Tudo que você precisa saber para captar leads qualificados

geração de leads qualificados

Você sabe o que são leads qualificados e qual sua importância no processo de vendas?

leads qualificados

Acredite, após implementar as informações desse post seu negócio vai experimentar um crescimento que você não havia visto!

Mesmo que você já invista em marketing e marketing digital, será mesmo que tem alcançado os resultados esperados?

Muitas empresas fazem esse investimento, mas não conseguem ver avanço no que se refere ao número de vendas. Isso se deve, muitas vezes, aos leads pouco qualificados.

No decorrer desse texto você vai entender o que são leads, porque são tão importantes para quem precisa vender mais e como gerá-los.

O Que São Leads?

Antes de entender como gerar leads qualificados, é importante saber sobre o que estamos falando. Só assim, o empreendedor tem noção do quanto o tema é importante.

Embora o termo não seja tão popular entre a maior parte da população, o conceito de lead é bem simples de entender.

Funil de vendas
Reconhecimento – Interesse – Decisão de Compra – Ação de Conversão

Basicamente, estamos falando sobre aquela pessoa que despertou interesse por um determinado conteúdo que sua empresa forneceu e decidiu, em troca, fornecer informações para contato futuro.

Sendo assim, um lead é uma grande oportunidade de fechar negócio, tendo em vista que procurou sua marca e demonstrou interesse no que ela ofereceu.

Mas qualquer indivíduo que realize esse tipo de ação pode ser considerado um lead qualificado?

A resposta é não, pois nem todos que entram em um blog e consomem conteúdos estão dispostos a comprar.

Desse modo, um dos principais objetivos das empresas deve ser trabalhar na geração de leads mais qualificados possíveis.

O que se deve fazer é usar o contato fornecido para nutrir (educar) esses clientes em potencial e analisar quais têm maior probabilidade de comprar seu produto. É o que chamamos de Cliente Fit.

Como Saber Se Os Leads São Qualificados Ou Não?

Minha recomendação é que os critérios usados sejam os mais simples e eficientes possíveis.

A maioria dos empreendedores sem experiência nesse assunto não acreditam que com praticidade é possível separar o good fit do bad fit, mas esse método funciona muito bem!

Mas quais são esses critérios?

Continue lendo o texto, pois vou te passar algumas dicas para começar a gerar leads qualificados.

Por Que Investir Na Geração De Leads Qualificados?

De modo geral, quando falamos sobre esse assunto, o que primeiro vem em mente é aumentar as vendas.

No entanto, posso te garantir que existem várias outras vantagens em aderir a essa ação. Veja as principais:

  • Conseguir o contato de clientes em potencial: já imaginou poder entrar em contato com seus possíveis compradores para falar sobre novos produtos, ofertas, etc.? Isso facilita muito o processo de vendas;
  • Educar o mercado: podendo manter contato de forma contínua, é possível educar o mercado e garantir uma boa experiência de compra;
  • Conhecer bem os clientes em potencial: apostar na geração de leads qualificados também nos permite conhecer melhor nosso público. Dessa forma, temos como oferecer o que ele, de fato, precisa;
  • Vendas com recorrência: saber qual a melhor solução para os consumidores contribui para a fidelização dos mesmos, ou seja, vendas recorrentes;
  • Redução de gastos e assertividade: quando enviamos leads qualificados para nossa equipe de vendas, estamos poupando tempo, aumentando a produtividade e as chances de vender;

Como Começar A gerar Leads Qualificados?

Agora, vamos ao passo a passo de como começar a gerar leads qualificados para sua empresa, mas antes, vamos falar sobre uma questão importante.

Muitas empresas apostam em estratégias de Inbound Marketing, mas sem focar em resultados.

Apenas disseminam conteúdos de qualidade e relevantes para o público, mas não pensam em gerar leads. Ora! Se você não gera leads, como pode evoluir no funil de vendas?

Veja, então, o que fazer após atrair visitantes para seu blog ou redes sociais para transformá-los em leads:

1.   Definindo sua persona

Aqui na Gama trabalhamos com produção de conteúdo relevante e de valor, mas para isso precisamos conhecer a persona de cada empresa. Afinal, é para ela que vamos criar todos os conteúdos, criar ações e estratégias. Devemos entender suas dores e saber quais soluções apresentar.

2.   Oferecendo material de valor

A principal ferramenta do Inbound Marketing é o conteúdo, mas nesse caso, tudo deve ser pensado com atenção.

Por isso, trabalha-se com o funil de vendas. É ele quem define o tipo de material para cada fase. A saber, é o conteúdo de qualidade que atrai o público, converte-o em leads e depois, o qualifica. Dentre os materiais que podemos disponibilizar para a geração e qualificação de leads, temos:

  • Textos
  • Infográficos
  • E-Books

3.   Uso de landing page, formulários e CTA

Os conteúdos que devemos usar para converter leads são mais ricos, por exemplo, o e-Book. Além disso, para chamar atenção para eles e distribuir aos seus visitantes, é necessário ter landing pages atrativas com um CTA adequado.

Por fim, o pop-up é uma janela que se abre quando acessamos uma página e podem vir em dois tipos:

  • CTA
  • Formulário

Da mesma forma, os formulários são eficientes para bons resultados, pois com eles podemos fazer pesquisas e também facilitar assinatura de newsletter.


Agora que você já sabe o que são leads e a importância deles para a sua empresa, que tal começar a implementar todas estas ações com a parceria da Gama?! Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui. Converse com a nossa equipe e descubra o que podemos fazer pela sua empresa agora!

Como o Marketing Digital para indústria aproxima o consumidor

O marketing digital para indústria é tão eficiente quanto aquele usado em outros setores, contudo, contamos com algumas diferenças nas ações.

Marketing digital para indústria

O diferencial aqui está na forma como criamos a relação entre empresa e consumidor final. Em suma, usam-se as mesmas estratégias: atrair, despertar o interesse, educar e converter em leads.

No entanto, mudamos o tipo de abordagem e de conteúdos trabalhados na estratégia. Isto posto, veja como o marketing digital pode aproximar o consumidor da sua indústria.

Marketing Digital Para Indústria – Como Funciona?

Não importa onde será usado o marketing digital, sua principal ferramenta é o conteúdo. Da mesma forma ocorre com o marketing industrial.

Vale ressaltar que o marketing de conteúdo não tem como principal objetivo vender diretamente. Desse modo, oferecemos conteúdo com intuito de atrair clientes em potencial e prepará-los em toda sua jornada de compra.

Primeiro, disponibilizamos conteúdos relevantes para chamar a atenção dos consumidores, por isso, são temas que respondem a dúvidas simples, mas frequentes.

Também devemos focar em conteúdo que desperte o interesse dos leitores para que voltem outras vezes e comecem a desenvolver uma relação com a marca.

Outro modelo de conteúdo indispensável no marketing digital para indústria é aquele mais elaborado e valha, por exemplo, uma inscrição no site.

Estou falando sobre as iscas digitais que podem ser e-Books, webinar, palestras, etc. Dessa forma, conseguimos converter leads. A partir daí podemos trabalhar em outros canais como e-mail e começamos a estratégia de e-mail marketing, nutrindo estes leads.

Por fim, começamos com os conteúdos focados em copy, ou seja, direcionado para as vendas.

Para muitos, as coisas terminam por aqui, mas, principalmente para empresas B2B, o marketing de conteúdo também pode ajudar a fidelizar clientes. Tendo em vista que conquistar clientes novos custa mais caro e leva mais tempo, vale muito a pena investir na fidelização dos mesmos.

Benefícios do Marketing De Conteúdo Para Empresa B2B

A premissa para usar estratégias online é ter um público ativo na internet, ou seja, o marketing digital para indústria é totalmente viável.

Hoje em dia os consumidores, quando desejam uma solução, procuram primeiro na internet e isso também acontece em relação às indústrias.

Estratégia de Marketing
Estratégias bem definidas são o ponto de partida para o Marketing Digital.

Em outras palavras, os responsáveis por tomar decisões não estão à procura apenas de produtos, mas também de praticidade, o que podemos oferecer em canais digitais.

