O que é landing page e para quê serve?

landing page mockup

Em nosso artigo sobre as diferenças entre sites multipage, onepage e landing page, falamos um pouco sobre cada uma dessas modalidades de site. Agora, entenda melhor como funciona uma landing page e o motivo dela ser essencial para qualquer negócio digital que tenha como objetivo conseguir mais leads:

O que é uma landing page?

A landing page é uma página única que o usuário abre através de um link. Ou seja, ela pode ser uma página de um site multipage.

A característica principal desse modelo é que a landing page tem como foco principal a conversão de leads.

A landing page é basicamente uma página de vendas, onde você divulga algo que sua empresa está oferecendo no momento. Por exemplo: se sua empresa desenvolveu um ebook, a landing page serve exclusivamente para explicar sobre o que é o ebook e quais as vantagens de adquiri-lo.

Uma landing page sempre deve ter um formulário para que a pessoa interessada preencha seus dados e consiga adquirir a oferta, a fim de que sua empresa consiga um lead.

Landing Page Nubank
Exemplo de capa de uma Landing Page.

Sendo assim, a landing page serve para aproximar os visitantes de uma empresa através de uma promoção, um produto ou serviço.

As principais características de uma landing page são:

  • Página minimalista, sem muitos elementos;
  • Foco em call to action e textos essencialmente criados nas características de copywriting;
  • Composta por título, formulário, descrição e call to action.

Por que criar uma landing page?

Ao contrário das páginas comuns dos websites, as landing pages são criadas para um objetivo em específico. Por essa razão, a estrutura dessa página é focada em despertar a curiosidade e fazer com que o público-alvo tenha interesse no que está sendo ofertado.

Resumindo, as landing pages servem exclusivamente para conversão, portanto, se o objetivo é conseguir mais leads para seu negócio, essa é a estratégia perfeita.

Benefícios de criar uma landing page

Segmentação de leads

Com a landing page é possível saber em qual nível da jornada de compras está um lead. Isso é feito a partir das informações que você exige na hora dele adquirir a oferta.

De acordo com as perguntas que você incluir na landing page, criam-se grupos de pessoas semelhantes. Assim, você pode criar estratégias segmentadas para cada grupo e melhorar a conversão.

Baixo custo em aquisição de leads

Conseguir informações de clientes demanda bastante tempo e, principalmente, dinheiro.

Por isso, com apenas uma landing page você consegue uma boa quantidade de dados de forma orgânica, além de oferecer um conteúdo de valor que demonstrará a autoridade de sua marca.

Tipos de landing page

Página de captura

Essa seria a página de captura básica, na qual uma oferta é anunciada e campos de preenchimento obrigatórios para adquirir dados como nome, email e telefone do lead.

Página de confirmação

Após o possível cliente preencher seus dados, o mais comum é ele ser redirecionado para uma página contendo todas as informações de como adquirir o que foi ofertado: essa é a página de confirmação.

Ela precisa ser o mais simples e esclarecedora possível, para não gerar dúvidas.

Página de vendas

Esta é mais elaborada que a de captura. Ela serve para apresentar um serviço ou produto, então precisa ter diversos elementos que atraiam o lead.

Esse tipo de página contém uma descrição elaborada da oferta, seus benefícios e porquê o lead precisa dela para sanar suas dores, além de call to actions que levem o usuário até a página de compra.

Página de obrigado

A página de obrigado é colocada no final de uma conversão, após o lead ter realizado uma compra ou adquirido um material gratuito.

É de bom tom redirecionar o usuário à página de obrigado pois demonstra simpatia e cordialidade por parte da empresa.

O que uma ferramenta de criação de landing page precisa ter

Hoje em dia existem diversas plataformas para criação de landing pages na internet. Porém, pode ser que nem todas ofereçam as características essenciais para colocar a página no ar. Sendo assim, confira 4 aspectos para considerar antes de contratar uma plataforma de landing pages:

Adequação à LGPD

De acordo com a Serpro, a LGPD, lei que entrou em vigor em agosto de 2020, tem como objetivo criar um cenário de segurança jurídica, com a padronização de normas e práticas para promover a proteção de forma igualitária dentro do país e no mundo, aos dados pessoais de todo cidadão que esteja no Brasil.

Ou seja, é um conjunto de regras relacionadas ao armazenamento, coleta e compartilhamento de dados pessoais.

Visto que o propósito da landing page é obter dados de possíveis clientes, é evidente que ela precisa estar de acordo com as regras da LGPD.

Sendo assim, é obrigatório que a plataforma de criação de landing page tenha campos de proteção de dados.

Responsividade

Por incrível que pareça, muitas empresas ainda se esquecem de criar modelos de landing page que se adaptam aos smartphones, por isso, é preciso ficar atento se a ferramenta oferece a possibilidade de visualização em dispositivos móveis.

Integração com outras ferramentas e sistemas

Para que você possa colocar as estratégias pós-conversão em ação, é preciso analisar e utilizar os dados na prática. Por isso, é muito importante que a plataforma tenha possibilidade de integração com CRM, públicos no Facebook e e-mail marketing.

Elementos visuais de uma landing page

O design da landing page também é muito importante para a conversão, por isso deve sempre prezar pelo UX. Confira algumas dicas de como criar uma página visualmente agradável:

Títulos e subtítulos landing page

Os títulos e subtítulos são úteis para direcionar o usuário às informações que ele precisa saber. É importante que eles sejam chamativos e esclarecedores, para que o lead não perca o interesse.

Cores

A escolha de cores precisa ser feita com muita atenção, pois elas ajudam a comunicar o que você deseja ao usuário. De acordo com a psicologia das cores, o vermelho inspira energia, por exemplo.

Siga a identidade visual da sua empresa, mas saiba como aplicar as cores corretamente, deixando o texto com cores fáceis de ler e que se destacam do fundo.

Imagens

É muito importante colocar imagens do produto ofertado na landing page. Afinal, a maioria das pessoas se interessa por algo ao visualizar o objeto. Contudo, evite colocar imagens em excesso, para não poluir a página.

Descrição

As descrições ajudam o usuário a entender a oferta. Elas precisam ser sucintas, objetivas e convincentes, para que o lead entenda o motivo daquele produto ser necessário a ele. É interessante destacar as partes mais importantes da descrição.

Formulário

O formulário precisa ser muito bem estudado antes de iniciar a criação da página. Quais dados exatamente você precisa saber do cliente? Em quais estratégias você pretende aplicar esses dados? Pense nisso na hora de elaborar as perguntas.

