastante tempo e, principalmente, dinheiro.

Por isso, com apenas uma landing page você consegue uma boa quantidade de dados de forma orgânica, além de oferecer um conteúdo de valor que demonstrará a autoridade de sua marca.

Tipos de landing page

Página de captura

Essa seria a página de captura básica, na qual uma oferta é anunciada e campos de preenchimento obrigatórios para adquirir dados como nome, email e telefone do lead.

Página de confirmação

Após o possível cliente preencher seus dados, o mais comum é ele ser redirecionado para uma página contendo todas as informações de como adquirir o que foi ofertado: essa é a página de confirmação.

Ela precisa ser o mais simples e esclarecedora possível, para não gerar dúvidas.

Página de vendas

Esta é mais elaborada que a de captura. Ela serve para apresentar um serviço ou produto, então precisa ter diversos elementos que atraiam o lead.

Esse tipo de página contém uma descrição elaborada da oferta, seus benefícios e porquê o lead precisa dela para sanar suas dores, além de call to actions que levem o usuário até a página de compra.

Página de obrigado

A página de obrigado é colocada no final de uma conversão, após o lead ter realizado uma compra ou adquirido um material gratuito.

É de bom tom redirecionar o usuário à página de obrigado pois demonstra simpatia e cordialidade por parte da empresa.

O que uma ferramenta de criação de landing page precisa ter

Hoje em dia existem diversas plataformas para criação de landing pages na internet. Porém, pode ser que nem todas ofereçam as características essenciais para colocar a página no ar. Sendo assim, confira 4 aspectos para considerar antes de contratar uma plataforma de landing pages:

Adequação à LGPD

De acordo com a Serpro, a LGPD, lei que entrou em vigor em agosto de 2020, tem como objetivo criar um cenário de segurança jurídica, com a padronização de normas e práticas para promover a proteção de forma igualitária dentro do país e no mundo, aos dados pessoais de todo cidadão que esteja no Brasil.

Ou seja, é um conjunto de regras relacionadas ao armazenamento, coleta e compartilhamento de dados pessoais.

Visto que o propósito da landing page é obter dados de possíveis clientes, é evidente que ela precisa estar de acordo com as regras da LGPD.

Sendo assim, é obrigatório que a plataforma de criação de landing page tenha campos de proteção de dados.

Responsividade

Por incrível que pareça, muitas empresas ainda se esquecem de criar modelos de landing page que se adaptam aos smartphones, por isso, é preciso ficar atento se a ferramenta oferece a possibilidade de visualização em dispositivos móveis.

Integração com outras ferramentas e sistemas

Para que você possa colocar as estratégias pós-conversão em ação, é preciso analisar e utilizar os dados na prática. Por isso, é muito importante que a plataforma tenha possibilidade de integração com CRM, públicos no Facebook e e-mail marketing.

Elementos visuais de uma landing page

O design da landing page também é muito importante para a conversão, por isso deve sempre prezar pelo UX. Confira algumas dicas de como criar uma página visualmente agradável:

Títulos e subtítulos landing page

Os títulos e subtítulos são úteis para direcionar o usuário às informações que ele precisa saber. É importante que eles sejam chamativos e esclarecedores, para que o lead não perca o interesse.

Cores

A escolha de cores precisa ser feita com muita atenção, pois elas ajudam a comunicar o que você deseja ao usuário. De acordo com a psicologia das cores, o vermelho inspira energia, por exemplo.

Siga a identidade visual da sua empresa, mas saiba como aplicar as cores corretamente, deixando o texto com cores fáceis de ler e que se destacam do fundo.

Imagens

É muito importante colocar imagens do produto ofertado na landing page. Afinal, a maioria das pessoas se interessa por algo ao visualizar o objeto. Contudo, evite colocar imagens em excesso, para não poluir a página.

Descrição

As descrições ajudam o usuário a entender a oferta. Elas precisam ser sucintas, objetivas e convincentes, para que o lead entenda o motivo daquele produto ser necessário a ele. É interessante destacar as partes mais importantes da descrição.

Formulário

O formulário precisa ser muito bem estudado antes de iniciar a criação da página. Quais dados exatamente você precisa saber do cliente? Em quais estratégias você pretende aplicar esses dados? Pense nisso na hora de elaborar as perguntas.

Pedir muitas informações não é recomendável, por isso, coloque somente o que realmente necessita

Depoimentos

Colocar depoimentos de pessoas que tiveram boas experiências com o produto ofertado é ótimo para gerar confiança nos leads, pois demonstra a credibilidade de sua empresa.