Considerando que hoje, 81% das pessoas usam a internet, as empresas B2B precisam apostar em presença online. Como fazer isso? Através de site, blog, redes sociais, WhatsApp, etc.

Mas vamos aos benefícios de se investir em marketing digital para indústria?

Bem… Lembre-se sempre de que estamos falando sobre marketing de conteúdo, então veja todas as suas vantagens:

  • Atrair novos clientes;
  • Consolidar-se no mercado;
  • Tornar a empresa mais competitiva no mercado;
  • Tornar-se referência no setor;
  • Fidelizar clientes;
  • Reduzir custos com ações de marketing;

Além disso, estas ações nos permitem conhecer melhor nossa cliente ideal e sua dor. Por isso, é possível aproximar o consumidor da indústria.

Sempre que for criar um plano de marketing, seja ele tradicional ou digital, lembre-se que cada passo dado deve ser em direção à persona.

Relação Entre Marketing Para Indústria e Inbound Marketing

Hoje em dia não há como falar sobre marketing de conteúdo sem citar o Inbound Marketing.

Desse modo, se o conteúdo é rei, precisamos saber muito mais do que o público deseja, o segredo é saber como iniciar a abordagem e interagir no futuro.

Consumidores online têm um comportamento peculiar e com algumas diferenças. Por exemplo, quando os mesmos desejam alguma informação ou produto, recorrem à internet primeiro.

Além disso, são pessoas que estão sempre com pressa, fazendo várias coisas ao mesmo tempo, e com muita pressa. Não querem perder tempo, por isso, temos que lhe dar algo relevante.

O Inbound Marketing nos traz justamente, isso.  São técnicas que dão prioridade ao bem-estar do consumidor e uma das regras aqui é não invadir espaços.

Sabe aquela ligação do telemarketing no horário em que você está no trânsito voltando para casa ou fazendo o jantar?

No marketing para indústria focado em Inbound Marketing, esse tipo de situação não acontece.

linha de produção na indústria
Muita além da linha de produção: Inbound Marketing foca na solução para o cliente, não no produto em si.

Em suma, você oferece um conteúdo que agrega valor ao público e ele, por vontade própria, te procura. A marca entrega um conteúdo de alta qualidade e ele decide se deseja passar seu contato em troca ou não.

O que temos aqui é conquista pela abordagem respeitosa e assertiva, leads qualificados, vendas e clientes fidelizados.

Sua indústria quer potencializar resultados e ainda não investe em marketing? A Gama pode te ajudar com isso. Confira alguns de nossos serviços.

Inside Sales: o que é e como implementar na empresa?

venda interna empresa

Hoje vamos falar sobre inside sales, uma ferramenta que nos permite, ao mesmo tempo, reduzir os custos de vendas, otimizar o tempo e vender mais. Entenda como funciona!

Quero começar esse post dando uma boa notícia. Na verdade, ótima! A seguir, você vai conhecer uma ferramenta poderosa e que vai te ajudar a reduzir os custos da sua empresa em mais de 80%.

Estamos diante de uma ferramenta que vem demonstrando muitos benefícios quando aliada a uma boa gestão de negócios.

Confira todas as informações sobre inside sales, descubra como implementar e experimente crescimento sem gastar muito.

O que é Inside Sales?

As vendas externas são, sem dúvida, um desafio para quem atua no mundo empresarial. Existem muitos contratempos que acabam reduzindo a produtividade e também as vendas. Fatores que enxergamos como algo natural.

Por exemplo, a necessidade de criar e participar de várias reuniões, muitas vezes em locais diferentes.

Por certo, já ouviu seus vendedores reclamarem que precisam sair para apresentar um produto e só após se deslocar até o cliente em potencial, descobre que o mesmo não deseja o que tem a oferecer.

No caso dos vendedores internos, eles precisam esperar que o cliente venha para, então, apresentar o projeto.

Em síntese, são situações que se tornaram comuns, mas é importante encontrar meios de controlá-las para aumentar os lucros. É nesse momento que o inside sales, um método de venda extremamente eficaz, vai ajudar.

Traduzido literalmente, esse termo significa “vender de dentro da empresa”. Trata-se de uma metodologia que usa as tecnologias, como internet e telefone, para reduzir custos e aumentar as vendas.

Por exemplo, o inside sales reduz a necessidade de deslocamento dos vendedores e nos permite investir em clientes em potencial, não em qualquer um.

Como Funciona?

A princípio, no inside sales as vendas são realizadas de forma interna, ou seja, sua equipe de vendas não precisa visitar clientes. Além disso, saímos daquela inércia de aguardar que as pessoas reconheçam seu problema e só então nos procurem por uma solução.

Nesse caso, estamos sempre em ação e fazemos as abordagens por meio de telefone ou internet. Um dos motivos para que essa técnica seja tão eficaz é que não deixamos de atender a nenhum dos processos de vendas.

venda interna empresa

É possível sanar dúvidas, passar informações sobre produtos, fazer demonstração e muito mais! Vale observar que, nessas condições, ainda são os vendedores que tomam a iniciativa de procurar os clientes, ou seja, são proativos.

Vale a pena investir nessa ação de marketing?

Agora vamos à questão cerne: o inside sales funciona? Posso garantir que sim e já existem muitos números que comprovam sua eficiência.

De acordo com uma pesquisa recente, a adesão a essa técnica aumentou 15 vezes. Se as empresas estão investindo é porque, de fato, estão obtendo retorno.

Mas vamos falar sobre benefícios… O que você ganha apostando em inside sales?

Inside Sales X Outside Sales

Para entender melhor, vamos entender a diferença entre inside sales e outside sales que é a forma tradicional como trabalhamos. Estudos já comprovaram que o modelo outside sales faz com que os vendedores percam muito tempo. Na verdade, eles gastam apenas 14% do seu tempo vendendo.

Embora tenhamos aqui um processo pulverizado, o que se pode notar é que as vendas online prevalecem. No home office, conseguimos alcançar muito mais público do que visitando os mesmos, então, não há o que discutir.

Confira uma lista com os principais benefícios desse modelo de ação focada em vendas e saiba o que pode obter:

  • Melhor custo-benefício: segundo dados de uma matéria do Viver de Blog, uma venda de inside sales é até 62% mais barata;
  • Melhor experiência do cliente: o modelo antigo, além de pouco prático, sem dúvida, costuma ser inconveniente. Os clientes preferem atendimento online a ter que se deslocar ou receber alguém;
  • Maior produtividade: em pouco tempo, você verá que sua equipe de vendas estará muito mais produtiva. Com ajuda de ferramentas online, o alcance será maior;
  • Suporte e vendas com Ticket alto: essa é uma dúvida de quem trabalha com vendas em valores mais expressivos. A dica aqui é usar o inside sales para aprimorar a abordagem.

Por exemplo, seus vendedores conseguirão chegar à frente da concorrência e sabemos como isso é importante para fechar negócio;

Quais empresas devem usar o inside sales?

O inside sales é indicado para qualquer negócio que trabalhe com marketing digital. No entanto, se a sua área não te permite ficar apenas com esse modelo, vale a pena criar um plano para uso em conjunto com o outside sales.

Para saber melhor se está é uma boa opção para você, veja esse artigo super completo sobre o assunto.

Como implementar inside sales na empresa?

Como estamos falando sobre uma estratégia dentro do marketing digital com foco em vendas, deve-se trabalhar com produção de conteúdo e Inbound Marketing.

O conteúdo é a ferramenta que liga a marca ao seu público e assume importante papel de atração, em um primeiro momento. Contudo, para conseguir bons resultados, é necessário saber o que esses consumidores desejam. Além disso, é fundamental não ser invasivo.

Quer começar a vender 3x mais com uma abordagem assertiva e eficaz? A Gama cria sua tática de inside sales, Inbound Marketing e muito mais. Entre em contato agora com a nossa equipe e descubra como poderemos te ajudar!

Jornada de compra: proponha o caminho para o consumidor

Saiba como planejar o relacionamento da sua marca com os consumidores em 4 etapas estratégicas, propondo a Jornada de Compra.