Pedir muitas informações não é recomendável, por isso, coloque somente o que realmente necessita

Depoimentos

Colocar depoimentos de pessoas que tiveram boas experiências com o produto ofertado é ótimo para gerar confiança nos leads, pois demonstra a credibilidade de sua empresa.

Call to Action

As calls to action (CTA’s), ou “chamadas para ação”, são aqueles botôes com frases imperativas como “Baixe seu ebook agora” ou “quero comprar agora”. Elas são essenciais em uma landing page, pois indicam ao usuário como e onde adquirir a oferta.

Se você deseja criar uma página de venda longa, com várias informações, é importante colocar mais de uma CTA. As landing pages são primordiais para a captação de leads no mercado digital. Agora que você já sabe como criá-las, coloque as dicas em prática e consiga mais conversões para seu negócio!


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Aposte em estratégias SEO e revolucione seu site

SEO

Estratégias SEO são as principais ações que você colocará em prática para potencializar o tráfego do seu site, de forma orgânica.

Se a sua empresa tem um website, este post é para você. Cada vez mais, o visual de um site vai ficando em segundo plano no momento de definir seu sucesso. Como resultado prático, para um site oferecer retorno para uma empresa ele precisa de tráfego. Ou seja, você precisa levar as pessoas até ele.

Para que isso ocorra, é fundamental que a distribuição de conteúdo dentro de um site seja muito bem explorada, através de diversas opções de técnicas. Uma dessas técnicas para se gerar tráfego orgânico é apostar em estratégias SEO, sigla para Search Engine Optimization. Numa tradução livre, seria otimização para motores de busca. Ou se formos bem diretos, otimizar seu site para ser encontrado no Google.

Um site bem otimizado, com conteúdo relevante, certamente terá acessos. Para isso, ele deve conter boas palavras-chave, distribuir estas palavras-chave através da navegação e ser, claro, atraente ao público. Mas como isso é feito?

O que é SEO?

Como já antecipamos o que esta sigla significa, vamos explicar como isto funciona, na prática. SEO é um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que um site melhore seu posicionamento nos resultados orgânicos do Google.

É uma das principais estratégias de Marketing de Conteúdo. Em cada busca, o Google procura organizar os conteúdos em um ranking que ofereça as melhores respostas nas primeiras posições. E os números abaixo, segundo o site Rock Content, mostram que os usuários confiam nesse julgamento do buscador:

  • Os três primeiros links orgânicos recebem cerca de 30% dos cliques;
  • Apenas 0,78% dos usuários clicam em algum link na segunda página dos resultados.  

Funcionamento dos motores de busca

Diante de um cenário onde a internet nos mostra a multiplicação de sites, redes sociais e milhares de informações, as empresas buscam modos de se destacar e aproveitar as oportunidades de alcance que a web proporciona para a realização de negócios.

Nesse sentido, os sites de buscas são ferramentas que contam com a automação de pesquisas, que varrem a web e indexam os assuntos da melhor maneira para disponibilizar esses dados organizados aos usuários. Para isso, esses mecanismos de buscas utilizam algoritmos que classificam as páginas da web de acordo com um determinado termo ou tema, apontando a relevância de cada página dentro de uma determinada consulta.

O algoritmo do Google, por exemplo, utiliza três procedimentos para fazer esse levantamento e oferecer as informações aos usuários.

SEO: Google é o principal buscador
Disparado na preferência mundial, o Google é sinônimo de “motor de busca”. Se você não está no Google, você não está na internet!

1- Rastreamento

O primeiro deles é o rastreamento, processo pelo qual o Googlebot identifica as páginas novas para enviar esses dados ao índice do buscador. Para realizar essa ação, os robôs utilizam algoritmos para determinar a priorização e a frequência de indexação.

O processo é realizado com as URLs geradas por processos anteriores. O Googlebot visita cada uma das páginas, verifica a existência de novos links ou alterações e envia essas informações para a indexação, atualizando suas informações.

2- Indexação

Aqui é onde a mágica acontece. A indexação é o próximo processo, no qual o Googlebot realiza a análise e o processamento de todas as novas páginas e também das alteradas, incluindo todas elas em seu índice.

São indexadas informações acerca do conteúdo do site, sua data de publicação, título, descrição, performance, região e dados estruturados.

3- Busca

Por fim, temos o terceiro processo, a busca propriamente dita. Como você deve ter percebido, ela não ocorre diretamente na web, mas sim em um índice do próprio Google. É possível que as páginas listadas já não existam mais ou que tenham sido alteradas, já que leva um tempo para que essa atualização ocorra.

Quando realizamos uma pesquisa no Google, a resposta obtida não é aleatória. Ela é embasada em mais de 200 fatores de ranqueamento, mas saiba que a empresa não revela quais são os pontos mais relevantes para realizar o ranking das respostas. Mesmo assim, temos uma boa ideia de como melhorar o posicionamento, e isso é feito por meio do SEO.

On page

Ações On page são todas as alterações realizadas dentro das páginas e que são entendidas como boas práticas de estratégias SEO pelos algoritmos do Google, pois permitem que os robôs entendam do que trata o seu conteúdo.

Existem vários elementos que devem ser verificados, porém, vamos listar apenas os principais.

Autoridade

Há um importante ponto a ser entendido quando trabalhamos com estratégias de SEO: ela é eficaz, mas os resultados são obtidos em médio e longo prazo. Isso significa que é preciso ter paciência e consistência para que o posicionamento almejado seja alcançado.

Isso acontece porque outro critério bem conceituado na hora de ranquear páginas nas buscas é a autoridade do domínio (Domain Authority). Há uma mescla entre a quantidade de tempo de existência do site e a relevância de seu conteúdo para os usuários.

Cada página avaliada herda a autoridade do domínio em que está hospedada, por isso é importante trabalhar não apenas alguns conteúdos que se acredite serem mais valiosos, mas sim garantir estratégias SEO de todo o site.

A nota para a autoridade vai de 1 a 100. Quanto mais alta a nota que um determinado domínio recebe, maior o Domain Authority, tornando o site mais bem cotado em um ranqueamento em relação a outra página com menor autoridade.

Por conta disso, caso você esteja na fase de planejamento do seu site, não perca tempo para colocá-lo no ar, mesmo que ainda não tenha muito conteúdo. Uma vez que as páginas estiverem na web, elas já começarão a gerar autoridade.

Performance da página

Outro ponto muito importante para o ranqueamento de uma página em uma pesquisa diz respeito à sua performance. Caso o seu site leve mais de 2 segundos para ser carregado em um navegador com condições normais de internet, o Google o penaliza por prejudicar a experiência do usuário.