Call to Action

As calls to action (CTA’s), ou “chamadas para ação”, são aqueles botôes com frases imperativas como “Baixe seu ebook agora” ou “quero comprar agora”. Elas são essenciais em uma landing page, pois indicam ao usuário como e onde adquirir a oferta.

Se você deseja criar uma página de venda longa, com várias informações, é importante colocar mais de uma CTA. As landing pages são primordiais para a captação de leads no mercado digital. Agora que você já sabe como criá-las, coloque as dicas em prática e consiga mais conversões para seu negócio!


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Já pensou em terceirizar o marketing da sua empresa?

Estratégias de marketing digital

Você já sabe que as estratégias de marketing digital são tendência e, portanto, qualquer empreendimento online precisa aderir para ter destaque na internet. Contudo, por serem requisitados, tais profissionais cobram salários altos – o que torna inviável pequenas empresas terem seu próprio departamento de marketing. Por essa razão, optam por terceirizar o marketing do negócio digital.

O profissional de marketing realiza trabalhos complexos que exigem muito estudo para que entendam as necessidades dos clientes, as estratégias que deve adotar e quais ferramentas usar.

Esse tipo de trabalho é extenso e por isso exige pessoas capacitadas para colocar em prática estratégias bem-sucedidas. Vamos te contar mais detalhes sobre o assunto e mostrar 4 motivos para terceirizar o marketing da sua empresa.

Como terceirizar o marketing da sua empresa?

Empresas de todos os portes podem escolher terceirizar o marketing, porém, é mais comum esses tipos de negócio optarem pelo serviço:

  • Negócios em estágio inicial
  • Negócios em crescimento
  • Empresas de nicho

Essas pequenas empresas procuram por parceiros de solução ou agências, que oferecem diversos serviços. Como o foco dessas agências é o marketing, elas oferecem serviços de alta qualidade para sua empresa e, dessa forma, você não precisa ter uma equipe própria.

Quais serviços de marketing você pode terceirizar?

Você pode escolher terceirizar serviços específicos de marketing bem como todas as demandas da área.

Uma agência full-service tomará conta de todos os serviços relacionados ao marketing da empresa. Mas se você quiser terceirizar áreas pontuais, poderá contratar um consultor autônomo para cuidar apenas das redes sociais ou criar artigos de blog, por exemplo.

Confira exemplos de serviços em que você pode terceirizar o marketing:

Head de Marketing

O Head de Marketing é o responsável por criar a estratégia de marketing de longo prazo e desenvolver toda a estrutura do negócio, que será colocada em prática pelas outras áreas.

Essa função é de extrema importância para empresas que estão no começo, pois é a partir do plano de marketing criado que as estratégias poderão ser executadas, seja internamente ou por terceiros.

Marketing de conteúdo

Agências que oferecem serviços de marketing de conteúdo desenvolvem estratégias de acordo com o material que atrai leads, criam calendários editoriais e identificam o tipo de conteúdo que mais combina com a persona da empresa.

Se a empresa deseja impulsionar seu negócio gerando tráfego orgânico para o site, ela pode usar o marketing de conteúdo para atrair visitantes.

Redes sociais

Essa equipe cuida do atendimento via redes sociais enviando as postagens para plataformas como Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram.

Os especialistas em redes sociais também monitoram menções e conversas iniciadas por seguidores e clientes.

Responder todas as mensagens das redes sociais, estreitar relacionamentos e interagir com os seguidores é fundamental e por isso contratar uma equipe especializada é essencial. Afinal, você deve estar focado no gerenciamento do seu negócio.

Branding

É primordial que toda empresa, seja ela grande ou pequena, desenvolva uma imagem de marca (ou branding) consistente.

Portanto, contrate uma agência de marketing e desenvolva esse serviço em conjunto. Fuja dos templates prontos de internet e daqueles serviços baratos que vão surgir. Seu branding é sua essência, e ditará os passos seguintes.

Performance

Os gestores de tráfego irão administrar o tráfego pago da empresa. Ou seja, a gestão de tráfego serve para planejar e gerenciar campanhas publicitárias online.

Essa equipe possui conhecimento de como utilizar as ferramentas de implementação de campanhas via redes sociais, email, Google, etc.

funil de marketing da sua empresa.
Já pensou no funil de marketing da sua empresa?