À medida que a pandemia vai sendo amenizada, conseguimos matar a saudade de abraçar os nossos familiares e amigos, não é mesmo? Mas vamos analisar este abraço da perspectiva da sua iniciativa. Quando você encontrar um grande amigo que não abraça desde muito tempo, de quem vai partir a iniciativa do abraço? Acredito que de ambos.

A questão chave aqui é que nunca vamos conseguir entender se a iniciativa do abraço parte de quem abraça ou de quem é abraçado. A Jornada de Compra, também conhecida como o Ciclo do Consumidor, tem relação direta com a teoria do abraço, pois a sua ideia central é de que o consumidor nunca vai perceber se ele encontrou a sua marca ou se a sua marca chegou até ele. Mas nós sabemos que será com muito trabalho que você fará isso!

Propaganda Doril
Você precisa ser a primeira solução para o problema do seu consumidor.

Google e o Zero Momento da Verdade

No ano de 2009, o Google criou o conceito ZMOT (Zero Moment Of Truth) baseado na mudança de comportamento do consumidor, identificado através do seu sistema de busca.

Até o buscador estar consolidado no mercado, quando um comprador tinha a iniciativa de consumir determinado produto ele iria na loja física e fazia testes no produto do seu interesse. Digamos que o consumidor busque uma nova bicicleta. Hoje, o seu ZMOT é a busca por conteúdos relacionados ao produto idealizado com reviews no Youtube, leituras em blogs especializados em dicas, e até download de e-books para tirar todas as suas dúvidas antes de fazer o investimento.

Depois de tudo isso, quando se sentir confiante em relação ao produto escolhido, ele irá efetivar a sua compra. E ai entra um novo momento muito importante para o ZMOT se perpetuar: o comprador publica foto do seu novo produto marcando a empresa, e isto servirá para alimentar o ZMOT de outros usuários.

As 4 etapas da Jornada de Compra

A Jornada de Compra é o caminho que o potencial consumidor da sua marca percorre antes de realizar a compra do seu produto ou serviço. A partir do conhecimento, consideração e tomada de decisão, o seu consumidor deverá ser seu melhor divulgador. Para isto ocorrer, desenvolver e monitorar cada etapa desta jornada é fundamental para você não perder oportunidades de fechar excelentes negócios.

etapas da jornada de compra

As 4 etapas da Jornada são complementares, e cada uma requer uma série de cuidados e atuações técnicas específicas. Aprendizado e Descoberta, Reconhecimento do Problema, Consideração da Solução e Decisão de Compra, é dentro destas fases que a sua marca deve se orientar para atuar ativamente na busca pelos melhores negócios. Alinhando uma boa oferta de produto e/ou serviço com a gestão do relacionamento, a tendência natural é que você consiga vender cada vez mais e melhor, tendo no seu cliente um novo propagador da sua marca.

Etapa 1: Aprendizado e Descoberta

É aqui que começa a Jornada de Compra. O potencial consumidor ainda não sabe muito bem o real problema que tem, mas está buscando alternativas para identificar isso. Geralmente aspectos relacionados à gestão do seu negócio e ao mercado indicam estes entraves, como redução de faturamento, aumento de estoque e novos concorrentes.

  • Na prática: vamos usar um exemplo para facilitar a projeção deste cenário. Um microempresário de uma cidade metropolitana possui uma lancheria em uma área central da cidade, há 20 anos, e é líder de mercado. Porém, identificou uma queda de 60% nas suas vendas no último trimestre, justamente um período em que uma nova rede de lanchonetes se instalou na cidade. Ele sabe que esta marca explora muito as redes sociais e publicidade no Google, algo que jamais fez para a sua marca.
  • Dica: empresas que oferecem soluções para esta situação devem se preocupar em identificar todos os possíveis problemas que esta persona pode ter no seu negócio, e um Planejamento de Marketing é essencial para isso.

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Etapa 2: Reconhecimento do Problema

Neste momento o consumidor pesquisou mais sobre o problema e sabe que precisa resolvê-lo. O ideal é que a sua marca apresente este problema para ele, pois ele está em busca da solução. Com uma inquietação natural de qualquer gestor que identifica um empecilho na sua operação, o profissional que passa por isso busca, na sua rede de relacionamento, identificar quem passa por algo parecido.

  • Na prática: o empresário que está vivendo uma concorrência nova e intensa começa a pesquisar no Google sobre marketing, ao mesmo tempo que analisa as redes sociais do novo concorrente e conversa com seus amigos donos de empresa na região. Acaba identificando que muitos deles utilizam as redes sociais e propagandas no Google. Após encontrar um curso online gratuito, ele faz sua matrícula.
  • Dica: neste momento, é muito importante que a sua marca apresente o problema ao consumidor, pois isso fará com que você se conecte a ele em um momento de extrema fragilidade.

Etapa 3: Consideração da Solução

Após mais pesquisas, o comprador começa a avaliar as possibilidades de solução. Ele precisa considerar o seu produto/serviço uma boa solução pra ele. E como você deverá apresentar o problema, a porta do diálogo se abrirá em um momento delicado para ele, oportunizando que a sua marca seja bem vista ao colaborar com este novo momento. O senso de urgência é um ótimo aliado!

  • Na prática: o curso online apresenta um novo mundo ao empresário, cheio de teorias e com uma planilha que auxilia sua nova rotina de criação de conteúdo e publicações no instagram. Como o empresário perde muito tempo com estas tarefas, ele começa a procurar agências locais e ferramentas pagas da própria empresa que fez o curso para o auxiliar neste processo.
  • Dica: o senso de urgência deve ser aplicado nas soluções diretas ao problema que o consumidor busca resolver. Considere explorar o Gatilho Mental de Escassez, uma técnica muito utilizada por grandes players do mercado.

Etapa 4: Decisão de Compra

No final do processo, o consumidor avalia as suas opções e toma a decisão. É a hora de apresentar seus diferenciais em relação à concorrência e fazer com que você seja a escolha certa!

E isto não vai acontecer por acaso. Ele vai considerar a sua presença desde o início deste dilema, quando mal sabia qual era seu verdadeiro problema e a sua marca estava o auxiliando neste caminho de busca por soluções. Aqui é muito importante que você oportunize uma conversão comercial de forma ágil, ou seja, ele precisa comprar a sua solução em poucos cliques ou num contato muito rápido!

  • Na prática: após estudar orçamentos de agências locais e ferramentas concorrentes com a da empresa que fez o curso online, ele resolve ativar um cupom de desconto para testar a ferramenta que ela está lhe ofertando. Após explorar durante 1 mês esta ferramenta, com suporte técnico da equipe, ele identifica a partir dos relatórios que a sua marca cresce consistentemente nas redes sociais e resolve firmar uma parceria anual com a marca.
  • Dica: a oferta especial deve ser muito chamativa, com descontos agressivos (superiores a 50%) e prazo de execução curto. Para isso, é fundamental que valha a pena para a sua marca explorar essa técnica. Use um serviço ou produto que tenha margem de lucro alta e apresente resultados de curto prazo.

Dicas Secretas da Jornada de Compra

Para que a Jornada de Compra tenha resultado prático e efetivo na nossa rotina, incluímos duas etapas nela. Fator Recompra e Controle de Indicadores. Para que estas novas etapas funcionem bem, precisamos alinhar as perspectivas da marca com as perspectivas do mercado, e é aí que colocamos todo nosso conhecimento técnico de marketing digital em campo.

  1. A presença digital consolidada é o primeiro passo para a sua marca se estabelecer como emissora de solução via Google;
  2. Proposição de solução clara e objetiva, com organização de calendário para fortalecer cada linha de serviço e produto via canais digitais;
  3. Só com oferta relevante e qualificada a sua marca será considerada importante para o potencial consumidor. Foque no planejamento;
  4. Técnicas ágeis como marketing de conteúdo e Inbound devem ser exploradas com a “cereja do bolo”: Gatilhos Mentais;
  5. Fator Recompra indica que o relacionamento entre a sua marca e o consumidor deve ser ativado a partir de você;
  6. Controle de Indicadores é o que vai embasar a continuidade da relação e o quanto ela está valendo a pena financeiramente;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui. Acesse o nosso site e descubra o que podemos fazer pela sua empresa agora!