Ou seja, o design de uma página é fundamental, mas carregá-la de informações, imagens pesadas e vários GIFs pode não ser uma boa ideia em termos de performance. Isso deve ser levado em consideração na hora de construir um site.

Existem algumas formas de contornar essa situação, por exemplo, reduzir imagens e GIFs, minimizar sua qualidade, realizar carregamentos posteriores e outras técnicas simples e interessantes.

Arquitetura do site

Como falamos, as informações de um site são lidas pelo Googlebot. Ele espera que exista uma determinada ordem lógica de conteúdo, e a falta dessa organização pode dificultar o entendimento do algoritmo a respeito do real conteúdo disponibilizado, o que provoca um impacto direto no ranqueamento.

A estrutura das informações dentro da página é fundamental para a navegabilidade, o entendimento e a experiência do usuário, por isso, nada mais natural que o Google levar esse ponto em consideração na hora de ranquear os resultados.

É preciso seguir uma ordem lógica de cabeçalho, corpo de texto, rodapé e tags de títulos e intertítulos (H1, H2 e demais). Fontes de destaque também são importantes para demonstrar ideias centrais dentro do conteúdo da loja ou do site.

Quando um usuário entra na página, os títulos e intertítulos já dão uma ideia de como a informação está dividida e de onde o usuário pode procurar aquilo que busca. Chamamos isso de escaneabilidade, uma organização simples que auxilia o leitor a entender a arquitetura do conteúdo e permite uma leitura fluida.

Off page

Estratégias SEO não são feitas apenas dentro de seu site. É possível realizar ações também fora do seu domínio para gerar mais autoridade e chamar a atenção para suas páginas, gerando relevância na web e melhorando o ranqueamento.

Esse processo se chama SEO off page e consiste na construção de links em outras páginas. Essa atividade pode ser feita com a participação em fóruns ou por meio de comentários em redes sociais, blogs e outros sites, fazendo menção à sua marca.

Backlinks

Algo também comum para realizar essa atividade é o fechamento de parcerias com outros domínios de autoridade para a publicação de artigos que contenham links para o seu site.

A quantidade de links que apontam para as suas páginas tem um grande peso no ranqueamento do Google. O mecanismo considera que as citações de seus conteúdos em outros locais são como votos de confiança que demonstram que outras pessoas acreditam naquilo que você apresenta e acham seu conteúdo valioso.

Isso influencia diretamente na autoridade de domínio, demonstrando que o seu site é reconhecidamente um influenciador em determinado tipo de assunto, de acordo com os links construídos.

Menções à marca

Já falamos sobre os backlinks e como eles são importantes para a sua empresa. Porém, as simples menções à marca também são interessantes para gerar autoridade e criar relevância. Para isso, apenas uma citação, em vez de um link, já tem valor.

Os algoritmos do Google estão cada vez mais avançados e são capazes de ler e entender quando uma citação está se referindo a uma determinada marca, identificando o contexto dessa citação e analisando se ela é positiva ou negativa.

O que é palavra-chave?

Um dos fatores mais importantes para um bom posicionamento nos motores de pesquisa é a escolha correta da palavra-chave. Em resumo, é o termo de busca que o usuário pesquisa para alcançar uma página. Por exemplo, alguém que precisa comprar um tênis de corrida poderá pesquisar pelo termo “melhor tênis para correr”.

Por isso, é muito importante fazer pesquisas de palavra-chave para encontrar os termos que são relevantes para o seu público-alvo. Uma das boas opções é o próprio Google Keyword Planner.

Head Tail

Estas são as palavras-chave curtas, com uma ou duas palavras, e que representam o segmento como um todo. Ou seja, são amplas e genéricas e não segmentam buscas. Além de um volume gigante de buscas, a concorrência é enorme e isso pode prejudicar o seu ranqueamento.

Termos de busca muito curtos, como “vestido” ou “sapato”, são exemplos claros destas palavras-chave head tail. Por outro lado, palavras-chave como “vestido vermelho para festas” e “sapato de salto agulha” trazem outro conceito chamado de Long Tail.

Long Tail

Estas são as palavras-chave mais longas e específicas, que ajudam seu posicionamento nos mecanismos de busca. A cauda longa é extremamente recomendada para pequenas e médias empresas que não possuem capacidade de investimentos em mídia paga, já que abre diversas opções por meio de palavras-chave de menor competitividade.

Esses termos possuem mais palavras que as mais buscadas e, por isso, segmentam melhor as buscas feitas no Google. Mesmo não apresentando um grande volume de buscas, com palavras-chave long tail você foge da grande concorrência e encontra mais facilmente seu público-alvo. O conceito advém do livro ‘A Cauda Longa – Do mercado de massa para o mercado de nicho’, de Chris Anderson. Consiste em vender pequenas quantidades de uma grande variedade de itens, ao invés de somente alguns produtos populares. Assim, enfrenta menos concorrência, porém com grande volume de vendas.


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As diferenças entre sites multipage, onepage e landing page

Alguns termos, à primeira vista, podem parecer muito técnicos e complexos. Por isso, você que é um empreendedor, pode não ter ideia do que são e quais são as diferenças entre sites multipage, onepage ou landing page.

Contudo, se você deseja investir em um negócio digital, é de extrema importância saber o básico sobre o funcionamento e a construção de sites, visto que existem modelos diferentes que se encaixam em perfis diferentes de público-alvo.

É difícil de se encontrar um site nos mecanismos de busca sem o auxílio das estratégias de marketing digital, por isso é fundamental conhecer os recursos disponíveis para que sua empresa obtenha destaque online.

Dessa forma, conheça agora as diferenças entre sites multipage, onepage ou landing page e veja que o tema é bem mais simples que aparenta.

Multipage, onepage ou landing page: o que são?

Site multipage

Os multipages são os sites mais comuns da internet. É através deles que as pessoas encontram empresas, se informam, bem como consomem conteúdos. Basicamente, os sites multipages são aqueles que possuem várias páginas hospedadas em um único domínio.

Eles servem para lojas virtuais, páginas institucionais, informativas, entre outros propósitos. Invariavelmente possuem um menu completo que indica o caminho para todas as páginas. À medida que o usuário navega por diferentes seções, o site abre uma nova página.

Um ótimo exemplo de site multipage é o portal da Powermig Robótica, desenvolvido pela Gama. Com uma vasta oferta de produtos e serviços, o site exigiu muito cuidado para que cada página – mais de 180 – estivesse 100% otimizada e oferecendo boa experiência ao usuário.