4 razões para terceirizar o marketing da sua empresa

Existem vários motivos pelos quais você precisa terceirizar o marketing da sua empresa. Confira as quatro razões para terceirizar o marketing a seguir:

1 – Tenha mais flexibilidade de orçamento ao terceirizar o marketing

O mundo dos empreendedores é cheio de riscos e incertezas que certamente transformam o marketing em um desafio.

Dessa maneira, é muito importante que você seja capaz de se adaptar às dificuldades e terceirizar o marketing permite que sus empresa aumente ou diminua as operações conforme o necessário.

2 –  Consiga mais especialistas para as equipes internas

Orçamentos limitados geralmente impedem que a empresa contrate funcionários em tempo integral. Além de que treinar novos contratados exige muito tempo dos gerentes que precisam desempenhar papéis de liderança.

Mas ao terceirizar o marketing você aumenta a equipe qualificada para o serviço e não prejudica os orçamentos limitados.

3 –  Suporte de marketing sempre disponível

As agências têm equipes de suporte para garantir que todos os seus projetos sejam bem atendidos.

Portanto, os profissionais de marketing estarão sempre disponíveis e atentos em manterem as campanhas dentro do orçamento.

4 – Ao terceirizar o marketing você consegue acesso a alta disponibilidade

O marketing é uma função essencial para todas as empresas. Porém, pode ser muito difícil para pequenas empresas, sejam iniciantes bem como em crescimento, contratarem um departamento de marketing.

Por esse motivo, terceirizar o marketing é uma excelente opção para empresas que desejam crescer sem a carga de funcionários em tempo integral e benefícios.

Terceirizar o marketing da sua empresa é uma boa alternativa, desde que você contrate uma agência qualificada para realizar o serviço. A Gama possui um equipe composta por especialistas, além de desenvolver estratégias de comunicação online para marcas no Brasil e no exterior.

Entre em contato e saiba quais as melhores soluções para sua empresa!

Aposte em estratégias SEO e revolucione seu site

SEO

Estratégias SEO são as principais ações que você colocará em prática para potencializar o tráfego do seu site, de forma orgânica.

Se a sua empresa tem um website, este post é para você. Cada vez mais, o visual de um site vai ficando em segundo plano no momento de definir seu sucesso. Como resultado prático, para um site oferecer retorno para uma empresa ele precisa de tráfego. Ou seja, você precisa levar as pessoas até ele.

Para que isso ocorra, é fundamental que a distribuição de conteúdo dentro de um site seja muito bem explorada, através de diversas opções de técnicas. Uma dessas técnicas para se gerar tráfego orgânico é apostar em estratégias SEO, sigla para Search Engine Optimization. Numa tradução livre, seria otimização para motores de busca. Ou se formos bem diretos, otimizar seu site para ser encontrado no Google.

Um site bem otimizado, com conteúdo relevante, certamente terá acessos. Para isso, ele deve conter boas palavras-chave, distribuir estas palavras-chave através da navegação e ser, claro, atraente ao público. Mas como isso é feito?

O que é SEO?

Como já antecipamos o que esta sigla significa, vamos explicar como isto funciona, na prática. SEO é um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que um site melhore seu posicionamento nos resultados orgânicos do Google.

É uma das principais estratégias de Marketing de Conteúdo. Em cada busca, o Google procura organizar os conteúdos em um ranking que ofereça as melhores respostas nas primeiras posições. E os números abaixo, segundo o site Rock Content, mostram que os usuários confiam nesse julgamento do buscador:

  • Os três primeiros links orgânicos recebem cerca de 30% dos cliques;
  • Apenas 0,78% dos usuários clicam em algum link na segunda página dos resultados.  

Funcionamento dos motores de busca

Diante de um cenário onde a internet nos mostra a multiplicação de sites, redes sociais e milhares de informações, as empresas buscam modos de se destacar e aproveitar as oportunidades de alcance que a web proporciona para a realização de negócios.

Nesse sentido, os sites de buscas são ferramentas que contam com a automação de pesquisas, que varrem a web e indexam os assuntos da melhor maneira para disponibilizar esses dados organizados aos usuários. Para isso, esses mecanismos de buscas utilizam algoritmos que classificam as páginas da web de acordo com um determinado termo ou tema, apontando a relevância de cada página dentro de uma determinada consulta.

O algoritmo do Google, por exemplo, utiliza três procedimentos para fazer esse levantamento e oferecer as informações aos usuários.