Marketing de Conteúdo x Inbound Marketing

mkt de conteúdo

Você sabe diferenciar Marketing de Conteúdo x Inbound Marketing? Hoje vamos esclarecer esta dúvida que está na cabeça de quase todo mundo que começa a explorar o marketing digital.

Quando iniciamos a nossa trajetória na comunicação digital, impossível não acharmos inúmeros conteúdos sobre dicas e técnicas infalíveis para alavancarmos as nossas marcas e aumentarmos as nossas vendas. E temos certeza de que 9 em cada 10 dicas oferecem soluções envolvendo Marketing de Conteúdo e/ou Inbound Marketing.

Mas você sabe como estas técnicas surgiram e quais são os motivos que as tornaram tão famosas? Mais que isso, você sabe por que muitos ainda se perguntam se elas competem entre si ou se complementam? Vamos estudar um pouco mais hoje, então. Bora!

Escola de Cleveland x Escola de Boston

Parece que essa mania de competição nunca vai acabar, não é mesmo? A gente nem curte tanto, mas sabemos que ela existe, chama a atenção e por isso deixamos o título assim mesmo =D. Vamos ao que importa: o desenvolvimento das técnicas surgiu nessas duas cidades americanas, a partir de conceitos estruturados por profissionais de alto impacto. Ainda assim, as técnicas não são tão novas. 

Content Marketing Institute | Marketing de Conteúdo

Joe Pulizzi é um empresário, palestrante e autor de inúmeros materiais de marketing de conteúdo, considerado o pai da metodologia. Após muitos anos de trabalho envolvendo estudos e práticas, Joe percebeu que as marcas chegavam até ele com muitas dúvidas sobre o tema. Eis que ele cria, em 2011, o Content Marketing Institute (CMI). Sediado em Cleveland (EUA), o CMI é a principal organização  global de educação e treinamento em marketing de conteúdo, ensinando as marcas a atrair e reter clientes por meio de narrativas atraentes multicanal.

Não por acaso, a Escola de Cleveland recebe este nome. Atualmente a organização conta com uma série de iniciativas envolvendo a comunidade que desenvolve o marketing de conteúdo globalmente, oferecendo materiais riquíssimos através de materiais especiaiseventos e canais digitais.

Chamada para Content Marketing World 2020

Exemplos

Mesmo sendo tão aplicado atualmente como uma alternativa de sucesso, o uso efetivo dessa técnica é bem antigo. Você sabe quando foi observada a primeira iniciativa de marketing de conteúdo do mercado? Em 1895, com o lançamento da revista The Furrow, especializada no mercado agro. Esta iniciativa foi feita pela empresa John Deere com o objetivo de se aproximar do seu consumidor através de um periódico focado em falar sobre os problemas do mercado, e não por meio de catálogos com ofertas de produto e/ou serviço.

Naturalmente, ela cresceu em popularidade e autoridade, e se mantém forte até hoje. No Brasil, identificou-se um movimento semelhante com a criação do Almanaque do Biotônico Fontoura em 1920, revista anual de divulgação publicitária que chegou a ter uma tiragem de cem milhões de exemplares em 1982.

Almanaque do Biotônico Fontoura
Capa de uma edição do “Almanaque do Biotônico”

Hubspot | Inbound Marketing

“Existe essa ideia de que, para expandir uma empresa, você tem que ser implacável. Mas nós sabemos que há uma maneira melhor de crescer. Uma maneira na qual o que é bom para os resultados da empresa também é bom para os clientes. Nós acreditamos que as empresas podem crescer com consciência e vencer com alma, e que elas podem fazer isso com o inbound. Foi por isso que criamos uma plataforma que une software, educação e comunidade para ajudar empresas a crescer melhor todos os dias”

Esta é a missão da empresa Hubspot, criada em 2005 pelos então ex-colegas de pós graduação no MIT, Dharmesh Shah e Brian Halligan. Brian e Dharmesh notaram uma mudança na forma como as pessoas pesquisavam e compravam produtos e serviços. Os consumidores não estavam mais tolerando a disputa por sua atenção. Na verdade, ficaram muito bons em ignorá-la.

Dessa mudança, nasceu uma empresa. Ela foi fundada com base no conceito de “inbound”, a noção de que as pessoas não querem ser interrompidas por profissionais de marketing ou incomodadas por vendedores, mas querem ajuda. (Este material é o conteúdo original do site da empresa). 

A solução criada pela empresa é, de fato, incrível. Aqui na Gama gerenciamos nosso pipeline de vendas diretamente desta plataforma. Ah, e apenas para ficar claro. A sede da Hubspot é em Boston (EUA). 

Vídeo institucional do Hubspot

Amigos ou rivais?

A imagem que escolhemos para ilustrar esse post talvez tenha causado alguma estranheza, não? Então, ela mostra um embate entre adversários, figuras que todos nós conhecemos ou já ouvimos falar: Messi e Neymar. Eles são amigos. E são adversários! Será mesmo?

Inbound Marketing x Marketing de Conteúdo: Messi x Neymar rivais no clássico
Messi e Neymar disputam a bola, no clássico Brasil x Argentina
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Com suas diferenças e semelhanças, as duas técnicas que estamos falando ainda causam confusão em quem inicia sua estratégia de Marketing Digital. E é normal, não se preocupe. Acontece que muitas das atuações dentro das duas abordagens possuem estratégias que se complementam, e outras que se diferenciam.

Inbound e Conteúdo: Na prática

MARKETING DE CONTEÚDOINBOUND MARKETING
Utilizado para desenvolver entregas (diretas ou indiretas) para os clientesUtilizado para atrair potenciais clientes (por ações específicas) e vender
Amplo, podendo ser uma estratégia aplicada a diversos objetivos dentro de um planejamento de Marketing DigitalPrático, detalhado, bem estruturado, valendo-se de diversas outras técnicas para atingir seu objetivo
Utilizado para posicionamento de marca, branding, retenção de clientes e, também conversão para vendasFocado em conversão para vendas, não se aplica a outras estratégias de relacionamento com cliente
Conteúdo relevante sem promover explicitamente a marca, tornando a interação com o cliente uma ação naturalAções voltadas para atrair potenciais clientes e vender, utilizando ferramentas de automação para executar e mensurar estas ações

Enquanto o conteúdo persegue objetivos tão amplos quanto o próprio marketing, o Inbound dedica-se a um objetivo específico de venda. Em decorrência disso, diversos tipos de empresas estão aptos a adotarem o marketing de conteúdo como estratégia principal de marketing. Enquanto o Inbound é escolhido estritamente por empresas que necessitem gerar negócios a partir dos leads conquistados.

Inbound e Conteúdo: abordagem

Na prática, são estratégias diferentes, mas que podem funcionar muito bem juntas. A diferença básica é a abordagem! Aqui na gama, variamos a utilização das técnicas, mas naturalmente o resultado é melhor quando as aliamos para chegar ao que chamamos de Marketing de Verdade. O livro They Ask You Answer, do autor, Marcus Sheridan, reforça essa ideia de forma mais elaborada:

“Inbound marketing é a técnica de atrair clientes em vez de persegui-los. Marketing de conteúdo consiste em ensinar algo aos clientes para, assim, ganhar sua confiança.”

Se o seu negócio tem como objetivo final a venda, certamente a escolha perfeita é unir as estratégias. Assim, você irá aliar a qualidade e a assertividade do conteúdo, com a precisão e a conversão do Inbound. Assim voltamos a Joe Pulizzi, que define a pressa como a maior inimiga destes processos.

“O problema é tentar encurtar demais o processo e partir para as vendas. Não funciona assim. Normalmente, as empresas demoram meses ou anos para ter resultados. Ninguém quer ouvir isso, mas é a pura verdade.”

O que nos prova que realmente é a mais pura verdade é uma pesquisa da Email Monday, que apontou que, dentre as empresas americanas que adotaram inbound marketing, 32% perceberam resultados depois de seis meses a dois anos, enquanto 60% desistiram. Sabe por que elas desistiram? Pressa!!!