Site onepage

O site onepage é similar ao multipage, a única diferença é que todas as informações são compactadas em uma única página. Esse modelo de site é como uma espécie de feed, onde as informações da página aparecem conforme o usuário rolar para baixo.

O estilo onepage serve para empresas que não desejam postar um conteúdo muito extenso no site, visto que tudo precisa estar disponível em apenas uma página.

O design é algo primordial nesse tipo de página para prender a atenção do visitante a fim de que queira chegar até o final.

O site da Movimentum Funcional é um exemplo de onepage. Todas informações estão dispostas em uma página, com um menu suspenso que guia o usuário pelas seções.

Landing page

A landing page é uma página única que o usuário abre através de um link. Ou seja, ela pode ser uma página de um site multipage.

Entretanto, a diferença para os demais é que a landing page tem como foco principal a conversão de leads.

Essa página é basicamente uma página de vendas, onde você divulga algo que sua empresa está oferecendo no momento. Por exemplo: se sua empresa desenvolveu um ebook, a landing page serve exclusivamente para explicar sobre o que é o ebook e quais as vantagens de adquiri-lo.

Uma landing page sempre deve ter um formulário para que a pessoa interessada preencha seus dados e consiga adquirir a oferta, a fim de que sua empresa consiga um lead.

Sendo assim, a landing page serve para aproximar os visitantes de uma empresa através de uma promoção, um produto ou serviço.

Multipage, Onepage ou Landing page? Qual escolher para minha empresa?

Na maioria das vezes não há uma resposta definitiva em relação ao tipo de página mais indicada para empresas. Entretanto, uma coisa é certa: é bom sempre escolher o modelo de site que combina com as estratégias do seu negócio.

Mas como saber isso? Veja as características de cada modelo de site e descubra qual é o mais indicado para sua empresa:

Características do site onepage:

  • Velocidade de carregamento rápida;
  • Conteúdo mais “direto ao ponto”;
  • Adaptável facilmente a todos os dispositivos (computador, smartphone, tablet, etc.);
  • Design moderno.

Escolha uma onepage se você:

  • Quer apresentar um conteúdo mais “enxuto”, ou seja, não possui conteúdos densos;
  • Não pretende investir em estratégias aprofundadas de marketing digital no site;
  • Precisa de uma solução simples.

Características do site multipage:

  • Serve para conteúdos frequentes e mais extensos;
  • Institucional ou comercial;
  • Possibilidade de acrescentar várias páginas em um mesmo site.

Escolha o multipage se você:

  • Deseja postar conteúdos extensos;
  • Vai ter publicações frequentes como notícias e artigos;
  • Pretende investir em um marketing digital mais aprofundado.

Características da landing page:

  • Página minimalista, sem muitos elementos;
  • Foco em call to action e textos essencialmente criados nas características de copywriting;
  • Composta por título, formulário, descrição e call to action.

Escolha a landing page se você:

  • Precisa divulgar uma oferta pontual;
  • Quer gerar um alto número de conversões;
  • Deseja adquirir uma base de leads.

Sites multipage, onepage ou landing page: conclusão

É de extrema importância conhecer as diferenças entre sites multipage, onepage e landing page, pois cada um atende a necessidades específicas que precisam estar de acordo com seus objetivos.

Fazendo a escolha correta, criando um site bem construído, intuitivo e organizado, ele será facilmente encontrado e, desse modo, vai atrair cada vez mais clientes para sua empresa.


Ainda não tem um site e quer saber se a sua empresa necessita de um? Ou então quer saber qual modelo se encaixa na sua necessidade? Entre em contato com a Gama e solicite mais informações!

UX: Você sabe como melhorar a experiência de usuário?

ux user experience

Você sabe o que é UX? Hoje em dia é difícil encontrar empresas que trabalham no meio digital e desconhecem este termo. Contudo, por mais que UX seja algo bastante difundido, muitas pessoas não sabem o seu real significado e como aplicar em seu negócio.

Acompanhe este artigo e entenda como o UX é essencial para revolucionar a estratégia de vendas da sua empresa:

O que é UX?

UX é um termo usado para simplificar o conceito de User Experience. Traduzindo para o português: experiência do usuário. Ou seja, é aquilo que o usuário vai sentir ao utilizar seu produto, serviço, site, ou qualquer outro tipo de oferta, com base em estética, usabilidade, interação e outros aspectos. 

Na prática

Você quer comprar um tênis de corrida pela internet. Entra em um site e ele demora a carregar, quando a página abre há muitas informações espalhadas de promoções, produtos novos e não existem categorias específicas para cada tipo de tênis, portanto, você precisaria procurar por dezenas de páginas até encontrar o modelo que deseja.

Já em outro site, a página abre rapidamente. Logo de primeira você encontra a seção de categorias, onde há uma específica para tênis de corrida, além de filtros de preço, marca e cor.

Provavelmente você compraria no segundo site, não é?

Isso porque a experiência do usuário no primeiro site foi ruim, enquanto a do segundo foi ótima.

Sendo assim, para que sua empresa proporcione um UX de qualidade, você precisa dar atenção para alguns aspectos que veremos a seguir:

Elementos do UX

Agora que você já sabe o que é a experiência do usuário, entenda quais os elementos necessários para torná-la agradável ao cliente.

UX | Usabilidade

Quanto mais simples de utilizar for um site, mais interações ele terá. Por isso, é primordial criar uma página intuitiva para que o usuário consiga atingir seu objetivo de maneira satisfatória.

Tenha em mente que uma pessoa ao entrar pela primeira vez desconhece o site, então a missão do UX é guiá-lo pela página utilizando elementos visuais, design intuitivo e textos simples.

UX | Estética

Pense num shopping. Você geralmente entra nas lojas que mais te atraem visualmente e que possuem mais elementos semelhantes aos seus gostos.

O mesmo serve para um site. Os usuários permanecerão nas páginas que mais chamam atenção pela estética. É vital construir o design de um site pensando 100% no público-alvo, considerando palavras-chave e imagens que causem identificação, bem como a psicologia das cores, visto que as cores influenciam o comportamento humano.

UX | Desempenho

Na era digital buscamos soluções cada vez mais práticas e imediatas. Um site que demora para carregar, com links quebrados e que não funciona na versão mobile perde inúmeros seguidores.

Até mesmo o Google valoriza sites que carregam rápido. O tempo de carregamento da página é uma das métricas levadas em consideração na hora de ranquear os sites nos motores de busca.

Portanto, melhorar o tempo de carregamento e utilizar palavras-chave melhoram o UX e de quebra colocam seu site no topo das páginas de pesquisa.