SEO: Google é o principal buscador
Disparado na preferência mundial, o Google é sinônimo de “motor de busca”. Se você não está no Google, você não está na internet!

1- Rastreamento

O primeiro deles é o rastreamento, processo pelo qual o Googlebot identifica as páginas novas para enviar esses dados ao índice do buscador. Para realizar essa ação, os robôs utilizam algoritmos para determinar a priorização e a frequência de indexação.

O processo é realizado com as URLs geradas por processos anteriores. O Googlebot visita cada uma das páginas, verifica a existência de novos links ou alterações e envia essas informações para a indexação, atualizando suas informações.

2- Indexação

Aqui é onde a mágica acontece. A indexação é o próximo processo, no qual o Googlebot realiza a análise e o processamento de todas as novas páginas e também das alteradas, incluindo todas elas em seu índice.

São indexadas informações acerca do conteúdo do site, sua data de publicação, título, descrição, performance, região e dados estruturados.

3- Busca

Por fim, temos o terceiro processo, a busca propriamente dita. Como você deve ter percebido, ela não ocorre diretamente na web, mas sim em um índice do próprio Google. É possível que as páginas listadas já não existam mais ou que tenham sido alteradas, já que leva um tempo para que essa atualização ocorra.

Quando realizamos uma pesquisa no Google, a resposta obtida não é aleatória. Ela é embasada em mais de 200 fatores de ranqueamento, mas saiba que a empresa não revela quais são os pontos mais relevantes para realizar o ranking das respostas. Mesmo assim, temos uma boa ideia de como melhorar o posicionamento, e isso é feito por meio do SEO.

On page

Ações On page são todas as alterações realizadas dentro das páginas e que são entendidas como boas práticas de estratégias SEO pelos algoritmos do Google, pois permitem que os robôs entendam do que trata o seu conteúdo.

Existem vários elementos que devem ser verificados, porém, vamos listar apenas os principais.

Autoridade

Há um importante ponto a ser entendido quando trabalhamos com estratégias de SEO: ela é eficaz, mas os resultados são obtidos em médio e longo prazo. Isso significa que é preciso ter paciência e consistência para que o posicionamento almejado seja alcançado.

Isso acontece porque outro critério bem conceituado na hora de ranquear páginas nas buscas é a autoridade do domínio (Domain Authority). Há uma mescla entre a quantidade de tempo de existência do site e a relevância de seu conteúdo para os usuários.

Cada página avaliada herda a autoridade do domínio em que está hospedada, por isso é importante trabalhar não apenas alguns conteúdos que se acredite serem mais valiosos, mas sim garantir estratégias SEO de todo o site.

A nota para a autoridade vai de 1 a 100. Quanto mais alta a nota que um determinado domínio recebe, maior o Domain Authority, tornando o site mais bem cotado em um ranqueamento em relação a outra página com menor autoridade.

Por conta disso, caso você esteja na fase de planejamento do seu site, não perca tempo para colocá-lo no ar, mesmo que ainda não tenha muito conteúdo. Uma vez que as páginas estiverem na web, elas já começarão a gerar autoridade.

Performance da página

Outro ponto muito importante para o ranqueamento de uma página em uma pesquisa diz respeito à sua performance. Caso o seu site leve mais de 2 segundos para ser carregado em um navegador com condições normais de internet, o Google o penaliza por prejudicar a experiência do usuário.

Ou seja, o design de uma página é fundamental, mas carregá-la de informações, imagens pesadas e vários GIFs pode não ser uma boa ideia em termos de performance. Isso deve ser levado em consideração na hora de construir um site.

Existem algumas formas de contornar essa situação, por exemplo, reduzir imagens e GIFs, minimizar sua qualidade, realizar carregamentos posteriores e outras técnicas simples e interessantes.

Arquitetura do site

Como falamos, as informações de um site são lidas pelo Googlebot. Ele espera que exista uma determinada ordem lógica de conteúdo, e a falta dessa organização pode dificultar o entendimento do algoritmo a respeito do real conteúdo disponibilizado, o que provoca um impacto direto no ranqueamento.

A estrutura das informações dentro da página é fundamental para a navegabilidade, o entendimento e a experiência do usuário, por isso, nada mais natural que o Google levar esse ponto em consideração na hora de ranquear os resultados.

É preciso seguir uma ordem lógica de cabeçalho, corpo de texto, rodapé e tags de títulos e intertítulos (H1, H2 e demais). Fontes de destaque também são importantes para demonstrar ideias centrais dentro do conteúdo da loja ou do site.