Quem vence essa batalha?

Inbound Marketing + Marketing de Conteúdo: Messi e Neymar juntos, com Suárez, no Barcelona
Lembra da foto de Messi x Neymar no duelo entre Argentina x Brasil? Então, eles são ótimos! E esta foto comprova que eram muito melhores JUNTOS!
Foto: Getty Images

A resposta certa é: a sua empresa! Ou na nossa metáfora: o Barcelona, que venceu tudo quando teve Messi e Neymar juntos! Basta saber qual estratégia melhor se adapta ao seu negócio, e partir pra cima. Sabe aquela batalha que a gente falou lá no início? Ela não tem um vencedor e nem tem dois lados opostos. Vimos nesse post que, no fim das contas, quem vai decidir o que mais dá certo é o cliente. Não tem regra, não tem receita de bolo. Entenda seu público, conheça seu mercado e adote a estratégia que der o melhor resultado!


Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como escolher a melhor estratégia de marketing e colocar em prática, estamos aqui! Acesse o nosso site e saiba mais como podemos solucionar o problema do seu negócio!

Público-alvo e persona: para quem você vende?

personas

Muito além de ter bons produtos e criar boas estratégias de vendas, sua empresa precisa saber para quem vender, aplicando os conceitos de público-alvo e persona. Só assim a sua estratégia de Marketing Digital terá sucesso.

Antigamente, as mercearias e mercadinhos locais literalmente conheciam seus clientes. Ainda hoje, em algumas localidades, isso ainda acontece. São estabelecimentos familiares, que acabam fazendo parte da comunidade e se relacionam com todos no bairro. Isso sem falar no bom e velho fiado, aquela compra anotada no caderninho e paga no final do mês.

Saudosismos à parte, isso não funciona mais no mercado atual. Porém, se você quer fazer bons negócios, crescer como empresa e de fato criar estratégias de marketing digital que vendam, será fundamental resgatar um pouco desse conhecimento dos seus consumidores.

Calma, você não precisa saber o nome de todos eles, mas sim entender quais tipos de pessoas são mais propensas a consumidor seus produtos e/ou serviços. Para colocar isso em prática, existem dois conceitos básicos, que podem ser excludentes sem ser rivais, ou mesmo complementares: público-alvo e persona.

Para quem você vende?

Pense comigo. Você resolve abrir uma loja física de artigos de inverno, que inclui desde roupas e calçados para frio intenso, até produtos voltados para esportes de neve. Você monta uma vitrine incrível, cria uma estrutura com produtos que são referência de mercado e instala sua loja em… Salvador! Qual a chance de dar certo?

Claro que citamos um exemplo extremo, mas é para ficar bem explícito que esse negócio está fadado ao fracasso. Simplesmente porque é óbvio que seus consumidores não são moradores da quentíssima capital baiana!

Então, antes mesmo de montar sua estratégia de marketing digital, saiba para quem você vende, ou para quem você quer vender.

Saber quem é o seu potencial consumidor é uma das principais etapas de um planejamento de marketing. Confira AQUI como montar um planejamento de marketing em 4 etapas.

Público-Alvo

Você já deve ter sido avisado por alguém, possivelmente pais ou avós, de que tentar abraçar o mundo é muito difícil. Ao invés de querer agradar todos e não conseguir agradar ninguém, se esforce para abraçar os poucos e bons, que realmente têm conexão com a sua marca, e crie uma troca importante para todos vocês.

A lógica da comunicação como vetor para geração de novos negócios merece esse mesmo cuidado, e a técnica de Público-Alvo tem exatamente este papel. Essa técnica se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante, e ela surge como o primeiro passo para você organizar as pessoas que devem receber os seus esforços de comunicação.

Através de uma pesquisa você deverá encontrar informações relacionadas ao seu comportamento de compra, hábitos de consumo, classe social, dados demográficos, condição socioeconômica e preferências. Estas informações podem ser encontradas em ferramentas analíticas das redes sociais ou com parceiros de negócio como associações comerciais e sites de organizações públicas.

Por meio dessa técnica, você desenvolve públicos muito bons para trabalhar na sua jornada de comunicação e a indicação é muito válida por inúmeros motivos, mas destacaremos dois:

  1. Suas informações são enriquecidas por todo o pacote de empresas Facebook (como Instagram, WhatsApp entre outros), o que possibilita uma distribuição de mensagens relevantes para inúmeros grupos de pessoas.
  2. Você pode se desenvolver tecnicamente não só nesta plataforma, mas na estrutura de divulgação geral do Facebook com treinamento online gratuito através da plataforma Blueprint.

Processo criativo

Para auxiliar no desenvolvimento de criação, procure nortear suas pesquisas com 3 principais perguntas, mesmo que para chegar nestas respostas você precise detalhar um pouco mais.

  1. Por que as pessoas se beneficiam ao usar seu produto ou serviço?
  2. Quem são estas pessoas?
  3. Existem grupos distintos que podem utilizar o seu produto ou serviço?

Aplicando esta técnica, você vai iniciar um processo de conhecimento de mercado que te levará a um outro nível de atuação. Mas tenha paciência e foco para seguir de maneira detalhada cada esforço. As principais características da técnica de Público-Alvo são: Definição ampla, não fala sobre hábitos pessoais, não se refere a uma pessoa específica e sim a pessoas que podem se interessar pelo seu produto ou serviço. Ela é indicada para qualquer modelo de negócio em qualquer mercado.

público alvo

Persona

Na técnica de Persona a ideia é segmentar ainda mais essa definição de público. Sendo assim, você deverá nomear e também evoluir muito na descrição da pessoa envolvida. Só que neste caso, a pessoa é o seu consumidor ideal.

Também conhecida como Avatar ou Buyer Persona, esta técnica foca no desenvolvimento de um personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário a partir de seus comportamentos e atitudes. O processo criativo conta com um embasamento real para a definição de personagens, e tem como foco nos afastar do achismo, embasando todo o esforço de comunicação para a criação de conteúdo para quem este faça muito sentido.

A Persona pode ser definida como um método de segmentação de mercado complementar ao Público-Alvo. Esta técnica permite que você evolua das possibilidades de pessoas que consumiriam a sua solução para a pessoa certa que vai consumir a sua solução. Para criar a Persona, é preciso pesquisar MUITO. Foque em achar resposta para questionamentos como:

  • Quem são os seus clientes?
  • Com o que trabalham?
  • O que fazem durante o dia?
  • Como se informam?
  • Quais são suas maiores necessidades?

Assim, a Persona terá um embasamento completo em dados, não em suposições da equipe ou do profissional de marketing.

Onde se aplica a Persona?

O conceito ficou muito popular com o aumento significativo do Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing (para saber mais sobre estas estratégias de marketing digital, confira AQUI um post completo), e hoje a Persona se caracteriza como passo fundamental para uma estratégia de marketing digital, principalmente por qualificar o refino de mensagens criadas para diferentes consumidores.

Personas diferentes
Você pode criar diferentes Personas, voltadas para diferentes departamentos do seu negócio.

E isto é significativo: você pode criar mais de uma Persona para a sua marca, sempre considerando as suas diferentes ofertas de produtos e serviços. Como principais características, você terá uma definição especifica, detalhes sobre hábitos e profissão, há um personagem específico e a definição de um consumidor ideal.

Comparativo: Público-alvo e Persona

No quadro a seguir, você poderá ter uma ideia visual das diferenças entre as duas técnicas:

PÚBLICO-ALVOPERSONA
Definição amplaDefinição específica
Não fala sobre hábitos pessoaisDetalhes sobre hábitos e profissão
Não se refere a uma pessoa específicaHá um personagem específico
Pessoas que podem se interessarConsumidor ideal

Público-alvo e Persona: Conexão Emocional

As relações entre consumidores e marcas nunca foi tão próxima, criando um valor muito relevante para ambos. O desenvolvimento do marketing em cada uma das eras mostra como o foco central no produto foi mudando de acordo com a evolução da sociedade até chegar no coração do consumidor. E o mercado digital oportunizou uma evolução em escala para todas as marcas, sejam elas novas ou centenárias, no formato de se comunicar e se relacionar.