Uma pesquisa realizada pela Kiss Metrics revela que:

  • 47% dos usuários esperam que as páginas carreguem em até 2 segundos
  • 50% dos visitantes saem do site caso ele demore mais de 03 segundos para carregar
  •  1 segundo de atraso na resposta da página ocasiona uma queda de 7% nas conversões

UX | Acessibilidade

Sem acessibilidade, muitos usuários são impedidos de realizar ações do cotidiano na internet.

Para incluir usuários com deficiência visual, auditiva e cognitiva, existem diversas ferramentas criadas para que nada prejudique o UX dessas pessoas.

Por exemplo: pessoas com deficiência visual utilizam leitores de tela que permitem que o usuário ouça o que consta no site. Por isso é muito importante inserir descrições de imagens, gráficos e ilustrações através do atributo alt no HTML.

Se o seu site contém vídeos, lembre sempre de incluir legendas para que pessoas surdas possam assistir e consumir o conteúdo completo.

Quais as vantagens do UX para uma marca?

Você deve estar se perguntando: tudo isso realmente traz retorno? E sim, investir no UX de um site traz uma série de vantagens. Confira a seguir:

Tráfego

Uma página visualmente agradável, fácil de navegar e que não demora para carregar atrai visitantes, possui maior tempo de permanência, além de gerar uma taxa de rejeição baixa.

Conversões

Quando o usuário consegue navegar por um site sem dificuldades, maior é a chance dele atingir seu objetivo, ou seja, comprar um produto, preencher uma landing page, ou se inscrever em uma newsletter, por exemplo.

Fidelidade

Se o usuário tem uma boa experiência ao entrar em seu site, é muito provável que ele volte em outro momento e reconheça sua marca como referência na solução de problemas.


Concluindo: A experiência do usuário é, acima de tudo, essencial para deixar o cliente satisfeito, fidelizá-lo e, consequentemente, torná-lo um divulgador de sua marca.  Portanto, proporcionar uma experiência agradável ao usuário é demonstrar preocupação e atenção ao cliente.

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12 DICAS DE MARKETING DIGITAL PARA COLOCAR EM PRÁTICA AGORA

Você tem uma estratégia de marketing online para sua empresa? Se a resposta for negativa, aproveite as dicas de Marketing Digital que preparamos para você, pois a sua realidade poderá mudar a partir de agora!

Atuar digitalmente já deixou de ser uma estratégia. Passou a ser uma necessidade. Estamos vivendo a era da digitalização das marcas e, caso você ainda não tenha percebido, talvez a sua empresa já seja digital!

Provavelmente você já entra em contato com seus clientes, fornecedores e parceiros pelo whatsapp. Você paga contas a partir de boletos enviados por email ou com QR code. Você recebe telefonemas e mensagens a partir da apresentação da sua marca no Google e nas redes sociais. Até as notas fiscais e assinaturas são eletrônicas!

Mas você precisa se preparar para extrair o melhor deste momento. Para isso, um bom planejamento de marca pode e deve ser colocado em prática – e ele é simples (se ainda não sabe como estruturá-lo, confere nosso post completo, clicando AQUI). Para que isso ocorra, você precisa se dedicar para organizar as suas informações, o que você sabe sobre o seu mercado e os seus clientes e definir como você vai entrar em contato com todo este universo.

Marketing Digital na prática

No momento que você decide explorar o que uma estratégia digital pode te oferecer, passar a controlar as ações e mensurar o retorno que seus esforços estão gerando vão provar o quanto vale a pena investir em Marketing de Verdade.

Pensando em te ajudar nesse processo, resolvemos colocar “no papel” tudo que há de mais importante nesse processo. Então, confira as 12 dicas que preparamos para você começar a investir e gerar resultados a partir das melhores técnicas e ferramentas de marketing digital.

1- Invista em Marketing de Conteúdo e/ou Inbound Marketing

Começamos a nossa lista do começo. Óbvio, né? Nem tanto! Abrimos as nossas dicas de Marketing Digital com o planejamento, que já falamos anteriormente, e deverá definir quais são as estratégias que serão seguidas. O comportamento do consumidor tem se remodelado nos últimos anos, muito pelas diversas opções disponíveis online.

Sem dúvidas, o Marketing de Conteúdo é uma excelente estratégia para capturar novos clientes e estabelecer um relacionamento entre empresa e cliente que possa ser duradouro. Outra opção é o Inbound Marketing, técnica que desenvolve ações voltadas para atrair potenciais clientes e vender, utilizando ferramentas de automação para executar e mensurar estas ações.

Diversas atividades são necessárias para se aplicar estas estratégias – algumas delas inclusive estarão nesse post – e devem respeitar a necessidade da sua empresa e de seu público-alvo. Publique conteúdo relevante, cative seu lead e torne seu processo de compra uma ação natural. Quer saber a diferença entre as duas estratégias e como colocar em prática? Confere esse post:

2- Aposte nas redes sociais

Se você ainda não sabe, é sua OBRIGAÇÃO como empresário estar presente nas redes sociais. Espero que essa sua visita ao nosso blog seja um indício que você já sabe disso e vai aproveitar as nossas dicas de Marketing Digital. Mas por quê? Simplesmente porque 96,2% das empresas afirmam estar presentes nas redes sociais. Mais que isso: 62,6% delas já consideram essas plataformas como fundamentais para as suas estratégias de Marketing Digital. Esses dados são do estudo top da empresa Rock Content no relatório Social Media Trends 2019, que traz um panorama completo dessa relação.

Portanto, ignorar esse contexto é definir que a sua empresa irá fracassar. Considere todas possibilidades, analise sua situação digital e mergulhe de cabeça nesse universo. Aceite, não tem mais volta!

Quer saber mais? Confere aí:

3- Defina objetivos SMART

Não é novidade que toda empresa precisa traçar um planejamento para obter sucesso e, nesse sentido, definir objetivos SMART são estratégias fundamentais. Apesar de parecer somente mais uma palavra americana (em inglês, smart significa inteligente ou esperto), SMART é um acrônimo formado pelas iniciais das palavras Specific, Measurable, Attainable, Realistic e Time-bound.

Ou seja, para alcançar bons indicadores, seus objetivos deverão ser específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e com um prazo definido. Para colocar isso em prática, temos um passo a passo, com exemplos reais, para você aprender:

4- Crie um calendário de postagens

Essa é uma das dicas de Marketing Digital que podem causar um certo mal estar. Mas ter um calendário de postagens, além de guiar e organizar seu perfil na rede social, vai fazer você economizar seu bem mais precioso: o tempo.