Quando um usuário entra na página, os títulos e intertítulos já dão uma ideia de como a informação está dividida e de onde o usuário pode procurar aquilo que busca. Chamamos isso de escaneabilidade, uma organização simples que auxilia o leitor a entender a arquitetura do conteúdo e permite uma leitura fluida.

Off page

Estratégias SEO não são feitas apenas dentro de seu site. É possível realizar ações também fora do seu domínio para gerar mais autoridade e chamar a atenção para suas páginas, gerando relevância na web e melhorando o ranqueamento.

Esse processo se chama SEO off page e consiste na construção de links em outras páginas. Essa atividade pode ser feita com a participação em fóruns ou por meio de comentários em redes sociais, blogs e outros sites, fazendo menção à sua marca.

Backlinks

Algo também comum para realizar essa atividade é o fechamento de parcerias com outros domínios de autoridade para a publicação de artigos que contenham links para o seu site.

A quantidade de links que apontam para as suas páginas tem um grande peso no ranqueamento do Google. O mecanismo considera que as citações de seus conteúdos em outros locais são como votos de confiança que demonstram que outras pessoas acreditam naquilo que você apresenta e acham seu conteúdo valioso.

Isso influencia diretamente na autoridade de domínio, demonstrando que o seu site é reconhecidamente um influenciador em determinado tipo de assunto, de acordo com os links construídos.

Menções à marca

Já falamos sobre os backlinks e como eles são importantes para a sua empresa. Porém, as simples menções à marca também são interessantes para gerar autoridade e criar relevância. Para isso, apenas uma citação, em vez de um link, já tem valor.

Os algoritmos do Google estão cada vez mais avançados e são capazes de ler e entender quando uma citação está se referindo a uma determinada marca, identificando o contexto dessa citação e analisando se ela é positiva ou negativa.

O que é palavra-chave?

Um dos fatores mais importantes para um bom posicionamento nos motores de pesquisa é a escolha correta da palavra-chave. Em resumo, é o termo de busca que o usuário pesquisa para alcançar uma página. Por exemplo, alguém que precisa comprar um tênis de corrida poderá pesquisar pelo termo “melhor tênis para correr”.

Por isso, é muito importante fazer pesquisas de palavra-chave para encontrar os termos que são relevantes para o seu público-alvo. Uma das boas opções é o próprio Google Keyword Planner.

Head Tail

Estas são as palavras-chave curtas, com uma ou duas palavras, e que representam o segmento como um todo. Ou seja, são amplas e genéricas e não segmentam buscas. Além de um volume gigante de buscas, a concorrência é enorme e isso pode prejudicar o seu ranqueamento.

Termos de busca muito curtos, como “vestido” ou “sapato”, são exemplos claros destas palavras-chave head tail. Por outro lado, palavras-chave como “vestido vermelho para festas” e “sapato de salto agulha” trazem outro conceito chamado de Long Tail.

Long Tail

Estas são as palavras-chave mais longas e específicas, que ajudam seu posicionamento nos mecanismos de busca. A cauda longa é extremamente recomendada para pequenas e médias empresas que não possuem capacidade de investimentos em mídia paga, já que abre diversas opções por meio de palavras-chave de menor competitividade.

Esses termos possuem mais palavras que as mais buscadas e, por isso, segmentam melhor as buscas feitas no Google. Mesmo não apresentando um grande volume de buscas, com palavras-chave long tail você foge da grande concorrência e encontra mais facilmente seu público-alvo. O conceito advém do livro ‘A Cauda Longa – Do mercado de massa para o mercado de nicho’, de Chris Anderson. Consiste em vender pequenas quantidades de uma grande variedade de itens, ao invés de somente alguns produtos populares. Assim, enfrenta menos concorrência, porém com grande volume de vendas.


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Quanto vale cada lead para a sua empresa

captação de leads

Um lead é aquela pessoa que pode vir a se interessar pelo seu produto ou serviço, ou seja, um potencial cliente de seu negócio. As estratégias de marketing digital são, em sua maioria, todas todas focadas em transformar o lead em um cliente e por isso é primordial calcular quanto vale cada lead para a sua empresa.

Os leads podem surgir através do tráfego orgânico, descobrindo seu site ou redes sociais; bem como através do tráfego pago, quando você investe em anúncios que aparecem para os potenciais clientes. 