O consumidor facilmente irá esquecer uma mensagem, uma imagem e até mesmo um produto ou serviço, mas ele jamais irá esquecer uma emoção vivida. E é neste ponto que você deve pensar. Como a sua mensagem pode tocar o coração do consumidor e oportunizar a ele algo realmente novo, marcante e inesquecível?

Público-alvo e persona: defina seu target
Conheça seu público e defina seu TARGET!
Foto: Richard W. Rodriguez/ AP Images

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Storytelling estratégico: aprenda como criar em 6 passos

storytelling em 6 passos

O storytelling estratégico é essencial se você deseja que sua marca tenha sucesso e reconhecimento nos dias de hoje. Quando se cria uma história bem planejada, ela cativa a atenção do público e você pode até mesmo conseguir clientes a partir de uma narrativa. Mais que isso, ela pode ser aplicada e replicada em todos os seus canais de comunicação

Por isso, vamos te mostrar os 6 passos principais para te ajudar a criar o storytelling ideal para sua empresa:

O que é storytelling

Na tradução literal, “Story” significa história e “telling” significa  contar. Ou seja, Storytelling é, basicamente, uma estratégia de venda que consiste em vender um produto ou serviço através de uma história em texto, imagens, vídeos, etc. O objetivo é impactar o público através de uma narrativa, para que, dessa forma, ele tenha interesse em comprar da sua marca.

Um dos maiores exemplos de cases de sucesso com Storytelling é a marca de sorvetes Häagen-Dazs. A marca nasceu nos Estados Unidos e no começo tinha o nome de Senator Frozen.

Para combater a concorrência, no entanto, o casal fundador realizou melhorias na receita e para convencer seus clientes a pagarem um valor mais alto, passaram a dizer que o produto era importado. Foi assim que decidiram criar o nome Häagen-Dazs, que supostamente teria origem dinamarquesa, mas na verdade não tem significado algum.

A estratégia foi um êxito e hoje a marca é conhecida mundialmente. Contudo, não é o melhor exemplo ético de criação de storytelling estratégico, visto que tudo foi baseado em uma mentira.

Apesar do exemplo acima, é possível sim criar um storytelling estratégico baseado em histórias verdadeiras que vão engajar seu público. Basta utilizar as ferramentas corretas e você terá uma narrativa de sucesso, confira:

6 passos para criar o Storytelling estratégico perfeito para sua empresa

1 –  Colete informações

Primeiramente, é muito importante selecionar informações sobre a sua empresa: quem é seu público-alvo, quais as suas dores e necessidades.

Defina qual a missão, visão e valores, fatos marcantes e curiosidades sobre a empresa, como foi a fundação, entre outras informações relevantes para construir a narrativa.

2 – Não crie um storytelling muito longo

Um bom storytelling exige uma mensagem simples e direta. Evite contar histórias muito longas, complexas e cheias de detalhes. O recomendado é sempre passar a mensagem de maneira entendível ao público, e você pode fazer isso com histórias cotidianas, por exemplo.

Dá só uma olhada nessa campanha do Google! Ela retrata uma família fictícia em uma atividade em comum e corriqueira: realizando compras através das pesquisas no Google.

O anúncio de apenas 30 segundos passa 100% da mensagem proposta: representar uma família comum que utiliza o Google para atividades cotidianas.

A grande maioria das pessoas vai se identificar com a família, já que o Google é o site de buscas mais utilizado do mundo.

Ou seja, lembre-se do ditado: menos é mais.

3 – Estude sobre os arquétipos para a construção do storytelling 

Arquétipos são modelos de comportamentos ou personalidade. Eles geralmente são encontrados em personagens de mitos e histórias.

As consultoras Carol Pearson e Margaret Mark, através de diversas pesquisas documentadas no livro “O Herói e o Fora-da-lei definiram que existem 12 arquétipos de marcas, confira uma breve descrição deles:

  • Inocente: Procura pela felicidade e pela fé.
  • Explorador: Independente, desbravador
  • Sábio: Entende o mundo
  • Herói: Comete atos de coragem
  • Fora-da-lei: Viola as regras
  • Mago: Transforma/altera a realidade à sua volta.
  • Cara comum: genérico, indeterminado
  • Amante: Encontra e dá amor
  • Bobo da corte: Divertido
  • Prestativo: Se importa com os outros.
  • Criador: Inova, cria novidades
  • Governante: exerce a liderança

Para definir em qual arquétipo se basear na hora de criar um storytelling estratégico, escolha bem o posicionamento que sua marca pretende seguir, entenda a personalidade do seu público e estude como cada arquétipo é aplicado em empresas específicas.

As marcas de carro em geral, são o perfeito exemplo do arquétipo explorador, pois suas propagandas utilizam temas como liberdade, aventura, independência, etc.

Já a Disney se enquadra no arquétipo inocente, isso porque ressalta a fé nos sonhos e a busca pela felicidade em suas histórias.

4 – Crie Storytelling estratégico sobre o cotidiano

No exemplo de propaganda que mostramos do Google, vimos que não é necessário criar uma história épica e irrealista para transmitir uma mensagem. Na verdade, as pessoas se identificam mais com histórias do cotidiano, pois são situações que elas vivenciam.

Por isso, ao criar um storytelling pense em como mostrar que seu produto pode ser usado de forma prática, ou mostre como sua empresa pode solucionar as dores do cliente de maneira realista, para que o público tenha uma identificação com o conteúdo.

5 – Seja verdadeiro

Você pode criar personagens e histórias fictícias para seu storytelling, desde que isso esteja claro desde o início e a mensagem transmitida seja verdadeira.

A Häagen-Dazs pode ter sido um sucesso, mas mentir no storytelling pode ser um tiro no pé para qualquer empresa, pois além de perder a credibilidade, os clientes perdem também a confiança de que sua marca prestará um bom serviço.

6 – Use gatilhos de emoção no storytelling estratégico

Para impactar o público com o storytelling estratégico é preciso apelar para o emocional. Afinal, é isso que gera conexão entre as pessoas.

A sua narrativa precisa ter início, meio e fim. O início introduz os personagens da história, o meio mostra o conflito (dores do cliente) e o fim demonstra como sua empresa pode solucionar o conflito.

As emoções podem ser as mais diversas: felicidade, tristeza, medo, bem como humor. Tudo depende do posicionamento da sua marca. O importante é fazer o público sentir algo.

O storytelling estratégico é de extrema importância para a criação do branding de uma marca, pois ele gera emoção, empatia, valor e identificação através de uma história de acordo com a realidade do cliente. Sendo assim, ao criar uma narrativa que tenha impacto no seu público-alvo, a possibilidade de conseguir mais vendas em sua empresa certamente aumentará!


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Já pensou em terceirizar o marketing da sua empresa?

Estratégias de marketing digital

Você já sabe que as estratégias de marketing digital são tendência e, portanto, qualquer empreendimento online precisa aderir para ter destaque na internet. Contudo, por serem requisitados, tais profissionais cobram salários altos – o que torna inviável pequenas empresas terem seu próprio departamento de marketing. Por essa razão, optam por terceirizar o marketing do negócio digital.

O profissional de marketing realiza trabalhos complexos que exigem muito estudo para que entendam as necessidades dos clientes, as estratégias que deve adotar e quais ferramentas usar.

Esse tipo de trabalho é extenso e por isso exige pessoas capacitadas para colocar em prática estratégias bem-sucedidas. Vamos te contar mais detalhes sobre o assunto e mostrar 4 motivos para terceirizar o marketing da sua empresa.

Como terceirizar o marketing da sua empresa?

Empresas de todos os portes podem escolher terceirizar o marketing, porém, é mais comum esses tipos de negócio optarem pelo serviço:

  • Negócios em estágio inicial
  • Negócios em crescimento
  • Empresas de nicho

Essas pequenas empresas procuram por parceiros de solução ou agências, que oferecem diversos serviços. Como o foco dessas agências é o marketing, elas oferecem serviços de alta qualidade para sua empresa e, dessa forma, você não precisa ter uma equipe própria.