Calendários mensais, trimestrais, semanais, anuais… não importa! O que importa é você organize suas postagens. Se gosta do desprendimento das postagens do dia a dia, guarde isso para o story do Instagram ou então poste conteúdo extra. Não tem problema fazer a mais. O problema será deixar de postar porque outro assunto relacionado ao dia a dia da empresa falou mais alto (o que é perfeitamente normal).

DICA: Se tiver em dúvida com relação aos temas que serão abordados na postagem, existem diversas ferramentas – gratuitas e pagas – para te auxiliar. Um site que gostamos e utilizamos com nossos clientes é o AnswerThePublic. É só digitar um termo relacionado ao seu negócio (serviços, produtos, diferenciais, etc.), escolher localização e idioma, e acessar todas as sugestões. Ah, todas elas te levam a buscas no Google, mas o trabalho inicial de filtrar todas opções, é do site!

Isso vale também para quem tem um blog ativo (assim como este aqui). Defina um ritmo para produção de artigos e para conseguir promovê-los. Aqui na Gama, toda quarta-feira tem texto novo no Blog, então programe-se para isso 😉

Calendário de Postagens, uma das dicas de Marketing Digital
Este é um exemplo de calendário simples, que ajuda a organizar as postagens da semana.

5- Crie um BLOG

Pegando o gancho da dica anterior, você sabia que cerca de 53% dos profissionais de marketing afirmam que ter blog ativo é a principal prioridade entre as suas estratégias de Inbound Marketing? É o que diz uma pesquisa do Hubspot, comprovando a força da nossa dica!

Além de ter um espaço livre para criação de conteúdos variados, que podem solucionara vários problemas do seu consumidor em potencial, um texto bem escrito ajudará seu site a posicionar muito melhor nas buscas do Google.

6- Estude as técnicas SEO

Já que estamos nessa de gancho da dica anterior, essa é justamente para te ajudar – de forma orgânica – a melhorar o ranqueamento do seu site nas buscas. SEO, sigla para Search Engine Optimization, é um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que isso ocorra.

Para um site oferecer retorno para uma empresa, ele precisa de tráfego. Ou seja, você precisa levar as pessoas até ele. Porém, obter isso aplicando as técnicas de SEO não é tão simples, afinal são mais de 250 itens que o algoritmo do Google leva em consideração.

Para dominar os principais conceitos de SEO, confere o nosso post:

7- Respeite o funil de vendas

O Funil de Vendas ou a Jornada de Compra é o processo ou caminho que qualquer pessoa atravessa, desde a descoberta da sua marca até a efetiva decisão de compra. Para entender melhor como isso funciona, na prática, confira esse post:

https://gama.etc.br/2020/06/05/jornada-de-compra-proponha-o-caminho-para-o-consumidor/

Como estamos falando bastante de conteúdo, aí vão algumas dicas para cada etapa:

  • Topo de funil: artigos no blog, vídeos, ebooks e newsletter. Apresente seu negócio e atraia o potencial consumidor;
  • Meio de funil: para quem busca informações mais específicas e aprofundadas, ofereça cases reais, webinars e lives. Assim como na etapa anterior, artigos e ebooks também podem ser utilizados, mas fique atento aos temas propostos;
  • Fundo de funil: produza conteúdos (escolha o formato certeiro) que possam auxiliar as pessoas a superarem os últimos obstáculos na decisão de compra. Demonstrações do produto, depoimentos reais e cases podem ser decisivos.

8- Produza e promova conteúdo relevante

Na primeira das dicas de Marketing Digital da nossa lista, falamos sobre a produção de conteúdo e depois seguimos mostrando diversas formas de utilizá-lo. Mas tão importante quanto produzir, é promover este conteúdo da melhor forma possível.

Uma boa alternativa para fazer essa divulgação de forma orgânica é através de mail marketing. Mas não aquela newsletter chata oferecendo promoção, que vem de lugares que você nem conhece. Distribua conteúdos específicos para o estágio do funil em que o seu cliente se encontra.

Se tiver uma graninha separada para investir, coloque-a em publicidade online. Estude os melhores canais para promover seu conteúdo e inicie agora mesmo os primeiros testes.

9- Anúncios pagos em Google Ads

Apostar em tráfego orgânico, no longo prazo, certamente trará resultados muito bons. No entanto, como citamos na dica anterior, investir em publicidade online é uma ótima alternativa para acelerar este processo.

Se você tem um site ou um estabelecimento comercial, investir em Google Ads pode ter impacto imediato. Os anúncios pagos podem ser feitos para as buscas no Google ou para outros locais, inclusive para perfis do Google Meu Negócio (saiba mais AQUI).

Para detonar nas suas campanhas de Google Ads, acesse nosso guia e comece a colher os resultados:

10- Campanhas de Facebook e Instagram Ads

Para quem não tem um site e aposta suas fichas nas redes sociais, essa é a opção certeira em publicidade online. E, nesse caso, colocamos as duas redes juntas porque a plataforma de anúncios utilizada é a mesma: o Gerenciador de Anúncios do Facebook. Mesmo que você só explore o Instagram como rede social principal, é necessário ter uma página no Facebook para anunciar na plataforma.

Existem diversas opções de anúncios, objetivos, formatos, visuais, públicos, orçamentos, que podem ser escolhidos em campanhas pagas no Face e no Insta. Basta que você saiba que conteúdo irá promover e para quem. E se ainda estiver com dúvidas para dar o pontapé inicial, confere esse nosso post que ajuda quem ainda num estágio inicial de publicidade online:

11- Pense mobile

O uso de smartphones e outros dispositivos móveis só cresce, isso é fato. Atualmente, estes dispositivos representam 43% das transações online no mercado brasileiro, segundo estudo da Criteo. Ou seja, por mais que você ainda não tenha percebido, sua empresa deve estar preparada para atender a esse consumidor. E isso se aplica tanto aos sites quanto aos formatos de conteúdos para as redes sociais.

12- Conheça seu público

Deixamos a dica mais importante por último. E sabe por que conhecer o seu público é tão importante? Porque NENHUMA das dicas anteriores funcionará se você as colocar em prática sem saber quem vai te consumir. Já imaginou uma campanha com design perfeito, objetivos bem definidos e estratégias certeiras para promover o lançamento de um produto vegano e acabar atingindo um público de carnívoros?

Claro, exageramos um pouco para poder enfatizar a importância de conhecer aquela pessoa que pode ser seu cliente. E se ainda não sabe como fazer para ser assertivo nessa etapa, a gente te ajuda!