Quando utilizado o tráfego pago, é possível calcular quais serão os custos da conversão dos leads em clientes. Contudo, muitas empresas cometem erros por não saberem administrar o processo da maneira correta, visto que não sabem avaliar as métricas existentes no fluxo de aquisição de leads.

Veja abaixo quais são:

Calculando quanto vale cada lead para a sua empresa

Antes de saber quanto vale cada lead para a sua empresa, primeiramente, você deve entender algumas métricas básicas do tráfego pago:

CPC – Custo por Clique

O CPC é o custo por cada clique realizado em um anúncio. Ele pode ser calculado a partir do Google Ads, Facebook Ads e outras plataformas de tráfego.

Ou seja, o custo por clique é literalmente o valor que se paga para cada clique em um anúncio. Toda vez em que um lead clica no anúncio, o anunciante será cobrado.

Para calcular o CPC você precisa definir uma palavra-chave com um valor específico e dividir o custo total da campanha pelo número de cliques que o anúncio recebeu.

Por exemplo: se uma empresa investiu R$1200,00 em uma campanha e conseguiu 2000 cliques, o custo por clique da palavra-chave foi, em média, R$0,60.

Sabendo quanto custa gerar tráfego para os seus conteúdos e ofertas, é possível saber quais deles terão o melhor custo por conversão.

CPL – Custo por Lead

O custo por lead é o valor resultante da divisão entre o investimento na campanha e o número de pessoas que se interessaram pela sua empresa através do anúncio.

Ou seja, considerando que dos 2000 cliques do exemplo anterior, 150 pessoas se mostraram realmente interessadas no anúncio.

Isso significa que, mais ou menos a cada 13 cliques o anúncio converteu um lead e, portanto, o custo por lead é de R$ 7,80 (13 cliques X valor do CPC).

Em geral, quanto menor é o CPL, mais a estratégia de conversão está sendo eficiente, mas, como veremos mais adiante, isso não é uma regra.

LPV – Leads por Venda

O LPV calcula quantos leads foram necessários para obter uma venda propriamente dita.

Com essa métrica é possível fazer uma média de quantos leads o seu anúncio precisa para realizar a venda e, dessa forma, saber quanto investir e quais estratégias manter/alterar nas próximas campanhas.

Para calcular o LPV, basta dividir o número de leads convertidos pelo número de vendas.

CPV – Custo por Venda

Por último, o custo por venda é, basicamente, o valor total gasto com estratégias até adquirir a venda. Você pode calcular a métrica a partir da multiplicação entre o custo por lead (CPL) e o lead por venda (LPV). É importante ressaltar que nesse cálculo não estão inclusos gastos com produção, manutenção e equipe de vendas.

Exemplo: Considere que o valor do CPL da campanha foi de R$ 7,80 e o LPV foi 13.

O CPV será R$ 101,40, pois CPV = CPL x LPV

Então, o custo total por venda será de R$ 101,40.

Concluindo: Quanto vale cada lead para a sua empresa?

Se você considerar todas as métricas que vimos anteriormente, observe que não é correto basear-se literalmente no preço na hora de calcular quanto vale cada lead para a sua empresa.

O principal é identificar quantos leads são necessários para realizar uma venda, o LPV. A partir daí, você saberá qual o maior valor que poderá pagar por um lead e obter o lucro desejado.

Por isso, o custo por lead é relativo ao seu segmento, sempre. Por exemplo, o CPL de R$ 100,00 geralmente é considerado caro. Mas em nichos específicos pode ser um custo barato.

Isso porque são nichos de produtos com boa margem de lucro. Se você vende um produto X que custa R$ 4000,00 e lucra R$ 3000,00, precisando de 10 leads por venda, um CPL de R$ 100,00 não é tão caro assim.

Avalie as métricas e aposte em negócios que possam gerar um bom custo por lead.

Portanto, nem sempre pagar menos por um lead é a melhor escolha. Pois, quanto mais competitivo e segmentado for o seu mercado, maior o CPL.

Então, conhecendo todas as métricas de seus anúncios, você pode criar um fluxo de vendas cada vez mais efetivo e apenas adaptar estratégias nas próximas campanhas.

Afinal, de nada adianta ter um bom tráfego orgânico, muitas visitas no site e engajamento nas redes sociais, se o negócio gerar poucas vendas. Uma vez tendo estratégias e análises consistentes, o processo de geração de leads torna-se gradualmente mais simples e assertivo. Fazendo com que seu negócio feche muito mais vendas!


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