Quais serviços de marketing você pode terceirizar?

Você pode escolher terceirizar serviços específicos de marketing bem como todas as demandas da área.

Uma agência full-service tomará conta de todos os serviços relacionados ao marketing da empresa. Mas se você quiser terceirizar áreas pontuais, poderá contratar um consultor autônomo para cuidar apenas das redes sociais ou criar artigos de blog, por exemplo.

Confira exemplos de serviços em que você pode terceirizar o marketing:

Head de Marketing

O Head de Marketing é o responsável por criar a estratégia de marketing de longo prazo e desenvolver toda a estrutura do negócio, que será colocada em prática pelas outras áreas.

Essa função é de extrema importância para empresas que estão no começo, pois é a partir do plano de marketing criado que as estratégias poderão ser executadas, seja internamente ou por terceiros.

Marketing de conteúdo

Agências que oferecem serviços de marketing de conteúdo desenvolvem estratégias de acordo com o material que atrai leads, criam calendários editoriais e identificam o tipo de conteúdo que mais combina com a persona da empresa.

Se a empresa deseja impulsionar seu negócio gerando tráfego orgânico para o site, ela pode usar o marketing de conteúdo para atrair visitantes.

Redes sociais

Essa equipe cuida do atendimento via redes sociais enviando as postagens para plataformas como Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram.

Os especialistas em redes sociais também monitoram menções e conversas iniciadas por seguidores e clientes.

Responder todas as mensagens das redes sociais, estreitar relacionamentos e interagir com os seguidores é fundamental e por isso contratar uma equipe especializada é essencial. Afinal, você deve estar focado no gerenciamento do seu negócio.

Branding

É primordial que toda empresa, seja ela grande ou pequena, desenvolva uma imagem de marca (ou branding) consistente.

Portanto, contrate uma agência de marketing e desenvolva esse serviço em conjunto. Fuja dos templates prontos de internet e daqueles serviços baratos que vão surgir. Seu branding é sua essência, e ditará os passos seguintes.

Performance

Os gestores de tráfego irão administrar o tráfego pago da empresa. Ou seja, a gestão de tráfego serve para planejar e gerenciar campanhas publicitárias online.

Essa equipe possui conhecimento de como utilizar as ferramentas de implementação de campanhas via redes sociais, email, Google, etc.

funil de marketing da sua empresa.
Já pensou no funil de marketing da sua empresa?

4 razões para terceirizar o marketing da sua empresa

Existem vários motivos pelos quais você precisa terceirizar o marketing da sua empresa. Confira as quatro razões para terceirizar o marketing a seguir:

1 – Tenha mais flexibilidade de orçamento ao terceirizar o marketing

O mundo dos empreendedores é cheio de riscos e incertezas que certamente transformam o marketing em um desafio.

Dessa maneira, é muito importante que você seja capaz de se adaptar às dificuldades e terceirizar o marketing permite que sus empresa aumente ou diminua as operações conforme o necessário.

2 –  Consiga mais especialistas para as equipes internas

Orçamentos limitados geralmente impedem que a empresa contrate funcionários em tempo integral. Além de que treinar novos contratados exige muito tempo dos gerentes que precisam desempenhar papéis de liderança.

Mas ao terceirizar o marketing você aumenta a equipe qualificada para o serviço e não prejudica os orçamentos limitados.

3 –  Suporte de marketing sempre disponível

As agências têm equipes de suporte para garantir que todos os seus projetos sejam bem atendidos.

Portanto, os profissionais de marketing estarão sempre disponíveis e atentos em manterem as campanhas dentro do orçamento.

4 – Ao terceirizar o marketing você consegue acesso a alta disponibilidade

O marketing é uma função essencial para todas as empresas. Porém, pode ser muito difícil para pequenas empresas, sejam iniciantes bem como em crescimento, contratarem um departamento de marketing.

Por esse motivo, terceirizar o marketing é uma excelente opção para empresas que desejam crescer sem a carga de funcionários em tempo integral e benefícios.

Terceirizar o marketing da sua empresa é uma boa alternativa, desde que você contrate uma agência qualificada para realizar o serviço. A Gama possui um equipe composta por especialistas, além de desenvolver estratégias de comunicação online para marcas no Brasil e no exterior.

Entre em contato e saiba quais as melhores soluções para sua empresa!

8 ações para transformar sua empresa offline em online

Com a crise do Coronavírus, que impactou fortemente a economia principalmente nos anos de 2020 e 2021, uma tendência que já vinha crescendo teve um aumento explosivo: a transformação da empresa offline em online. Conforme mais pessoas passaram a ficar em suas casas, a necessidade das compras online cresceu e, por isso, a demanda por empresas online se viu extremamente necessária.

Dessa forma, se você deseja migrar a sua empresa offline para o online é importante levar em consideração diversas práticas utilizadas no meio digital diferentes do planejamento de um negócio físico.

Como colocar em prática?

Confira 6 dicas (e mais 2 bônus no final) de como explorar seu negócio local na versão online:

1. Estude o seu mercado

Apesar das inúmeras diferenças entre o físico e o digital, o primeiro passo para transformar sua empresa offline em online é o mesmo que qualquer tipo de negócio: estudar o mercado.

Esse processo é muito importante para garantir bons resultados, além de evitar gastos desnecessários. Baseie seu estudo nos seguintes tópicos: 

  • Benchmarking: é uma pesquisa profunda acerca da concorrência e como ela atua no mercado, a fim de integrar as melhores práticas ao seu negócio online;
  • Estudo de mercado geral: aqui, você precisa determinar quais as dores, demandas e resultados do segmento em que sua empresa atuará.
  • Estudo do público: nessa etapa é preciso entender quem é seu público-alvo, quais são suas necessidades, comportamentos e preferências.
  • Persona: a partir da análise de público-alvo, dados e feedbacks de clientes, crie uma representação fictícia do cliente ideal para seu negócio online. Isso serve para ter um direcionamento nos conteúdos produzidos.
  • Marketing Digital: se você deseja transformar sua empresa offline em online, é essencial estudar e planejar estratégias de marketing digital. Elas vão atrair o público ao canal desejado.

2. Crie uma conta para sua empresa online no Google Meu Negócio

O Google Meu Negócio é uma plataforma gratuita do Google para gerenciamento dos negócios locais no site. Ou seja, com ela, sua empresa vai aparecer nos resultados das buscas do Google e no Google Maps.

Contudo, se você deseja transformar sua empresa offline em 100% online, não será possível utilizar os serviços do Google Meu Negócio, visto que a ferramenta é voltada para endereços físicos. 

Você pode saber tudo sobre as funcionalidades e utilização do Google Meu Negócio neste artigo.

3. Gerencie os leads

Os leads são os seus possíveis clientes, algo muito valioso para o marketing digital.

O meio mais comum de conseguir esses leads é de forma orgânica, oferecendo um conteúdo de valor, amostra grátis de um serviço, etc. Em troca, o possível cliente fornece seus dados: e-mail, telefone, entre outros.

Com isso, você forma uma base de contatos bem estruturada e pode manter-se mais próximo da sua audiência, conhecer seu público e mandar propostas segmentadas.

Entretanto, é impossível armazenar e gerir todos esses dados manualmente. Dessa forma, você vai precisar de ferramentas específicas para gerenciamento de leads.

Os sites mais utilizados pelas empresas online no Brasil são a ofertas mais conhecidas por aqui são o HubSpot, o Salesforce, e o RD Station.

Essas ferramentas permitem que você acompanhe de perto os consumidores em potencial, dessa maneira, garantem a passagem por todas as etapas do funil de vendas. 

4. Mantenha os meios de comercialização e pagamento de sua empresa online simplificados

Um passo extremamente necessário para transformar sua empresa offline em online, é manter, acima de tudo, o processo de compra o mais simples possível. Uma boa plataforma de e-commerce e um sistema de pagamento seguro têm papel fundamental nisso.