Existem duas técnicas para colocar isto em prática: público-alvo e persona. Enquanto um se refere a um grupo específico de consumidores ou organizações que compartilham um perfil semelhante, o outro foca num personagem fictício criado para representar diferentes tipos de usuário a partir de seus comportamentos e atitudes.

Para estudar melhor estes conceitos e colocá-los em prática, acesse este conteúdo riquíssimo do nosso BLOG:

Uma das ferramentas que mais utilizamos para aprofundar as pesquisas de público é o Audience Insights, do Facebook. Você pode saber mais sobre ela clicando AQUI.


RESUMO
  • Se você não aposta em Marketing Digital, olha… eu tenho uma má notícia para você;
  • Comece do começo. Sim, isso é óbvio! Porém, o principal erro é ignorar esta premissa. Então: planeje-se;
  • Mais do que aproveitar uma das dicas, é complementá-las e extrair o melhor de cada;
  • Todas dicas aqui listadas foram testadas, aplicadas e trouxeram resultados práticos para os nossos clientes;
  • O melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

The Last Dance: as 4 lições de jordan sobre marketing

Michael Jordan: The Last dance

Analisamos 4 lições relacionadas a Marketing a partir do documentário do momento da Netflix, “The Last Dance”, de Michael Jordan. Vamos aprender um pouco mais com A LENDA?!

O documentário Arremesso Final (nome original “The Last Dance”, ou “A Última Dança” em tradução livre) conta parte da história da carreira de Michael Jordan no time do Chicago Bulls dos anos 90, com detalhes riquíssimos dos bastidores desta jornada que envolve o nascimento de uma lenda global e todos os impactos positivos e negativos que isto criou no mercado e na sua vida.

(ATENÇÃO: este texto contém spoiler!)

Uma lenda esportiva e comercial

Não é nenhuma novidade falarmos sobre o sucesso de Michael Jordan como atleta e também como garoto propaganda. MJ é considerado por muitos como um dos maiores esportistas de todos os tempos, não se limitando ao basquete. E seu impacto comercial acompanhou todo o seu sucesso esportivo. Se, por um lado, colecionou conquistas esportivas, por outro lado manteve essa coleção com contratos publicitários envolvendo marcas globais líderes de mercado. Mais que isso: uma linha exclusiva de tênis (inicialmente) e vestuário na Nike e estrelato em filme de Hollywood.

4 lições de Jordan sobre marketing: Michael Jordan #23
Foto: observador.pt

Para que isso fique claro, a receita da marca de Jordan pela Nike atingiu US$ 3,14 bilhões em 2019. Isso que Jordan se aposentou em 2003! Vale lembrar que quando Jordan firmou parceria com a Nike a grande empresa de tênis da liga era a Converse. No entanto, após tamanho sucesso a marca do swoosh está nos pés de 62% dos atletas atualmente.

Michael Jordan e as 4 lições de marketing

Bom, estas informações rápidas sobre a relação esportiva e comercial de Michael Jordan já são conhecidas por todos que acompanham esses cenários. Mas o nosso foco hoje é trazer algo um pouco mais profundo. Analisando o seu comportamento humano em detrimento ao cestinha ou garoto propaganda, e vendo como isto impacta diretamente nas duas frentes.

Após assistirmos todos os episódios e anotarmos muita coisa, identificamos 4 principais aspectos que alavancaram as suas ações. Sendo assim, você poderá se inspirar nelas para aplicar na sua rotina de marketing e melhorar seus resultados. Confira as 4 lições relacionadas a Marketing que aprendemos com a lenda Michael Jordan.

1- Foco no objetivo principal

A primeira das lições sobre marketing é o ponto de partida de todo o sucesso de Michael Jordan: seu foco. Ele nasceu em uma família de trabalhadores respeitados na Carolina do Norte, estado que sofria com o racismo, como boa parte dos EUA. A competitividade e a prática esportiva sempre estiveram presentes na sua rotina e na dos seus irmãos, incentivados pelos seus pais. O intuito era complementar os estudos com atividades que mostrassem a importância da coletividade e vida em sociedade.

Um propulsor no seu desenvolvimento foi o papel que seu pai, James Jordan, exercia: incentivador fanático de disputas e desenvolvimento a todo custo. Michael começou cedo competindo pela atenção de James com seu irmão. E até certo ponto ninguém acreditava no seu sucesso no basquete devido a sua altura na época, além da tentativa de jogar beisebol.

“Minha personalidade inata é ganhar a todo custo”

Michael Jordan, episódio 9.

Primeiro objetivo alcançado: NBA

A partir do momento que MJ se destaca na Universidade da Carolina do Norte e é foco da mídia no draft da NBA, o mercado se volta para ele. E o seu desenvolvimento esportivo sempre esteve respaldado pelo seu foco em ser o melhor e vencer, treinando mais que todos. Ele identificava suas falhas e trabalhava muito duro para corrigi-las, não importando hora, local e companhia. Do início ao fim da sua carreira, ele sempre soube que era capaz e seguiu à risca cada passo do seu sucesso.

No marketing isso é fundamental para que se alcance o sucesso, a definição clara de objetivos. O norte de cada ação deve estar claro, pois em inúmeras oportunidades vamos nos questionar se realmente determinada ação faz sentido. E aí precisamos relembrar o que realmente buscamos. Para isso, utilizamos a técnica do Objetivo SMART, ou seja, o seu objetivo deve ser específico, mensurável, atingível realista e temporal.

2- Manutenção de estratégia

O grande desafio de qualquer marca é se manter nos trilhos após definido um objetivo. Isto post, seja pelas inúmeras oportunidades que o mercado nos apresenta ou pelo envolvimento emocional que colocamos nos resultados positivos e negativos que alcançamos. E é aí que encontramos um ponto crucial na figura profissional de Michael Jordan, chegando à segunda das 4 lições sobre marketing. Todas as ações são programadas a partir do seu objetivo. Além disso, as oportunidades e/ou percalços que lhe são apresentados se transformam em novos capítulos de uma mesma história.

LaBradford Smith e a fake news inspiradora

Estes pontos ficam explícitos ao longo dos jogos que envolvem decisão. Mike guarda cada detalhe ocorrido nas quadras para explorar no momento oportuno. Em 1993 ocorreu um fato incomum: MJ foi superado individualmente por um atleta nada impactante, LaBradford Smith. O Washington Bullets (nome da franquia na época) perdeu para o Bulls, mas ele foi melhor que Jordan, tendo a sua noite de glória. Ao final da partida, o camisa 23 falou que o oponente teria dito: ‘Nice game, Mike’. E concluiu prometendo que marcaria no próximo jogo o total de pontos de LaBradford (37) no primeiro tempo da partida.