Visto que cada vez mais pessoas estão aderindo às compras online, a concorrência vai aumentando gradualmente, desse modo, os clientes sempre darão preferência às lojas com plataformas intuitivas e comprovadamente seguras.

Por isso, na hora de transformar sua empresa offline em online, faça um bom planejamento de logística, estoque e pesquisas de plataformas de e-commerce.

5. Faça um planejamento de Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo no online é feito, basicamente, de duas maneiras: atraindo o público orgânico (Inbound marketing), ou utilizando o tráfego pago (Outbound Marketing).

O primeiro método, é a criação de conteúdos de valor em diversos canais como posts para redes sociais, sites, artigos para blog com otimização em SEO, bem como email marketing. Nessa estratégia, é o público que vai até sua empresa.

Em segundo lugar, no Outbound marketing, sua empresa é quem irá até o possível cliente, através do tráfego pago. Você paga um valor para anunciar suas campanhas publicitárias a um público segmentado de leads.

Com o Inbound Marketing, você obtém um público fiel, mantido a longo prazo; já com o Outbound Marketing, você consegue atingir uma quantidade maior de pessoas em menos tempo.

As duas estratégias devem ser utilizadas em conjunto, mas de modo que não entrem em conflito.

6. Mantenha o público de sua empresa engajado

Os consumidores no meio digital, em geral, não desejam somente fazer uma compra. Eles precisam ter uma boa experiência com a empresa, conhecer sua missão, visão e valores, para enfim, identificar-se com ela e só então realizar a compra.

Isso significa que a sua marca precisa demonstrar que não é somente uma prestadora de serviços, mas sim, que há humanos por trás fazendo o trabalho acontecer. Por isso, uma boa comunicação através das redes sociais é um fator muito relevante a ser considerado na hora de migrar a empresa offline para o online.

Crie posts que promovam interação, responda mensagens, comentários, e, se possível, contrate uma equipe especializada em gestão de redes sociais. Assim, sua marca vai mostrar a importância que dá ao cliente.

2 ações bônus para transformar sua empresa offline em online:

Uma loja online não é algo imprescindível para gerar vendas no ambiente digital. No entanto, se futuramente você deseja transformar sua empresa offline em um e-commerce, confira mais 2 dicas úteis para obter sucesso no meio digital:

Registre um domínio

O domínio é o endereço do seu site, aquilo que vai antes do .com. Comprar um domínio torna o nome de seu site exclusivo e inconfundível. Além disso, é muito provável que mais clientes encontrarão seu site, visto que ele aparecerá nos mecanismos de busca. 

Vale ressaltar a importância da escolha da palavra-chave na criação do domínio. Utilizar o nome de sua marca favorece o posicionamento da página na web, contudo, você pode também registrar o domínio com uma palavra muito relacionada ao seu segmento. Dessa forma você atrai pessoas interessadas que podem virar clientes.

Crie um site

Com o domínio criado, agora você precisa definir onde o site será hospedado. Se você não tem conhecimento em criação de sites, é necessário contratar um especialista na função.

O software mais comum de hospedagem de sites é o WordPress, que possui uma estrutura simplificada e totalmente personalizável. Para saber mais sobre as diferentes opções de sites, acesse esse conteúdo clicando aqui.


Agora que você já sabe todas as ações necessárias para transformar sua empresa offline em online, coloque o plano em prática e conquiste cada vez mais clientes no digital!

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui. A transformação digital da sua empresa pode começar por uma parceria com a Gama. Contate a nossa equipe e descubra como podemos te ajudar!

Por que o briefing no marketing digital é tão importante?

briefing no marketing digital

Talvez você não saiba, mas o briefing no marketing digital é a evolução de um conceito que pode ser aplicado em diversos setores. Para desenvolver um projeto com eficiência, sempre será fundamental ter um bom briefing. Afinal, é nele que vão constar todas as informações importantes como prazos, metas, dados do cliente e instruções de como realizar o trabalho.

Muitas vezes as empresas não dão a atenção devida à criação do briefing para um projeto. Às vezes por falta de tempo ou simplesmente por não saber a importância de centralizar todas as informações num mesmo documento.

Por isso, vamos mostrar porquê você deve começar agora mesmo a fazer briefings para o marketing digital de sua empresa:

O que é briefing?

Briefing significa “instrução” em inglês. Ou seja, é um tipo de documento que organiza todas as informações necessárias para realizar um projeto no marketing digital. Esse projeto pode ser desde uma campanha publicitária até um planejamento de posts para redes sociais.

No briefing deve constar o máximo de detalhes possível, como os objetivos do projeto, identidade visual, público-alvo, história da empresa, resultados a serem atingidos, entre outras questões relevantes.

Em resumo, o briefing é uma espécie de manual de instruções para a execução de um trabalho.

Por que o briefing no marketing digital é importante?

É primordial criar um briefing no marketing digital, e isso se dá por um simples motivo: assim, o projeto será bem executado. Pois ao receber todos os detalhes, a empresa/agência saberá exatamente o que o cliente deseja.

Um erro gravíssimo é deixar o briefing de lado, na intenção de iniciar com mais rapidez o serviço. Essa atitude pode ser um tiro no pé tanto do cliente quanto da empresa. Afinal, um briefing mal executado faz com que o profissional responsável não tenha a orientação necessária para realizar o projeto.

Por exemplo: o cliente deseja que uma campanha de anúncios seja direcionada apenas ao público masculino. Se isso não for explícito no briefing, ele perderá dinheiro, visto que a equipe irá investir em mídia paga direcionada tanto a homens quanto mulheres.

Por isso é extremamente importante criar um briefing detalhado. Além de orientar a equipe na execução de um projeto de qualidade, ele antecipa diversos problemas que podem surgir. Como erros no direcionamento de público-alvo, que exemplificamos acima.

Benefícios do briefing no marketing digital

Um briefing bem elaborado traz inúmeros benefícios para a agência e o cliente. Os primeiros deles:

  • Organizar o fluxo de ideias;
  • Direcionar as tarefas dentro do projeto;

Além disso, quando o cliente dá detalhes sobre um produto ou serviço fica muito mais fácil ter ideias de como elaborar a criação de conteúdo.

Mas, acima de tudo, o briefing serve para garantir que o cliente e a agência estejam falando a “mesma língua”. Ou seja, que estejam de acordo com o que deve ser feito.

Porém, o que exatamente deve constar no briefing para que isso ocorra? Veja a seguir:

O que um briefing no marketing digital precisa ter?

O segredo para um bom briefing é perguntar as coisas certas ao cliente. Isso porque assim ele pode responder de forma clara todos os detalhes importantes do trabalho.

Uma dica é criar um formulário com as seguintes perguntas:

Quem é o cliente?

Peça para o cliente falar sobre a história da empresa, missão, visão e valores, produtos e serviços, concorrentes e quais problemas ele soluciona.

O que o cliente já fez em comunicação?

Pergunte e faça um compilado de todas as ações de marketing que a marca do cliente já desenvolveu. Saiba se ele possui site, redes sociais, identidade visual e principalmente os resultados dessas ações..

Objetivo do projeto?

Procure entender o motivo pelo qual o cliente deseja realizar o serviço de marketing digital e quais resultados ele espera alcançar com este projeto.

Detalhes técnicos do projeto?

Pergunte sobre o público-alvo, mídias utilizadas, orçamento disponível e identidade visual. Verifique também se há algo que o cliente não quer que seja feito.

Quais são os prazos?

Por fim, alinhe com o cliente os prazos do projeto. Além disso, veja se é possível conciliar a expectativa do cliente com a capacidade de produção da agência.

Um briefing bem estruturado reflete diretamente na organização de um projeto.

Ao organizar o documento por segmentação e com detalhes, as equipes de cada área (como criação, planejamento, mídias, etc.) terão em mente o que deverão fazer de forma clara e objetiva, evitando assim retrabalhos  desnecessários e resultados mais assertivos.


Então agora que você entende a importância de um briefing para serviços de marketing digital, certifique-se sempre de criá-lo na hora de realizar seus projetos. E se precisar de uma parceria para aplicar tudo isso nas suas estratégias, conte com a Gama!