Foi quase! Ele marcou “apenas” 36 pontos no primeiro tempo, acabou o jogo com 45 e sendo o melhor em quadra. O mais curioso de tudo isso é que Michael Jordan admitiu tratar-se de uma mentira a história da provocação. No entanto, ela foi necessária para criar um ambiente perfeito para ele se motivar e realmente acabar com o outro jogo!

4 lições de Jordan sobre marketing: Michael Jordan x LaBradford Smith
Será que LaBradford Smith se arrependeu do que não disse?!
Foto: Getty Images

Convivemos com estas tentações de desvios de rota quando atuamos com redes sociais e Google. Primeiramente devido aos milhares de caminhos que podemos seguir a partir de novas funcionalidades, inspirações de concorrentes, clientes ou parceiros. Além disso, até mesmo por querer resultados de curto prazo. Mas criar e manter um Planejamento de Marketing é fundamental para que você tenha sucesso nas suas ações.

3- Errar é parte fundamental

Mais uma das lições sobre marketing, que pode ser trazida do aspecto pessoal: a vida de Michael Jordan deve ser um sonho, né?! Então, nem tanto assim… O documentário The Last Dance mostra dois momentos principais de sua trajetória nos Bulls, cada um deles envolvendo um dos dois tricampeonatos da liga.

Be Like Mike

No começo, ele surge como superatleta e aposta de todos os seguidores do esporte, e aos poucos vai ganhando espaço e notoriedade. Sua personalidade amistosa, simpática e os resultados incríveis no esporte criam um ambiente muito positivo sobre a sua imagem. Os contratos publicitários crescem como o seu sucesso, e o apelo positivo ganha o ápice quando a Gatorade cria o comercial Be Like Mike, que o idealiza como o estereótipo do ser humano perfeito da época.

Be Like Mike“, o icônico comercial da Gatorade

Porém, com o passar do tempo as coisas começam a mudar. Após ganhos espetaculares e a necessidade de criar fatos novos para os consumidores, jornalistas buscam o lado B do superastro. Seu apreço por apostas e a figura de um líder duro são fatos repetidos por parte da imprensa, que até aquele momento o idolatrava. Um livro retrata depoimentos de ex-colegas e pessoas que conviveram com ele, contando estes detalhes. Mais que isso, enfatiza que ele não apoiava publicamente um candidato negro do seu estado, criando uma certa desconfiança por parte do público.

“‘Ele era um tirano’ você pode pensar assim, mas eu queria ganhar e queria que eles (colegas) participassem. Eu não cobrava algo que eu não fazia”

Michael Jordan, episódio 7.

Beisebol como alternativa de escape

O momento mais crítico da sua jornada é a morte do seu pai, encontrado em um rio após três semanas desaparecido, vítima de um latrocínio que ainda deixa dúvidas. Naquele momento ele já se sentia sufocado pela imprensa e por todos os questionamentos infundados sobre seu caráter e então decidiu se aposentar.

Na sequência, inicia uma passagem breve pelo beisebol que se encerra em pouco mais de um ano, e retorna ao basquete e aos Bulls para conquistar outro tricampeonato. Agora fortalecido para encarar os desafios dentro e fora de quadra, sua nova postura mostra claramente um posicionamento maduro de quem se conhece, confia no seu potencial e sabe como é difícil alcançar tudo o que alcançara.

A dureza é reconhecida pelos colegas e por ele mesmo, mas o mais importante é a consciência de todos em torno do grande objetivo comum, e todos reconhecem que Mike foi fundamental para todas estas glórias.

“Minha atuação na quadra vendia tudo. Se tivesse média de 3 pontos e dois rebotes ninguém me contratava”

Michael Jordan, episódio 5.

4- Trabalho em equipe sempre

Acha que essa é uma dica fácil quando relacionamos Michael Jordan às nossas lições de marketing? Este novo momento de Mike escancara o poder da sua liderança técnica e comportamental.

A criação de novos ambientes para aumentar sua motivação, o envolvimento direto com o lendário treinador Phil Jackson e adoção de suas metodologias, grandes parcerias com estrelas como Scottie Pippen e Dennis Rodman, além de tantos outros coadjuvantes, mostram como ele entende o contexto e usa os atributos principais destes colegas a favor dos seu maior objetivo: vencer! E qualquer ponto negativo relacionado ao seu comportamento de cobrança extrema se tornava positivo após as vitórias e conquistas do time.

4 lições de Jordan sobre marketing: time dos sonhos
Michael Jordan, Scottie Pippen e Dennis Rodman. Foto: Jeff Haynes/AFP via Getty Images

Space Jam

Uma passagem curiosa do documentário está no momento das filmagens de Space Jam, onde ele estrela a produção da Warner ao lado do Pernalonga (Looney Tunes) e torna este o filme sobre basquete mais rentável da história. As filmagens ocorreram em Los Angeles no período em que ele buscava recondicionar seu físico para o basquete, visto que ainda sofria com resquícios de uma estrutura muscular que havia sido remodelada para o beisebol.

Com uma rotina de filmagens que se iniciava às 7h e finalizava às 19h, ele contava com uma estrutura esportiva no complexo da Warner (condicional para rodar o longa) e envolvia uma nova equipe para alcançar seu objetivo. Todos os dias reunia um grupo seleto de estrelas da NBA para “peladas”. “Pensamos em chamar os melhores da liga para ver a galera antes do começo da temporada e virou o bicho. Todos queriam ir na Warner jogar com Michael. Era a chance de ele ver todos. E a gente fazia relatórios”, relatou BJ Armstrong, ex-companheiro dos Bulls.

Outros atletas que participaram deste período contam sobre clássicos ocorridos nestes dias e ainda se impressionam com o foco de Mike, pois ele acumulava 3 horas de jogo após as filmagens seguidos de musculação. E no dia seguinte, tudo de novo.

Cenas raras dos jogos no “Jordan Dome”

Funcionaria hoje? Sim ou com certeza?

Pensemos em uma estrutura de comunicação hoje. A sua marca pode se comunicar pelas redes sociais, estar presente em eventos, ter um site ou um aplicativo, anunciar em meios tradicionais ou explorar canais digitais e influenciadores – e tantas outras formas.

Além disso, atualmente temos agências e profissionais especializados em nichos como SEO, conteúdo, publicidade, desenvolvimento de tecnologia e tantos outros. Para que os resultados sejam consistentes, você acha que é possível se desenvolver sozinho? A gente tem certeza que não!

Curiosidades

4 lições de Jordan sobre marketing: Pippen + Jordan
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